Eliane Cantanhêde fala o que é preciso para ser jornalista

Continuo com o resgate da série do blog Novo em Folha, hoje com o vídeo da Eliane Cantanhêde, então colunista de política da “Folha de S.Paulo”, jornal onde trabalhou por 17 anos:

Hoje Eliane é colunista do Estadão e comentarista do Globonews Em Pauta, da rádio Eldorado (SP) e da rádio Jornal (PE).

Veja outros vídeos da série:

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Memórias do blog: porque já são muitas!

Já faz alguns dias que comecei a resgatar #memóriasdoblog, no Facebook e no Twitter, relembrando coisas que postei por aqui no mesmíssimo dia, anos antes. Afinal, o que não faltam são posts no arquivo do blog, que já somam mais de 2.200.

Por exemplo, no dia 11 de outubro, exatamente como hoje, mas há dois anos, eu compartilhava duas descobertas musicais que tinha feito no Recife. Há três anos, meu pai escrevia sobre Sérgio Andrade, que virava alvo da Lava Jato.

Há seis anos, eu trazia um dado estarrecedor que diz muito respeito à situação que vemos no Brasil de hoje: mais da metade de todos os ambientalistas mortos na última década em todo o planeta estavam no Brasil.

Há oito anos, meu pai escrevia sobre um episódio de Bom Despacho para falar, a partir dele, sobre os juízes corruptos (e impunes) que persistem no Brasil.

Como vocês podem ver, vale a pena fazer esta experiência de resgatar as memórias do blog, porque os anos passam, mas quase nada muda. Ou melhor: parece que estamos voltando no tempo.

Que o passado nos proteja do futuro!

Cláudia Collucci fala o que é preciso para ser jornalista

Continuo com o resgate da série do blog Novo em Folha, hoje com o vídeo da Cláudia Collucci, ainda hoje repórter especial na “Folha de S.Paulo”, especializada em saúde:

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Será que desta vez vai? Começou a contagem regressiva para as férias!

 

No dia 7 de junho do ano passado, escrevi ESTE POST AQUI falando que faltava 1 mês para minhas férias. Nele, eu contava como tirei poucas férias na vida, como cheguei a ficar 4 anos sem descanso de verdade, como as últimas férias pra valer tinham sido as de 2015, e estava feliz da vida, crente que, em julho, eu tiraria aquele um mês de férias remuneradas com que todo trabalhador sonha.

Só que, em julho, a revista em que eu trabalhava na época, e da qual era a editora, acabou. A “Canguru”, que eu vi nascer em 2015, para onde fui trabalhar quase um ano depois, de onde fui demitida pela primeira vez na vida após cinco meses – e recontratada em menos de um mês –, acabou se acabando de vez, depois de tantos altos e baixos. As pessoas não aguentaram mais um mês sem receber, tantas dívidas trabalhistas acumuladas, e todos pularam fora do barco. Não sei até hoje se foi uma falência ou uma implosão.

O processo foi doloroso – afinal, eu tinha me entregado de corpo e alma para o projeto durante dois anos, editei um total de 50 revistas, vi a “Canguru” chegando ao Rio e a São Paulo chutando a porta – e até hoje acho que não assimilei muito bem. (Fora o calote que todos levamos).

Mas este não era o tema deste post. O que eu queria contar é que aquela contagem regressiva não valeu nada, não tive minhas tão esperadas férias no ano passado (até tirei uma semana de folga antes de encarar outro trabalho, mas estava tão falida, contando tanto os centavos, que não deu para relaxar de verdade).

Fico com medo de ser algum tipo de maldição. Será que agora vai? Posso fazer a contagem regressiva ou algo cabuloso vai acontecer de novo? Como não sou muito mística, resolvi passar por cima desta bobagem e voltar a fazer risquinhos no calendário (inclusive aí no canto superior direito do blog):

SIM, FALTA UM MÊS! UM MÊS APENAS! FÉRIAS REMUNERADAS!

– Vem “ni mim”, 4 de novembro!

No dia 3 ainda trabalho, de plantão no domingo, mas, assim que a música de encerramento do “Fantástico” tocar, darei meu primeiro gritinho de alegria e de alívio, porque

PRE-

CI-

SO

DES-

CAN-

SAR.

E não é nem só porque minhas últimas férias de verdade foram em 2015, e porque desde então tenho um filho pequeno pra criar, e porque ralo muito em todos os trabalhos da minha vida, e nem porque passei por um processo traumático no meu trabalho anterior, mas também porque, afinal, este é um ano em que tivemos que lidar com Bolsonaro, com Brumadinho e com todas as demais tragédias diárias deste país em retrocesso. É muita notícia e muita notícia ruim pra ser noticiada. Haja férias pra compensar!

Ufa.

 

P.S. Pra quem acompanha este blog, me aguarde: assim que eu conseguir descansar bastante, vou dar um trato nisto aqui! Vai ficar lindo 😉

 

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Carla Romero fala o que é preciso para ser jornalista

Continuo com o resgate da série do blog Novo em Folha, hoje com o vídeo da Carla Romero, então editora de Fotografia na “Folha de S.Paulo”:

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