Publieditorial: o WordPress, que já é bom, pode ficar ainda mais profissional

 

 

Já contei aqui no blog algumas vezes sobre como fui parar neste universo mágico da blogosfera, em março de 2003. Quando paro para pensar em tudo o que já vivi, como blogueira, em mais de 16 anos… é coisa pra burro! Mais tempo do que tenho de jornalista profissional.

Muita coisa mudou de lá pra cá, mas, definitivamente, o que mais mudou foi a tecnologia (voltarei a abordar este assunto na semana que vem, inclusive). E tem outra coisinha: se naquele tempo os blogs eram praticamente diários virtuais, com todo o intimismo e o amadorismo inerentes a isso, hoje o que mais tem por aí é blogueiro profissional, gente que vive – e sobrevive, ganhando dinheiro para se sustentar – apenas de seu blog. Isso sem falar em empreendedores e pequenos empresários que preferem a plataforma dos blogs para venderem seu produto, justamente por serem mais dinâmicos e fáceis de atualizar do que os sites convencionais.

A primeira plataforma que usei para publicar meu primeiro blog foi o Blogger, que era vinculado ao site da Globo e foi extinto em junho de 2015, levando consigo diversos sites, provavelmente milhares, que estavam hospedados lá. Por sorte, eu tinha feito backup do meu blog tempos antes.

Também já tive a experiência de postar usando a ferramenta do UOL para blogs, que nem sei se é a mesma que existe hoje. Assim como o Blogger, ela era bem rudimentar, só com o básico do básico mesmo.

Muita coisa mudou de 2003 pra cá, mas o que mais mudou foi a tecnologia… Fotos: Pixabay

Foi aí que, em dezembro de 2010, resolvi criar este blog no WordPress, plataforma que já estava em seu auge. O WordPress é incomparavelmente melhor que qualquer outro editor de textos on-line com o qual eu já tenha trabalhado, incluindo editores de sites dos jornais em que já trabalhei.

Por quê? Porque ele tem inúmeras ferramentas, é bem mais completo, e ainda assim é simples de manusear, mesmo se você não for um expert em programação (como é o meu caso, que não sei nada de programação).

Vejam o meu caso: pouco mais de três anos depois que criei este blog, saí fuçando nos templantes prontos e ferramentas do WordPress e já fiz uma primeira mudança no visual do blog. Seis meses depois, mudei radicalmente, para a versão que se mantém até hoje. Além disso, de lá pra cá, acrescentei vários widgets ao meu template, mudei bastante meu menu principal, criei muito mais páginas fixas, criei o censo do blog, coloquei links para as redes sociais etc.

E já fiz muito mais usando o WordPress: página de formulário de contato, enquetes, contagem regressiva no topo do blog, vários tipos de galerias de imagens (inclusive um dos meus posts mais acessados é uma galeria gigante) e mais um bocado de coisas. Tudo sozinha, e sem conhecimento prévio de programação e desenvolvimento de sites.

Apesar de parecer muito, a verdade é que eu mexo muito pouco no meu blog, e aproveito pouco as potencialidades do WordPress, que hoje em dia inclusive permite instalar diversos plugins para quem paga o seu plano de negócios. Ou seja, daria para eu fazer muito mais coisas ainda do que já fiz.

É que eu (ainda) não vivo de blog e ele (ainda) não ocupa todo o meu tempo dedicado a trabalho, então me sobra pouco tempo para olhar para ele com esse olhar profissional.

A boa notícia é que hoje existem diversos serviços de hospedagem de WordPress, em que você paga um valor fixo mensal e recebe benefícios em segurança, SEO (para melhorar as chances de seus posts aparecerem no topo das buscas do Google), integração com redes sociais e performance.

Uma dessas empresas é a Home Host, com sede no Rio de Janeiro e atuação no mercado desde 2006. Você cria sua página no WordPress, faz a escolha do layout e é responsável pelo que mais interessa: o conteúdo. Ou seja, é você que vai manter seu blog ativo, incluindo imagens, textos e fotos. Mas, estando hospedado no Home Host, você poderá, dentre outras coisas: tirar dúvidas com o suporte técnico deles, criar contas de e-mail com seu domínio, acessíveis via webmail e pelo smartphone, instalar uma loja virtual no seu site, com módulos de frete, correios e transportadoras,

Quanto mais rápido a página carrega, melhor ela aparece nas buscas do Google.

integrar sua página a todas as redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e outras), para aumentar o tráfego no seu site, criar bancos de dados e receber as atualizações automáticas do WordPress.

Além disso, a Home Host otimiza o carregamento do seu site e, como aprendi outro dia no curso Cresça com o Google, quanto mais rápido uma página carrega, melhor ela aparece nas buscas do Google.

Enfim, acredito que esse tipo de serviço possa ser muito útil, especialmente a quem tem interesses comerciais em seu blog, em quem pensa em usar ferramentas de marketing digital para que ele seja mais buscado e mais acessado e, com isso, o produto que você oferece no seu blog atinja um público cada vez maior.

Ficou interessado em saber mais? CLIQUE AQUI e conheça o serviço melhor. Há planos mensais a partir de R$ 17. Tipo o preço de uma cerveja artesanal 😉

 


Este vídeo explica passo a passo o que é o WordPress:


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Viva! Blog atinge a marca de 2 milhões de visitas!

Sabe o que passou totalmente batido por mim na semana passada?

Que este blog querido, que é apenas um hobby, já atingiu a marca de 2 milhões de acessos únicos!

São contados apenas os acessos, fora os leitores que recebem o blog no email ou no feed, diariamente, e não precisam clicar no site para ler seu conteúdo. Também não são somados os acessos recebidos na “sucursal” do blog, no portal da Canguru.

Estou feliz até não poder mais, mesmo sabendo que esse número é fichinha para muitos blogs, com contabilizações diárias na casa dos milhões. Afinal, eu mal tenho tido tempo pra me dedicar a este hobby, mas sigo com ele, postando sempre que posso.

Não ganho nenhum centavo com o blog (na verdade, gasto um pouco, por causa do WordPress premium), mas ganho a satisfação de colocar a cuca para funcionar e liberar o verbo sempre que me dá na telha, num espaço só meu e do meu pai, que está aberto a falar de política, cinema, música, literatura, viagens, gastronomia e de tudo o mais que me encanta e alenta.

Estas estatísticas são minha recompensa, meu pequeno troféu. Por isso, me perdoem se pareço besta demais por ficar soltando fogos de artifício. É que, para mim, este é um número bão demais da conta! 😀

Obrigadíssima, queridos leitores que me dão o privilégio de ver vocês aparecerem por aqui! Obrigadíssima em dobro aos que assinam o blog para receber os posts por e-mail gratuitamente! Obrigadíssima em triplo aos que participam, comentam, contribuem com ideias e compartilhamentos. Vocês me dão fôlego para escrever depois de um dia inteiro de trabalho, de cuidados com um bebê, na hora em que eu já deveria estar dormindo 😉 Vida longa ao blog e a estes leitores incríveis! ❤

E que venha o terceiro milhão! 😀

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7 anos de blog em 7 estatísticas

Este blog anda tão abandonado, e eu tão sem tempo/disposição para atualizá-lo, que, pela primeira vez desde que foi criado, eu não lembrei com antecedência que é no dia de Natal que o blog faz aniversário. Nem deixei pronto, com antecedência, o tradicional post de estatísticas para celebrar a data.

Fiquei até pensando se valia a pena publicar este post. Pela primeira vez, em sete anos, tenho certeza que as estatísticas serão de queda abrupta em todos os quesitos: número de postagens, número de acessos, número de assinantes, quantidade de upgrades e tal e coisa.

O blog, que nasceu como o hobby despretensioso, mas já chegou a ser quase profissional — com posts diários, escritos por mim e pelo meu pai, com sucursal no portal O Tempo, no Brasil Post e na Canguru, com páginas em todas as redes sociais etc –, hoje volta a ser apenas um hobby com atualizações esporádicas, para quando dá saudade de desabafar qualquer texto, sobre qualquer assunto, num espaço que é exclusivamente de nossa autoria, sem outro dono além de mim e do meu pai.

Como disse logo na primeira linha deste post: falta tempo e disposição. Acho que por vários fatores. Profissionalmente, estou numa função que toma muito do meu tempo/disposição, como acho que em nenhum outro momento anterior da minha carreira. Pessoalmente, meu pequeno Luiz me toma muito tempo/disposição, como é normal que todos os pequenos de 2 anos façam (e é bom que seja assim). Isso sem falar que ando mais cansada, durmo muito mais e mais cedo, distante de ser aquela “bomba-atômica” que já fui há dez anos. Fora isso, meu estado de espírito com os assuntos que mais povoam este blog, que são a política nacional, o jornalismo e os demais temas de interesse geral do noticiário, está num desânimo imenso. Na maioria das vezes, sinto que estou apenas escrevendo um texto para que meia dúzia de pessoas que pensam exatamente como eu leiam. Qual o propósito disso?

Enfim, tudo isso para dizer por que o número de posts do blog caiu drasticamente neste ano, especialmente neste segundo semestre. Cheguei a cogitar fechar o blog, mas aí eu ficaria sem esse refúgio para os textos esporádicos, para os (cada vez mais raros) dias de inspiração. Meu pai também ficaria sem o espaço para postar sobre coisas de que a maioria das pessoas nem falam, como o sucateamento da Petrobras. E isso é ruim. Então, deixemos o blog no ar.

Hoje este espaço celebra sete anos de vida. Foi no dia 25 de dezembro de 2010 que, numa caminhada com meu pai pela Praça da Liberdade iluminada de Natal, resolvi voltar à blogosfera com um espaço autoral (eu já administrava a página Novo em Folha, da Folha de S.Paulo, mas ela é da Editoria de Treinamento do jornal). De lá pra cá, muitas coisas mudaram na minha vida: mudei de emprego três vezes (saí da Folha, fui para o G1, para O Tempo e para a Canguru), mudei de volta de São Paulo para Beagá, mudei de casa outras três vezes, conheci meu atual marido, tive o Luiz. Não é à toa que o perfil do blog também foi mudando: de mais engajado com a política e mais musical e mais cinéfilo a, hoje, mais maternal, em todos os sentidos.

Bom, seja como for, eu gosto de aniversários e este blog merece ter sua comemoração, abandonadinho ou não. Vamos às tradicionais estatísticas: Continuar lendo

Morre o jornalista Paulo Nogueira

Texto escrito por José de Souza Castro:

“Do not ask for whom the bell tolls, it tolls for thee”. Esta frase do poeta inglês John Donne, falecido em 1631, ficou célebre ao inspirar o título do romance “Por quem os sinos dobram”, de Ernest Hemingway, jornalista que cobriu a Guerra Civil Espanhola e a II Guerra Mundial. “Eles dobram por ti”. Poucas vezes senti-os tão de perto quanto ao ler na manhã de hoje no Diário do Centro do Mundo a notícia da morte por câncer, aos 61 anos, do jornalista Paulo Nogueira.

Não o conheci pessoalmente, mas pude acompanhar sua vitoriosa carreira na editora Abril e na Editora Globo. Sobretudo, pelo que ele escrevia no DCM, fundado por ele e por Kiko Nogueira em 2012, quando Paulo vivia em Londres e o irmão em São Paulo.

Segundo Kiko, Paulo deixou sua marca em cada uma das funções em que exercia no jornalismo. “A vibração, a provocação, o apuro, a busca da excelência. Antecipou tendências, fez acontecer”, descreve o irmão. “Nunca foi santo. Era duro. Era também de uma paciência infinita. Fez companheiros para a vida toda nas redações e revelou vários talentos. Fez inimigos, também, como todo grande homem. ‘Sempre que você se desentender com alguém, lembre que em pouco tempo você e o outro estarão desaparecidos’, dizia, repetindo Marco Aurélio, o imperador romano, seu filósofo de cabeceira ”, revela Kiko.

Morto, Paulo Nogueira será mais lembrado pelos amigos do que pelos inimigos. Os primeiros sabem, de fato, por quem os sinos dobram. Amigos que compartilharam com ele a utopia de um Brasil mais justo.

No Diário do Centro do Mundo, não são poucos. Em menos de cinco anos, o número de acessos diários ao site subiu de 20 mil para 500 mil.

O corpo do jornalista será enterrado na tarde desta sexta-feira no Cemitério Gethsêmani do Morumbi. O velório é ali, na Praça da Ressurreição.

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