O inverno dá lugar à primavera deixando um tesouro de fotos de 130 ipês; veja a galeria

Neste dia 23 de setembro, exatamente às 4h50 da madrugada, teve início a primavera de 2019. Com isso, termina um dos invernos mais quentes e secos dos últimos tempos (ao menos aqui em BH) e também uma das temporadas de ipês mais lindos e exuberantes.

Por ter sido uma estação farta de beleza, foi o ano em que mais recebi fotos, desde o início desta tradição do blog, no inverno de 2014, quando recebi 70 fotos de ipês. Em 2015, recebi 56 fotos. E, em 2017, foram 84 cliques. Pode-se dizer que minha caça aos ipês deste ano foi um SUCESSO! Foram, ao todo, 130 fotos, vindas de 19 cidades e 7 Estados diferentes: as mineiras Beagá, Cordisburgo, Itabira, Santa Maria de Itabira, Congonhas, Sarzedo, Lagoa Santa, Betim, Contagem e Tiradentes, as paulistas São Paulo, São Bernardo do Campo e Bebedouro, as fluminenses Penedo e Resende, a paranaense Colombo, a gaúcha Porto Alegre, além de Brasília e Colonia del Sacramento, no Uruguai!

Ao todo, 26 pessoas enviaram seus cliques maravilhosos, fora os que eu fiz – e agradeço demais a todos que participaram! Isso em contar a linda pintura que a Carolina Pinheiro fez e enviou para alegrar ainda mais a galeria.

Agora, com o fim do inverno, os ipês amarelos, rosas, brancos e roxos darão lugar, em breve, às sibipirunas e sapucaias, que são outras de minhas árvores favoritas. E as amoreiras, que logo vão estar cheias de frutinhas pretinhas para nos deliciar. Mas, antes disso, compartilho com vocês os tesouros coletados nesta caçada, para que possamos começar bem esta semana e esta próxima estação. Deleitem-se:

Agora, até a próxima caça aos ipês, em 2020! 😉

 

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Anote na agenda: Buena Vista Soul, Jazz & Blues Festival neste domingo!

Esta dupla deu um showzinho há alguns dias, para divulgar o festival, em que estarão presentes também. Foto: CMC

 

Quando aparece um festival de jazz e blues em Beagá, ainda mais de graça, a gente tem que divulgar por aqui, né!

Neste domingo, 1 de setembro, das 9h às 18h, vai rolar o Buena Vista Soul, Jazz & Blues Festival, ali na praça da Savassi.

Além de uma programação musical massa, a organização também promete gastronomia, cervejas especiais, vinhos, exposição de artes e espaço kids!

CLIQUE AQUI e saiba mais.

 

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#Playlist: 10 canções para Belo Horizonte

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Hoje é aniversário da minha cidade do coração, Beagá, Belo Horizonte, Belô.

Por isso, fiz uma playlist especial, com canções que remetem a BH, muitas delas de artistas locais, como Affonsinho, Skank e Graveola.

Bom proveito!

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Memorial Minas Vale: um museu sobre a cultura e a história mineiras

No ano passado fui turistar pela primeira vez no Museu das Minas e do Metal, como contei aqui no blog. Neste ano, finalmente fui conhecer direito o Memorial Minas Vale, que também fica no Circuito Cultural da Praça da Liberdade, bem ao lado do outro museu.

É fundamental conhecermos bem os museus e outros espaços culturais que existem em nossa cidade – antes que acabem sendo destruídos, como aconteceu recentemente com o Museu Nacional, no Rio, que nunca tive a chance de conhecer e agora não terei mais…

No caso deste memorial, não se trata de um museu de acervo, mas de memória mesmo, um espaço cheio de cenários que nos transportam para os séculos 18, 19 e início do século 20. Tem a sala dos poetas e escritores, com Drummond e Guimarães Rosa, a sala das grutas e arte rupestre, a sala da arte do Vale do Jequitinhonha, e muito mais. Saí de lá encantada!

Pra melhorar, o memorial está no antigo prédio da Secretaria do Estado da Fazenda de Minas Gerais, datado de 1897, o que já vale uma visita por si só, porque o edifício de três andares é lindíssimo.

Ah, e a visita é gratuita 😉

Vejam algumas fotos que tirei por lá (clique em qualquer uma para ver todas em tamanho real):

Fiz também dois videozinhos, mostrando duas salas especiais na exposição. O primeiro é este, sobre o turismo radical na natureza mineira, que tem um som de mato-grilo-sapo-passarinho delicioso de ouvir:

O segundo é este, na sala da gruta com arte rupestre, que me transportou para minha infância, quando meu pai me levou para ver a Gruta Rei do Mato e a Gruta da Lapinha:

(Uma dica para quem tem criança: peça o kit da trilha da criança na recepção, para seu baixinho se divertir mais! Ele contém um mapa, uma lanterna, uma lupa, um espelho e um binóculo. Deve ser devolvido no final da visita. Dei bobeira e não pedi para o Luiz…)

Quer conhecer?

  • Funcionamento: Terças, quartas, sextas-feiras e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h; Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até 22h; Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h
  • Endereço: Praça da Liberdade, 640, esquina com Rua Gonçalves Dias. Tel.: (31) 3308-4000
  • Gratuito
  • Mais informações AQUI

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Descoberta musical da semana: o ‘beatnik blues’ de Taryn Donath

Passei o último fim de semana rejuvenescendo 11 anos. Uma grande amiga hospedou-se em nossa casa, passeamos pelos pontos turísticos mais legais de Beagá – Mercado Central, feira hippie, mirante do bairro Cruzeiro, Parque Municipal, Praça da Liberdade – e também participamos do primeiro Street Blues Festival, gratuito, que aconteceu no sábado e no domingo, de 12h às 21h, na praça José Mendes Júnior.

Blueseiros que reencontrei 😉

Digo que rejuvenesci tanto tempo assim porque eu me senti de volta em 2007, ano em que frequentei as barbearias de blues, fiz aulas de gaita com o Leandro Ferrari e criei o programa de rádio para blueseiros, que foi veiculado na UFMG Educativa durante 4 meses, logo antes de eu me mudar para São Paulo. Neste festival, voltei a rever os gaitistas da cidade (e de outras cidades) que eu não via há tanto tempo, e bateu uma saudade danada daqueles tempos em que eu ainda estava na faculdade, tocando tantos projetos ao mesmo tempo (estágio, TCC, blog, trabalho no Banco do Brasil, aulas na faculdade, aulas de gaita), e com energia suficiente para sonhar outros tantos projetos ainda.

(Onde foi parar toda aquela energia?)

Seja como for, digressão à parte, este post era para compartilhar uma artista que eu só fui conhecer no Street Blues Festival (aliás, excelente evento, que ficou cheio sem cair no insuportável, bem organizado… Que essa iniciativa se repita mais vezes!). A maioria das pessoas apareceu por lá para ver o Jason Ricci, gaitista de New Orleans que é considerado um dos melhores do mundo. Teve ainda Audergang, Alexandre da Mata, Danny Vincent, Rodrigo  Nézio e outras bandas. Todos ótimos.

E teve a californiana Taryn Donath, fechando o evento na noite de domingo. Além de ter um vozeirão, ela arrebenta num teclado suingado, que foi acompanhado por um baterista. E só: voz, piano e batera seguraram o show todo, com uma mistura de blues, jazz e soul, de boogie woogie, música latina e funk. Ela foi minha descoberta musical da semana, e eu gostaria de compartilhar com vocês:

 

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