‘George, O Curioso’ e como podemos ensinar educação financeira a uma criança de menos de 3 anos

Dia desses eu estava vendo o desenho “George, O Curioso” com o Luiz. Pra quem não conhece, trata-se de um desenho animado lançado em 2006 e transmitido no Brasil pela Discovery Kids. Está também na Netflix e o listei na minha seleção de melhores séries para crianças de até 3 anos.

O personagem principal é George, um macaquinho muito sagaz, alegre, extremamente inteligente. No episódio a que assistimos naquele dia, ele e o amigo foram a uma loja e ficaram encantados por uma pipa gigante que estava exposta ali. Mas ela era muito cara, eles não tinham dinheiro suficiente para comprá-la.

O que decidiram fazer, então? Fazer bicos para conseguir o dinheiro necessário.

George e o amigo entraram em contato com vários vizinhos oferecendo pequenas tarefas, tais como cortar grama, empilhar latas, passear com cachorros, coletar frutas etc. Conseguiram ser contratados para diversas tarefas.

Eles tinham pouco tempo para executar tudo, porque a pipa só ficaria reservada para eles até a manhã de segunda-feira, e já era sábado. Então, o que fizeram? Traçaram um percurso para aproveitar o tempo ao máximo e estimaram a duração de cada tarefa, para conseguir realizar tudo.

No meio do caminho, tiveram outros desafios e acabaram encontrando novas soluções para seus problemas, como dividir os trabalhos entre si, em vez de fazerem em dupla, e separarem o que era feito ao ar livre do que era a portas fechadas, para aproveitar as condições climáticas.

O desenho inteiro deve durar uns bons 10 minutos, ou mais, com grande aprendizado por parte de George e seu amigo. Ao final, não careço dizer, os dois conseguem fazer tudo e ganham o suado dinheirinho para comprar a desejada pipa.

Agora vamos imaginar se no lugar de George, o personagem principal  fosse alguma das crianças que conhecemos por aí, filhos de amigos e parentes nossos, ou até mesmo muitos dos nossos filhos.

O desenho não ia levar nem dois minutos de duração: a criança chega na loja, olha o preço da pipa, pede para o pai ou a mãe, que desembolsam a grana, e o menino brinca um tempinho antes de enjoar do brinquedo novo. Fim.

Qual aprendizado nossos pequenos estão tendo, quando recebem tudo de bandeja? Quão satisfeitos ficam com a conquista do brinquedo desejado?

Deixo esta reflexão para todos nós. Para quem se interessar, achei o episódio completo no Youtube, em inglês:

 

Leia também:

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‘Love’: uma série curtinha da Netflix que une amor, drama e humor

Para ver na Netflix: LOVE
Nota 9

admiti aqui que não sou seriemaníaca – na verdade, meu repertório de séries assistidas de cabo a rabo é bem curto. Custo a ter coragem de encarar uma série nova, do zero, com medo de gostar e isso me tomar tempo demais. Afinal, o tempo que se toma para ver uma dessas grandonas renderia uns 20 bons filmes. E meu tempo anda preciosíssimo ultimamente.

Um dos motivos que me levou a acatar a dica do leitor Juliano Paiva e começar a assistir à série “Love” foi ele ter dito que trata-se de uma “série curtinha com duas temporadas e cerca de 30 minutos cada episódio. Dá para ver numa tarde/noite de férias.”

Na verdade, quando fui ver, já eram 3 temporadas, mas acho que não vem mais por aí. Ao todo, 34 episódios, sendo que cada um tem cerca de 30 minutos de duração. Fazendo as contas: 17 horas para ver tudo. E não é que assisti num piscar de olhos? Foram algumas noites durante a semana e umas três tardes de sábado em casa, logo depois da mudança, tomando cervejas, conversando com meus dois amores, e assistindo a uma série sobre amor. De repente, acabava um episódio e eu ficava doida pra saber como continuaria. Deixava rolar, e assim fui vendo dois, três, quatro, cinco… X episódios seguidos!

Além de ser boa por ser rápida, curta, ágil – e, para isso, cheia de diálogos bem sacados, histórias cheias de desenlaces e roteiro inteligente, o que me lembra “Gilmore Girls“, minha série favorita –, “Love” parte de uma premissa muito legal sobre o amor: de que não precisa dar tudo certo de cara para que dê certo. Se é que dá pra dizer que dá certo. Nem lembro mais qual foi o primeiro episódio que o nerd Gus (Paul Rustficou com a porra-louca Mickey (Gillian Jacobs), mas demorou pra danar. E foram tantos encontros e desencontros, e são tantas histórias paralelas, de outros personagens cheios de personalidade, que é difícil você não se identificar com pelo menos uma situação daquelas. “Ah sim, eu vivi isso com fulano.” “Nossa, por pouco não ficamos daquele jeito” etc.

Mas o mais legal é que, apesar de ter seus momentos de drama, “Love” é muito mais comédia. É leveza para falar de assuntos tão pesados quanto alcoolismo ou dependência de sexo. É saber usar o humor de forma inteligente, porque o humor cabe, sim, em qualquer contexto.

No dia em que terminei de ver “Love”, levei o maior sustão. Não estava prestando atenção em qual episódio estava, já que só ia deixando rolar a Netflix, um atrás do outro. E acabou. Não foi adiante. Falei: “Uai, já acabou? Acaba assim mesmo?”. Chequei, é, tinha acabado. E me deu um daqueles vazios que a gente sente quando está feliz na companhia de personagens – de livros, filmes, e, por que não, séries – e percebe que eles não estarão mais preenchendo as tardes de sábado. Que sejam felizes em suas jornadas.

Aí o trailer:

Leia também:

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As melhores séries e desenhos na Netflix para crianças de até 3 anos

Aqui em casa o dilema de deixar ou não o filho assistir a televisão já foi superado. Meu filho de quase 2 anos e meio assiste, não tem jeito. Claro que também brincamos bastante, passeamos, e evito que ele fique o dia inteiro em frente à tela, mas um pouquinho, principalmente quando estamos preparando o café da manhã, o almoço e a janta, é até de grande ajuda.

Portanto, se ele assiste a TV, e isso é um fato consumado, o que me resta é assistir junto, sempre que possível, para acompanhar o conteúdo que chega ao meu filho, e garantir que se trata de um conteúdo de qualidade, minimamente educativo e bem-intencionado.

Na lista abaixo, separei apenas os melhores conteúdos que já descobrimos juntos, seja de clipes musicais infantis, desenhos animados ou mesmo de séries voltadas para crianças, como é o caso de Na Sala da Julie, com personagens em carne e osso, além de bonecos. Recomendo todos eles, como produtos de qualidade e educativos.

Começo a lista pelos que eu já tinha citado aqui no blog, NESTE POST, mas separando apenas o que está disponível na Netflix:

  1. Mundo Bita – São clipes musicais, com ilustrações muito bonitas e coloridas, letras bem elaboradas e mensagens positivas e educativas ou simplesmente divertidas sobre o dia a dia, o corpo humano, os animais e as brincadeiras. Não tem história, são apenas clipes curtinhos com músicas, para essa fase em que os pequenos se interessam mais pelas trilhas do que pelas histórias. Leia AQUI a entrevista que fiz com o criador do Mundo Bita.
  2. Masha e o Urso – Baseado no conto de fadas de Cachinhos Dourados, essa animação russa é cheia de mágica, aventuras e é praticamente sem falas, com lindíssima trilha sonora de orquestra. Masha é muito levada e sei que haverá um grupo dizendo que ela ensina maus hábitos aos nossos filhos etc, mas ela também tem um carinho imenso pelo urso, que representa uma figura paternal na vida da garotinha minúscula, e a ternura e afeto entre os dois é comovente. Leia AQUI a entrevista que fiz com o diretor do estúdio de Masha e o Urso, em Moscou.
  3. Backyardigans – Além de ter historinha cheia de aventuras, esse desenho é lotado de músicas, cantadas pela própria trupe de personagens, que ainda por cima fazem coreografias para acompanhar! Acho legal por incentivar os pequenos a brincarem apenas com fantasia e imaginação, explorando mundos fantásticos sem sair do quintal de casa.
  4. Palavra Cantada – As letras de Paulo Tatit e Sandra Peres dispensam maiores apresentações, mas o Luiz nunca gostou de ver os dois tocando, ao vivo e tal. Pegou no gosto quando apresentei a animação que a dupla lançou no ano passado, Pauleco e Sandreca, que tem 10 clipes musicais lindinhos demais. As músicas e letras continuam excelentes, mas agora ilustradas com desenhos! Depois que fez 2 anos, Luiz também começou a gostar das apresentações de shows, como “Canções do Brasil“. Leia AQUI entrevista da revista Canguru com a dupla do Palavra Cantada.
  5. Little Baby Bum – É o que tem conteúdo mais explicitamente educativo, dentre todos que citei. Tem a musiquinha para ensinar a guardar os brinquedos na caixa, outra pra escovar os dentes, outra pra mostrar a diferença das formas e cores, e assim por diante. Além de músicas clássicas, como a da roda do ônibus que gira e gira.
  6. Bob Zoom – Produção nacional que já tem tradução para inglês e espanhol, com musiquinhas clássicas da nossa infância (assim como fizeram os criadores da Galinha Pintadinha), numa ilustração bem simples, cujo personagem principal é uma formiguinha azul. Os pequenos adoram!
  7. Festa de Palavras – Animação original da Netflix, com quatro bebês que interagem a todo momento com nossos pequenos do lado de cá. A cada episódio, eles tentam descobrir palavras novas (por exemplo, há o episódio em que aprendem o que é “cotovelo”). Didático.
  8. Turminha Paraíso – Mais um de clipes musicais, com desenho realmente muito bonito.
  9. A Turma do Seu Lobato – Outro de clipes musicais bonitinho.
  10. Na Sala da Julie – Esta série é maravilhosa, com a grande atriz Julie Andrews, que fez Mary Poppins, por trás da produção e no papel da protagonista. Foi a favorita do Luiz por um tempo. Falei mais sobre ela AQUI.

Por fim, outros conteúdos que eu ainda não havia citado no blog, começando pelo meu favorito: Continuar lendo

Como ensinar as artes cênicas para seu filho de 2 anos em 13 episódios na TV

Em meu último post sobre maternidade, contei como o Luiz passou um ano inteiro encantado por Masha e o Urso, o que me inspirou a fazer uma matéria para a revista “Canguru” sobre o desenho, que é sucesso mundial. Bom, quando a revista ficou pronta, esta de janeiro, Luiz já não curtia mais o desenho tanto assim.

Em vez de alterná-lo com Peppa Pig, ele passou a assistir apenas à porquinha e a uma série muito legal da Netflix, com personagens humanos e bonecos, que eu vi inteirinha ao seu lado e gostei tanto, mas tanto, que achei por bem fazer um post só para recomendá-la.

Trata-se de Na Sala da Julie, ou, no original, Julie’s Greenroom.

Essa Julie é ninguém menos que a Julie Andrews, a eterna Mary Poppins, que continua linda aos 82 anos de idade e é uma das atrizes mais importantes da história do cinema e do teatro mundial. Atriz, cantora, dançarina, diretora teatral, escritora, premiadíssima com um Oscar, cinco Globos de Ouro, um Grammy, dois Emmys, um Bafta, e assim por diante. Enfim, assistir a uma série de 13 episódios estrelada por Julie Andrews já é, por si só, uma coisa espetacular.

Mas talvez um menino de 2 anos não achasse muito legal ver uma série com uma personagem de carne e osso e que nem é mesmo criança. Então, a presença de sete bonecos, representando cinco crianças, um cachorrinho e um pato, ajuda a tornar a série mais atrativa para os pequenos espectadores. Tem ainda o jovem ator Giullian Yao Gioiello, de 25 anos, que faz o papel de Gus, assistente da sra. Julie e grande mentor das crianças.

A série original da Netflix é de 2017 e não é apenas estrelada por Julie Andrews: ela também é produtora executiva e assina o roteiro. Ao longo dos 13 episódios, as cinco crianças-bonecas vão aprendendo as maravilhas do universo do teatro e, com o aprendizado, vão juntando subsídios para montarem a própria peça, que é lindamente apresentada no último episódio. Continuar lendo

Para ver em 2018: as 56 melhores séries da Netflix, segundo os leitores do blog

No último post, montei uma listinha bem singela, zero pretensiosa, das sete séries que mais gostei de assistir na Netflix. Não sou seriemaníaca, como vários dos meus amigos, então foi um negócio bem pessoal mesmo. No final, pedi que os amigos e leitores deste blog também compartilhassem suas listinhas pessoais. O resultado foi este compilado superlegal, com vários resumos que me deixaram doida para assistir às séries! Que seja nossa meta divertida de 2018 😉

Anotem aí também (destaco só aquelas que estão na Netflix; se mais de uma pessoa recomendou uma série, coloquei só na pessoa que recomendou primeiro)!

Dicas de Robson Rogerio:

  1. Godless – 16 anos – drama – 7 episódios
  2. Mindhunter – 16 anos – policial – 1 temporada, com 10 episódios
  3. La Casa de Papel – 16 anos – policial – 13 episódios
  4. Dark – 16 anos – drama e policial – 1 temporada com 10 episódios
  5. Unabomber – 14 anos – policial – 1 temporada com 8 episódios

Dica de Gustavo de Oliveira:

6. Peaky Blinders – 18 anos – drama – 4 temporadas

Dica do Liard para fãs de HQs:

7. Demolidor – 18 anos – série de ação e aventura – 2 temporadas

“Demolidor (Daredevil) é, até agora, a coisa mais bacana que vi na Netflix. IMHO, tudo ali foi muito bem feito. Uma história bem contada, roteiro totalmente amarrado, personagens interessantes. Eu estou muito impressionado com a fotografia, que adotou um tom cru, noturno, onde predomina a luz amarela. As cenas de ação são críveis, vez que muito bem coreografadas, com elementos de parkour e até de capoeira! Li muito Demolidor nos anos 80 do século passado, e não puder conter um risinho de satisfação quando, ao assistir aos episódios da primeira temporada, pude constatar a fidelidade a um material que me é familiar. O elenco? Protagonista e elenco de apoio estão todos, todos mesmo, muito bem. Mas o vilão.. o tal de Vincent D’Onofrio roubou a cena. O cara é diferente, gosto dele desde “Nascido para Matar”, de Kubrick. Menção honrosa para Toby Leonard Moore, como James Wesley, e para as figurinhas carimbadas Bob Gunton e Vondie Curtis-Hall, este como Ben Uric, e aquele como Leland Owlsey. Tem um monte de referencias a clássicos da arte pop, tem um bem elaborado suporte filosófico ao tema, tem menções ao mar de lama na política, à corrupção policial… Assinei o tal de Netflix para minha filha e ganhei o Demolidor de brinde. Não tenho dúvida nenhuma de que, de tudo o que vi da Marvel (a editora que é “dona” do Demolidor), este é o produto melhor pensado e executado com mais cuidado dentre todos que já vi. Estado da Arte. Imperdível.”

Dicas do Douglas Garcia:

8. Breaking Bad – 18 anos – série dramática – 5 temporadas – “Eu acho que é a que tem os recursos narrativos mais complexos e surpreendentes”.

9. Trapped – 16 anos – policial – 1 temporada com 10 episódios. “Uma série policial curta, da Islândia, e recomendo, pelo seu clima sóbrio e construção de personagens. Estaria na minha lista das melhores.”

10. The Good Place – 16 anos – série cômica – 2 temporadas. “Apresenta um professor de filosofia bem convincente, ri bastante com ele, talvez por identificação.”

Dica da Larissa:

11. Gracie e Frankie – 14 anos, série cômica, 3 temporadas

Dicas da Rafaela Matias:

12. Orphan Black – 16 anos, mistério, 5 temporadas

13. Making a Murderer – 16 anos, policial, 1 temporada

Dica do Leonardo Feder:

14. How to get away with murder – 16 anos, policial, 3 temporadas. “Ótima série”

Dica do André Lobato:

15. Jornada nas Estrelas – 10 anos, clássico, 3 temporadas

Dica da Cíntia Paes:

16. The Sinner – 16 anos, policial, 1 temporada. “A série apresenta um suspense muito bem construído com um final surpreendente.”

Dicas do Thiago Reis:

17. Bloodline – 16 anos, série dramática, 3 temporadas

18. Narcos – 16 anos, 3 temporadas. “Vale pela primeira e pela terceira temporadas (a segunda é meia boca)”.

19. Master of None – 16 anos, série cômica, 2 temporadas. “Achei bem divertida e são episódios curtos.”

20. The Fall – 16 anos, drama, 3 temporadas – “É com a mulher do Arquivo X e conta a história de um serial killer e a investigação sobre ele. É legal porque foca muito no envolvimento da detetive com ele e aborda a complexidade dos personagens…”

Dica do Johnny Boccalini:

21. Suits – 14 anos, série cômica, 7 temporadas – “São 7 temporadas disponíveis no Netflix e está up to date com a TV. É sobre um escritório de advocacia que contrata um “advogado” sem estudo/OAB. O cara é tao inteligente que vai ajudando nos casos, enquanto muitos tentam desmascará-lo.”

Dica do Juliano Paiva:

22. Love – 18 anos, série cômica, 2 temporadas. “Série curtinha com duas temporadas e cerca de 30 minutos cada episódio. Dá para ver numa tarde/noite de férias. História de Gus e Mickey, um quase “casal”. Encontros e desencontros de pessoas que tentam ficar juntas, mas elas mesmas e o mundo não permitem, rsrs”

Dicas do Darlan Carvalho:

23. Elementary – 14 anos, policial, 5 temporadas. “Também sobre Sherlock Holmes, mas a história se passa em NY. Conta com bons diálogos, e na minha opinião, valorizou melhor o personagem Watson, que na versão da BBC é muito bobo.”

24. Vikings – 14 anos, série dramática, 4 temporadas. “Pra quem gosta de história (mesmo sendo verdade a menor parte do todo), Vikings é muito bom, porém extremamente violento.”

Dicas do Pedro Grossi:

25. Freaks and Geeks – 14 anos, série teen, 1 temporada. “Só teve uma temporada, mas é saborosíssima.”

26. Bojack Horseman – 16 anos, série cômica, 4 temporadas. “Uma porrada no estômago com uma cosquinha na barriga.”

27. Rick and Morty – 16 anos, série cômica, 2 temporadas. “Uma porrada no cérebro com uma cosquinha na barriga.”

28. Warmwood – 16 anos, documentário, 1 parte – “Uma mistura esperta entre ficção e documentário.”

Dicas da Juliana Campelo:

29. Ozark – 16 anos, série dramática, 1 temporada.

30. Lucifer – 16 anos, policial, 1 temporada.

Dicas do Henrique França:

31. Versailles – 18 anos, obra de época, 1 temporada. “No NOW tem a segunda temporada”

32. The Crown – 16 anos, drama britânico de época, 2 temporadas. “Só as locações e figurinos já são espetaculares.”

Dicas do Jáder Rezende:

33. Fargo – 14 anos, policial, 3 temporadas. “Amei! É baseado no filme homônimo dos irmãos Coen, que são produtores executivos da série. São três histórias distintas divididas em dez episódios cada, o que não cansa muito. Não é como aquelas séries muito longa, que dão preguiça e muitas vezes não tem fim. O mais legal é que morre gente toda hora, de formas bem sinistras!”

34. F is for family – 16 anos, série cômica, 2 temporadas. “F is for family é muito legal para quem viveu nos anos 70 e a família protagonista é supercativante! Difícil não se identificar com alguma das situações da trama divertidíssima!”

Dicas da Silvana Mascagna:

35. Jane, the Virgin – 12 anos, série teen, duas temporadas.

36. Please Like Me – 16 anos, série cômica, 4 temporadas

37. American Vandal – 16 anos, série teen, 1 temporada

38. Alias Grace – 16 anos, série dramática sobre crime, minissérie com 6 episódios

Dica do Aldair Massardi‏:

39. Jessica Jones – 16 anos, série dramática, 1 temporada

40. Defenders – 18 anos, minissérie com 8 episódios. “Para quem gosta do universo Marvel com heróis menos incríveis e mais realistas.”

41. Hemlock Grove – 18 anos, série de terror, 3 temporadas. “Apesar dos Lobisomens e vampiros, alguma incoerência na continuidade e fim abrupto, tem uma fotografia muito boa e uma trama interessante.”


Atualizações a partir de 31.12.2017:

Douglas Garcia mandou mais uma dica: “”Merli”. Ela é uma série em catalão, que é muito bonito de ouvir! É sobre um professor de filosofia no ensino médio e sua relação com os alunos. É bem bacana, não vou adiantar muito. Acho bonito quando ele consegue mostrar para os alunos que a filosofia tem a ver com a vida. A esse respeito, lembrei de um texto do seu pai no blog, no qual ele escreve que a leitura de Sarte fez ele não ter mais medo do inferno. É assim que eu acredito na filosofia, alguma coisa impalpável que faz com que a gente deseje não mais rastejar.”

Mais dicas do Darlan: “Faltou as séries feríssimas de ficção como the O.A e Sense 8”.

Mais dicas do Jáder: “Vi e gostei de Glitch, Under the Dome, The returned”. E La Niña: “Conta em seus quase 90 capítulos a história verídica de uma a ex-guerrilheira colombiana que tenta se reintegrar à sociedade e conviver com lembranças traumáticas. Depois de ser internada em um centro de jovens delinquentes, ela consegue entrar numa faculdade de medicina e passa a fugir de seu algoz nos campos de batalha, um policial que a sacaneou até dizer chega. Vale a pena pelas locações nas imensas favelas de Bogotá e pelas curiosidades do modus vivendis daquele povo, como alugar máquina de lavar roupas, só que a máquina vai até a casa das pessoas, e de bicicleta! É uma sereia envolvente, que desperta anseio, raiva dos bandidos e faz a gente torcer pela heroína.”

Dica de Viviane Moreno: “Atypical, série curtinha sobre um garoto autista”.

Mais uma descoberta minha, especialmente para as crianças, mas também para todo mundo que se interessa por artes cênicas: Na Sala da Julie, com Julie Andrews, a eterna Mary Poppins! CLIQUE AQUI para saber por que recomendo essa série.

Dica da Giovana: “Outlander não está em nenhuma lista. Para mim, é excelente.”

Dica de tarekmsaid: “Para quem gosta do humor estilo Archer, Raising Hope é um sitcom muito bom, recomendo.”

Dicas da Lícia: “‘La Reina Del Sur’ é minha série preferida até hoje na Netflix. Super recomendo. Estou ansiosa aguardando a 2ª temporada.” Ela também indica a série “Rosário Tijeras”.

Dicas do Aylton San Juliano Junior: Black Sails e The Last Kingdom.

 

 

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