Melhores livros de 2018

Continuando uma tradição deste blog, segue uma lista dos 7 livros mais divertidos que li neste ano:

  1. “A Casa do Céu”, de Amanda Lindhout e Sara Corbertt, 445 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.
  2. “A Cidade do Sol”, de Khaled Hosseini, 365 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.
  3. “Tia Julia e o Escrevinhador”, de Mario Vargas Llosa, 463 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.
  4. “Tudo o que nunca contei”, de Celeste Ng, 301 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.
  5. “Rita Lee – Uma Autobiografia”, 294 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.
  6. “O Livro dos Baltimore”, de Jöel Dicker, 413 págs.
  7. “Os escritos secretos”, de Sebastian Barry, 348 págs. Leia mais sobre este livro AQUI.

Leia também:

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Os 100 melhores livros que li nos últimos 20 anos

Depois de muito tempo sem entrar direito no GoodReads, a rede social de leitores, sobre a qual já falei aqui em 2015, resolvi atualizar a listinha que mantenho lá, minha “estante”, acrescentando os melhores livros que eu li nos últimos dois anos, quando havia ficado um vácuo.

Acabei chegando, até agora, a 100 livros, lidos entre 1997 e hoje. Só registrei ali meus favoritos, com 4 ou 5 estrelinhas.

Recomendo todos eles, mas é importante ver o campo “data em que foi lido”, já que os livros aparecem na ordem em que foram acrescentados à estante e não quando foram realmente lidos. Afinal, o gosto para literatura que eu tinha aos 12 anos de idade é um bocado diferente do que tenho hoje, aos 33…

Mas ficam como sugestão para todos que passarem aqui no blog, em várias faixas etárias 😉 Tem pra todos os gostos e gêneros! Clique na imagem para acessar os detalhes de todos os livros: Continuar lendo

Um livro de ‘contação de causos pessoais’ que eu já quero muito ler

silvia

Os geniozinhos do Facebook criaram um algoritmo que faz com que a gente veja com mais frequência aquelas pessoas que eles já sacaram que a gente gosta de ler. E, toda vez que eu abro minha página inicial do Face, quem aparece bem no alto, às vezes alternada com o Antonio Prata, é sempre a Sílvia Amélia. Significa, né?

oficinaJá falei dela algumas vezes aqui no blog, sempre para indicar um dos vários textos que ela escreve com a maior fluidez do universo em sua página de Facebook. Sabe a Marisa Monte cantando? Não parece que aquele vozeirão sai sem esforço nenhum, sem nenhuma veia estourando no pescoço? É assim que imagino a Sílvia escrevendo: ela se senta diante do teclado e o texto sai sem qualquer esforço, em todos os tons de voz possíveis, de uma Marisa Monte a uma Ella Fitzgerald.

Ela já é escritora e está se tornando uma verdadeira celebridade nesta rede social, em que divide desde opiniões políticas polêmicas até suas histórias mais singelas de amor, passando pelos “causos” mais prosaicos que podem envolver um telefonema ou uma bota perdida no meio da rua ou uma pessoa encontrada dentro de um ônibus. Continuar lendo

‘O prazer da erudição é reservado aos perdedores’

leitura

Trecho de “Número Zero“, de Umberto Eco, nas páginas 19 e 20:

“(…) quem vive cultivando esperanças impossíveis já é um perdedor. (…) Os perdedores, assim como os autodidatas, sempre têm conhecimentos mais vastos que os vencedores, e quem quiser vencer deverá saber uma única coisa e não perder tempo sabendo todas, o prazer da erudição é reservado aos perdedores. Quanto mais coisas uma pessoa sabe, menos coisas deram certo para ela.” (Record, 4a edição, 2015)

coruja

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