Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)

Bem, pra tentar provar aos escombros do meu cérebro que eu vivo, sim, há exatos 26 anos, dois meses e alguns dias de vida, decidi fazer um churrasquinho de neurônios aqui e tentar encontrar minhas primeiras memórias perdidas nessa amnésia infantil ingrata. Voilá: eu com catapora sentindo muita coceira nas costas e, pra tentar amenizar,… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 2 (esforçada, alegre, nostálgica e frustrante)

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Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

A última edição do caderno Equilíbrio, da Folha, abordou um assunto que sempre me intrigou: onde vão parar nossas memórias de quando temos cinco anos pra baixo? Por que não podemos simplesmente registrá-las, como fazemos em qualquer época da vida? Todos os pesquisadores, embora tenham explicações diferentes para o fenômeno, são unânimes ao concordar que… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

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Tributo ao Affonsinho, um músico do Bem

Ontem falei que o que me atraiu instantaneamente à Banda Mais Bonita da Cidade foi o clima bom da música, que remete a um estado de espírito agradável. Pois bem, essa é a mesma filosofia do meu cunhado e um dos melhores guitarristas do Brasil, o músico Affonsinho. Em seus CDs de MPB/bossa nova/samba, as… Continuar lendo Tributo ao Affonsinho, um músico do Bem

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O fenômeno (e muitas coisas bonitas na cidade)

Faz exatamente dez dias que ouvi pela primeira vez a música “Oração”, da curitibana A Banda Mais Bonita da Cidade. Vi o clipe bem feito que eles tinham jogado no Youtube uns dois dias antes e que já estava bombando àquela altura (nesta hora em que escrevo, já teve mais de 4 milhões de visualizações… Continuar lendo O fenômeno (e muitas coisas bonitas na cidade)

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Algumas coisas que quero fazer antes de morrer

Desculpem o post estilo ESTAS BOBAGENS, mas é que estou ouvindo um DVD do Ray Charles ao vivo no Festival de Montreux e me ocorreu como eu gostaria de ir a um desses antes de morrer. Aí fui lembrando de outras coisas e concluí que, em algum momento da vida, vou ter que ganhar MUITO… Continuar lendo Algumas coisas que quero fazer antes de morrer

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O céu está azul

Outono é época do ano de céu eternamente azul, pelo menos em Beagá (mas, de vez em quando, até na Terra Cinza!). O que me faz lembrar do estado de espírito lindo da música Blues Skies, na melhor versão da Ella Fitzgerald. O que me faz lembrar que já vi muito céu bonito por aí,… Continuar lendo O céu está azul

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