#PérolasdoLuiz – Dúvida no hospital

Tivemos que levar o hospital há alguns dias, porque estava febril e reclamando de dor no corpo, já por volta de meia-noite.

Para chegar até o consultório da pediatra de plantão, tivemos que passar pela porta lateral, onde estava uma ambulância, com as luzes acesas, e um garotinho vestido de azul deitado em uma maca, entrando ou saindo do veículo.

O Luiz foi devidamente atendido pela médica, a consulta terminou alguns minutos depois, fomos até o carro, amarrei ele na cadeirinha. Quando já estávamos no meio do caminho de volta para casa, e eu pensava que o Luiz já tinha caído no sono, ele me solta esta:

– Mamãe, será que o menininho de azul estava sendo preso pela polícia?

 

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#PérolasDoLuiz – Entrevista com a pediatra

Luiz estava na consulta da pediatra, com o pai.

No meio da conversa, ao ser questionada sobre a tosse frequente dele, a pediatra pergunta:

– Ele está roncando à noite?

O Luiz, que estava brincando quietinho numa mesinha no canto, ouviu a pergunta e, antes que o pai tivesse tempo de responder qualquer coisa, declarou:

– Eu não, dra. Rita. Quem ronca é o papai!

 

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#PérolasDoLuiz – Conto de fadas

Na manhã de domingo, Luiz estava morrendo de saudades porque eu tinha saído na véspera para trabalhar no plantão e, quando voltei, ele já estava dormindo. Comentei:

– É, filho, desta vez não deu para você me esperar acordado. Mamãe trabalhou até a meia-noite.

– Igual a Cinderela?!

 

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#PérolasDoLuiz – Os lixeiros

Imagens: reprodução / Youtube

Na semana passada, Luiz ficou encantado observando os lixeiros trabalhando no caminhão logo à frente do nosso carro. Três trabalhadores, com suas vistosas roupas de cor laranja, pegavam aqueles sacões de lixo e os jogavam no caminhão. Depois penduravam-se lá atrás e seguiam viagem ao longo do quarteirão. Já passava das 21h e o Luiz, que estava sonolento, ficou alerta na hora:

– Vamos dar oi para eles, mamãe?

Abri a janela e ele gritou bem alto:

– OIEEEEÊ! Boa noiteeee!

Os moços olharam pra trás e acenaram, sorridentes. Luiz continuou:

– Bom trabalho! Te amo!

De repente ele deu um suspiro e acrescentou, para minha surpresa:

– Quando eu crescer eu quero ser ISSO!

 

O mais legal é que ele nunca tinha falado nada sobre “o que quer ser quando crescer” antes, e a convicção com que destacou o “isso” não me deixou dúvidas: Luiz encontrou sua vocação! 😉

 

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#PérolasDoLuiz – a história de uma cadeira

O que realmente havia:

uma cadeira usada pelo vigilante do supermercado, no meio da escada, de onde ele tem uma visão privilegiada do ambiente. Naquele momento, vazia, porque o segurança estava em pé.

O que o Luiz, meu filhote de 3 anos, imaginou:

“Mamãe, quem sabe um homem bem mau resolveu levar a cadeira do restaurante lá de cima para casa. Ao descer com ela pela escada, ficou com medo e resolveu deixar ela parada ali no meio do caminho.”

 

A vida é bem mais interessante do ponto de vista das crianças. Lembremo-nos disso 😉

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P.S. Mesmo com 3 anos de idade, a criança já é capaz de saber que furtar alguma coisa é errado. Afinal, o homem que teria levado a cadeira sem permissão era “bem mau”.


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