Viva! Blog atinge a marca de 2 milhões de visitas!

Sabe o que passou totalmente batido por mim na semana passada?

Que este blog querido, que é apenas um hobby, já atingiu a marca de 2 milhões de acessos únicos!

São contados apenas os acessos, fora os leitores que recebem o blog no email ou no feed, diariamente, e não precisam clicar no site para ler seu conteúdo. Também não são somados os acessos recebidos na “sucursal” do blog, no portal da Canguru.

Estou feliz até não poder mais, mesmo sabendo que esse número é fichinha para muitos blogs, com contabilizações diárias na casa dos milhões. Afinal, eu mal tenho tido tempo pra me dedicar a este hobby, mas sigo com ele, postando sempre que posso.

Não ganho nenhum centavo com o blog (na verdade, gasto um pouco, por causa do WordPress premium), mas ganho a satisfação de colocar a cuca para funcionar e liberar o verbo sempre que me dá na telha, num espaço só meu e do meu pai, que está aberto a falar de política, cinema, música, literatura, viagens, gastronomia e de tudo o mais que me encanta e alenta.

Estas estatísticas são minha recompensa, meu pequeno troféu. Por isso, me perdoem se pareço besta demais por ficar soltando fogos de artifício. É que, para mim, este é um número bão demais da conta! 😀

Obrigadíssima, queridos leitores que me dão o privilégio de ver vocês aparecerem por aqui! Obrigadíssima em dobro aos que assinam o blog para receber os posts por e-mail gratuitamente! Obrigadíssima em triplo aos que participam, comentam, contribuem com ideias e compartilhamentos. Vocês me dão fôlego para escrever depois de um dia inteiro de trabalho, de cuidados com um bebê, na hora em que eu já deveria estar dormindo 😉 Vida longa ao blog e a estes leitores incríveis! ❤

E que venha o terceiro milhão! 😀

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7 anos de blog em 7 estatísticas

Este blog anda tão abandonado, e eu tão sem tempo/disposição para atualizá-lo, que, pela primeira vez desde que foi criado, eu não lembrei com antecedência que é no dia de Natal que o blog faz aniversário. Nem deixei pronto, com antecedência, o tradicional post de estatísticas para celebrar a data.

Fiquei até pensando se valia a pena publicar este post. Pela primeira vez, em sete anos, tenho certeza que as estatísticas serão de queda abrupta em todos os quesitos: número de postagens, número de acessos, número de assinantes, quantidade de upgrades e tal e coisa.

O blog, que nasceu como o hobby despretensioso, mas já chegou a ser quase profissional — com posts diários, escritos por mim e pelo meu pai, com sucursal no portal O Tempo, no Brasil Post e na Canguru, com páginas em todas as redes sociais etc –, hoje volta a ser apenas um hobby com atualizações esporádicas, para quando dá saudade de desabafar qualquer texto, sobre qualquer assunto, num espaço que é exclusivamente de nossa autoria, sem outro dono além de mim e do meu pai.

Como disse logo na primeira linha deste post: falta tempo e disposição. Acho que por vários fatores. Profissionalmente, estou numa função que toma muito do meu tempo/disposição, como acho que em nenhum outro momento anterior da minha carreira. Pessoalmente, meu pequeno Luiz me toma muito tempo/disposição, como é normal que todos os pequenos de 2 anos façam (e é bom que seja assim). Isso sem falar que ando mais cansada, durmo muito mais e mais cedo, distante de ser aquela “bomba-atômica” que já fui há dez anos. Fora isso, meu estado de espírito com os assuntos que mais povoam este blog, que são a política nacional, o jornalismo e os demais temas de interesse geral do noticiário, está num desânimo imenso. Na maioria das vezes, sinto que estou apenas escrevendo um texto para que meia dúzia de pessoas que pensam exatamente como eu leiam. Qual o propósito disso?

Enfim, tudo isso para dizer por que o número de posts do blog caiu drasticamente neste ano, especialmente neste segundo semestre. Cheguei a cogitar fechar o blog, mas aí eu ficaria sem esse refúgio para os textos esporádicos, para os (cada vez mais raros) dias de inspiração. Meu pai também ficaria sem o espaço para postar sobre coisas de que a maioria das pessoas nem falam, como o sucateamento da Petrobras. E isso é ruim. Então, deixemos o blog no ar.

Hoje este espaço celebra sete anos de vida. Foi no dia 25 de dezembro de 2010 que, numa caminhada com meu pai pela Praça da Liberdade iluminada de Natal, resolvi voltar à blogosfera com um espaço autoral (eu já administrava a página Novo em Folha, da Folha de S.Paulo, mas ela é da Editoria de Treinamento do jornal). De lá pra cá, muitas coisas mudaram na minha vida: mudei de emprego três vezes (saí da Folha, fui para o G1, para O Tempo e para a Canguru), mudei de volta de São Paulo para Beagá, mudei de casa outras três vezes, conheci meu atual marido, tive o Luiz. Não é à toa que o perfil do blog também foi mudando: de mais engajado com a política e mais musical e mais cinéfilo a, hoje, mais maternal, em todos os sentidos.

Bom, seja como for, eu gosto de aniversários e este blog merece ter sua comemoração, abandonadinho ou não. Vamos às tradicionais estatísticas: Continuar lendo

Morre o jornalista Paulo Nogueira

Texto escrito por José de Souza Castro:

“Do not ask for whom the bell tolls, it tolls for thee”. Esta frase do poeta inglês John Donne, falecido em 1631, ficou célebre ao inspirar o título do romance “Por quem os sinos dobram”, de Ernest Hemingway, jornalista que cobriu a Guerra Civil Espanhola e a II Guerra Mundial. “Eles dobram por ti”. Poucas vezes senti-os tão de perto quanto ao ler na manhã de hoje no Diário do Centro do Mundo a notícia da morte por câncer, aos 61 anos, do jornalista Paulo Nogueira.

Não o conheci pessoalmente, mas pude acompanhar sua vitoriosa carreira na editora Abril e na Editora Globo. Sobretudo, pelo que ele escrevia no DCM, fundado por ele e por Kiko Nogueira em 2012, quando Paulo vivia em Londres e o irmão em São Paulo.

Segundo Kiko, Paulo deixou sua marca em cada uma das funções em que exercia no jornalismo. “A vibração, a provocação, o apuro, a busca da excelência. Antecipou tendências, fez acontecer”, descreve o irmão. “Nunca foi santo. Era duro. Era também de uma paciência infinita. Fez companheiros para a vida toda nas redações e revelou vários talentos. Fez inimigos, também, como todo grande homem. ‘Sempre que você se desentender com alguém, lembre que em pouco tempo você e o outro estarão desaparecidos’, dizia, repetindo Marco Aurélio, o imperador romano, seu filósofo de cabeceira ”, revela Kiko.

Morto, Paulo Nogueira será mais lembrado pelos amigos do que pelos inimigos. Os primeiros sabem, de fato, por quem os sinos dobram. Amigos que compartilharam com ele a utopia de um Brasil mais justo.

No Diário do Centro do Mundo, não são poucos. Em menos de cinco anos, o número de acessos diários ao site subiu de 20 mil para 500 mil.

O corpo do jornalista será enterrado na tarde desta sexta-feira no Cemitério Gethsêmani do Morumbi. O velório é ali, na Praça da Ressurreição.

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Blog fecha ‘sucursal’ no portal O TEMPO

Hoje é o último dia em que meu blog terá um espaço no portal “O Tempo”, depois de 3 anos e 5 meses de reprodução dos posts por lá.

Fiz um texto de despedida aos leitores que me descobriram naquele site, que foram muitos, e, como não sei se os arquivos do blog serão imediatamente excluídos pelo jornal, registro também aqui, para guardar na memória mais este ciclo que se fecha:


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