Um refúgio de paz e alegria, cercado pela natureza, a 48 km de Beagá

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Um pedaço de roça, cercado de natureza exuberante, com serras e vegetação de Mata Atlântica, em que não pega nem telefone.

Para chegar até lá, uma BR em boas condições, uma MG simpática, rodeada por linda paisagem, e uma estrada de terra num curto trajeto de 7 km, mas que, percorrida devagarinho, como a prudência e o sabor obrigam, leva cerca de meia hora de direção.

Uma pousada bem simples, que nos faz sentir em casa imediatamente, com almoço bem temperado, uma coxinha deliciosa de lanche, cerveja gelada, animação e música à noite e, no café da manhã, hummm, quitutes maravilhosos como pão de queijo caseiro, biscoito quebra-queixo, biscoito frito da roça, bolo com calda de chocolate — tudo quentinho, quentinho, feito na hora mesmo.

Um curso d’água limpo que margeia a pousada e, lá dentro, numa pequena represa artificial, vira uma cachoeirinha agradável, de água nem tão gelada assim, em que alguns sentam para conversar e comer um churrasco, e pais e filhos brincam ou relaxam, verdadeira piscina de hidromassagem natural.

Bem perto, cachorros, galinhas, um galo cantador, um pato, dois gansos muito estressados, cavalos de passagem, bois nos pastos distantes, mil passarinhos.

Não tem nenhum luxo, não tem um super parque para as crianças, a piscina não é aquecida. Os brinquedos, tirando a cama elástica, já estão bem desgastados (escorregador, totó, sinuca, balanço de pneu). Mas seu filho fica numa alegria que você nunca viu antes, encantado com a natureza, deixando brinquedos de plástico e celular de lado para catar pedrinhas, sementinhas, folhinhas e galhos, brincar na areia, ver os bichos, nadar e cantar! Continuar lendo

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Chuva é muito mais que a destruição e o caos que se vê no noticiário

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A chuva não é só a destruição e o caos que a gente vê no noticiário.

Chuva é muito mais que isso. É cheiro bom, respiração mais fácil, plantinhas agradecendo, reservatórios cheios, a noite mais bonita, memórias natalinas. E eu adoro dormir com o barulhinho da chuva.

(Enfim, bem-vinda chuva, com todo seu encanto! A época seca do inverno se foi, levando meus favoritos ipês, mas a primavera de chuva tem lindas sapucaias e sibipirunas coloridas. E muitas gotas, para tentar refrescar a cidade em tempos de tanto sufocamento de ideias.)

 

Leia também:

  1. Um dia na roça
  2. Bem-vinda, chuva
  3. Carta a São Pedro
  4. Nuvens de chuva
  5. As bênçãos da chuva
  6. O deus da chuva
  7. Só temos uma coisa a dizer
  8. Mais posts com fotografias

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A galeria [definitiva] de ipês do inverno de 2017

Começa hoje a primavera, conhecida como estação das cores. Mas acho o apelido meio injusto com o inverno — a estação do ano, ao menos aqui no Sudeste brasileiro, em que o céu está mais azul-azul-sem-nuvens, e em que as paisagens são cortadas a todo instante pela amarelidão maravilhosa dos ipês. Ou por suas variáveis rosas, roxas e brancas. Sim, os ipês são minhas árvores favoritas (não diga, Cris!).

Como já virou tradição aqui no blog, no começo do inverno, pedi aos leitores que cruzassem com essas lindas árvores em seu horizonte para enviarem uma foto delas para mim. Recebi, ao todo, 84 imagens, de ipês roxos, rosas, amarelos e brancos, clicadas em várias cidades de Minas, São Paulo e Goiás. Obrigada a todos que contribuíram, de coração! ❤

Nesta troca de estação, encerro a coleta de fotos de 2017 com a linda galeria abaixo, todas árvores flagradas neste ano. Você não verá outra galeria de fotos tão bonita e completa assim:

 

CLIQUE AQUI para ver a galeria completa, com fotos também dos invernos de 2014 e 2015.

Leia também:

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