Do berço para a cama: 7 coisas que aprendi sobre este marco na vida do bebê

Foto: Pixabay

Em abril, aconteceu um grande marco aqui em casa: Luiz, então com 1 ano e 4 meses, deixou de dormir no berço e passou a dormir na cama!

Antes de tomar esta decisão (junto ao marido), fiquei em dúvida se era mesmo o momento certo. Dúvida esta que imagino que outras mães também devem ter. Então, como sempre, compartilho aqui o que aprendi com a experiência, torcendo para ser útil a outras pessoas 🙂

#1 Sinais de que pode ser hora de sair do berço Continuar lendo

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O preconceito contra as mães no mercado de trabalho

Nove meses após o nascimento de seu 1° filho, Fernanda Nascimento engravidou de novo e passou a ser afastada de projetos | Foto: Moacyr Lopes Junior / Malagueta

Neste domingo de Dia das Mães, vocês vão ler inúmeras reportagens especiais, em todos os veículos de comunicação do mundo, tentando encontrar um gancho diferente para abordar a efeméride. Vão surgir personagens intrigantes, histórias emocionantes, todo tipo de coisas incríveis (ou meio clichês/óbvias) para se ler sobre a maternidade nos dias de hoje. Minha indicação de leitura é a reportagem feita pela revista “Canguru”, onde trabalho, sobre mulheres que, ainda no século 21, são demitidas apenas por terem se tornado mães. Com casos de fazer corar até os mais machistas, além de dados sobre as contestações no judiciário e entrevista com representante do Ministério Público do Trabalho.

Ser mãe não diminui nenhuma mulher, e jamais pode ser justificativa para deixar de ser promovida no trabalho ou (muito menos) para ser demitida. Aliás, tive grandes chefes ao longo da vida que eram mães (em ordem cronológica: Tacy Arce, Ana Estela de Sousa Pinto, Michele Borges da Costa, Ivana Moreira) e minha própria mãe, Ivona, criou 4 filhos, sempre trabalhando em dois empregos, e ainda fez duas pós-graduações.

Como diz uma das entrevistadas na reportagem da Isabella Grossi, “quando você é mãe, o seu rendimento não cai, pelo contrário. Sua performance melhora, porque você quer entregar tudo mais rápido”. Se eu já não era procrastinadora antes do Luiz, posso dizer que dupliquei meu nível de “bomba atômica” desde que ele nasceu. Enfim, não deixem de ler esta reportagem, queridas mães e pais e pessoas que não têm filhos. Será uma das melhores que vocês vão encontrar neste Dia das Mães. Clique no link abaixo:

Até hoje mulheres ainda são demitidas só porque se tornaram mães

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Este dia chegou! 4 coisas que aprendi sobre o desmame

Quem acompanha este blog há mais tempo, sabe que, no primeiro mês depois do nascimento do Luiz, passei aperto com a amamentação. Achava todo o processo um verdadeiro saco. Aos poucos, foi ficando mais fácil. As mamadas passaram a acontecer em horários mais definidos (mais ou menos ao fim do primeiro mês), meu filho começou a interagir comigo enquanto mamava (aos 3 meses), minha dor insuportável parou de acontecer (4 meses), ele parou de mamar de madrugada (entre os 4 e os 6 meses), ficou menos dependente ao começar a ingerir outros alimentos (aos 6 meses) etc.

Sem que eu me desse conta, comecei a gostar de amamentar.

Todas as imagens: Pixabay

Tinha, enfim, pegado o jeito. E me sentia bem por alimentar meu filho com uma seiva que eu mesma produzia. Me sentia feliz vendo Luiz crescendo a olhos vistos e ficando forte, e sem nunca ter adoecido. Decidi que continuaria amamentando até que uma destas duas coisas acontecesse primeiro: 1) Luiz completar os 2 anos recomendados pelo Ministério da Saúde e OMS ou 2) até ele não querer mais.

Acabou acontecendo a segunda coisa primeiro, e o desmame se deu naturalmente, quando meu filho estava com 1 ano e 4 meses.

Eu me dei conta de que, quando somos mães de primeira viagem, encontramos toneladas de informações sobre a amamentação, mas muito pouca coisa sobre o desmame. E eu tinha várias dúvidas a respeito do desmame, como, por exemplo:

  • Meu leite ia demorar a secar?
  • Meu peito poderia empedrar, por causa do leite que nunca sai?
  • Meu filho poderia “se arrepender” de não querer mais mamar?
  • Meu leite ia começar a vazar na roupa o tempo todo?
  • Eu sentiria alguma dor?
  • Eu sentiria algum sofrimento por parar de mamar?
  • Seria um processo tranquilo para meu bebê?

Agora que o processo já está devidamente concluído — mais uma pequena etapa vivida, mais um ciclo fechado neste aprendizado diário da maternidade! –, posso compartilhar o que aprendi aqui no blog, como faço uma vez por semana: Continuar lendo