Ouça as 15 marchinhas que foram para a semifinal do concurso!

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Na quinta à noite a página oficial do Concurso de Marchinhas Mestre Jonas divulgou as 15 marchinhas que foram pré-selecionadas para uma apresentação na Banda Mole (de graça, aberto ao público, na ruuuua!), que será no dia 7 de fevereiro, a partir das 13h.

Lá, cinco serão eliminadas e vão sobrar dez finalistas, dos quais sairão os seis vencedores premiados. Por isso, estou chamando esta fase de semifinal 😉

Já ouvi todas as marchinhas. Achei algumas muito boas, outras acho que fogem da proposta (viraram axé ou samba, mas muito sofisticado para uma marchinha de Carnaval), embora também sejam ótimas. Teve músicos experientes participando, como Chico Amaral, Makely Ka, Gustavo Maguá e Marcos Frederico, além de outros que eu não conheço de nome, mas devem estar na área com suas bandas aqui de BH.

Neste ano, não teve um supertema politizado, como aconteceu nos anos anteriores, em que os vencedores foram marchinhas sobre o helicóptero de Zezé Perrela, a Copa do Mundo e um escândalo encolvendo Léo Burguês, então presidente da Câmara Municipal de BH. Desta vez, os temas são mais leves e variados: calor, falta de chuva, trânsito e mobilidade, canabidiol, juízes que se acham deuses, Charlie Hebdo, pau de selfie (uma das mais divertidas, com aqueles trocadilhos bem típicos de marchinhas), a gourmetização de tudo, a declaração infeliz do prefeito de Guarapari (ótima letra!!!) etc.

Enfim, acho que não tem nenhuma unanimidade neste ano, nenhuma favoritíssima ao prêmio, como aconteceu no ano passado com o Baile do Pó Royal.

Por isso, ouça todas elas e escolha a sua favorita:

  1. Adão e Eva (Mauro Bainha / Douglas Silva / Victor VDS / Ewerton Augusto)
  2. Bibi fomfom (Du Macedo/Francisco Forreaux/Julia Bianchi)
  3. Cordão da Conceição (Chico Amaral)
  4. Do desespero à alegria (Pablo Castro)
  5. Essa cana-bidiol (Ruston Albuquerque, André Albuquerque e Ricardo Gomes)
  6. Eu quero todo mundo dando beijo na boca (Luiz Rocha)
  7. Eu sou Charlie (Valdênio da Adelaide)
  8. Explosão Gourmet (Alexandre Pimentel e Guilherme Freitas)
  9. Marchinha do Chove não move (Maurício Ribeiro)
  10. O Diabo que carregue (Makely Ka)
  11. Rejeitados de Guarapari (Flávio Boca, Rae Medrado, Sérgio Duá)
  12. Rock’and roll de carnaval (Rafael Fares, Thiakov, Nando Goulart)
  13. Selfolia (Gustavo Maguá/Vitor Veloso/Alexandre Horta)
  14. Sudorese em BH (Thiago Dibeto / Marcelo Guerra / Olavo Botelho)
  15. Tira a mão do meu pai (Zezé Daniel e Marcos Frederico)

Minhas favoritas e que ganharão minha torcida são a da gourmetização, a de Guarapari e a do pau de selfie — a única, aliás, a fazer trocadilhos sexuais, que são uma tradição no Carnaval brasileiro desde os tempos da minha bisavó, mas quase não foi explorada pelas outras marchinhas. Eta, povo certinho…! 🙂

E você, gostou mais de qual ou quais delas? 😀

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Por que será que o Planalto não sabia?!

Texto escrito por José de Souza Castro:

Lia-se no dia 28 de janeiro, no Blog do Planalto, declaração do governador Fernando Pimentel, após reunião com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília: “Pela primeira vez o governo federal tomou conhecimento da gravidade da situação hídrica de Minas Gerais.” Segundo ele, a situação é grave: cerca de 50 municípios enfrentam racionamento e quatro estão em colapso eminente. Além disso, outras 100 cidades estão em estado de alerta.

“Pela primeira vez…”. Causa estranheza tanto desconhecimento do Planalto sobre a situação hídrica em Minas. Não se entende por que os mineiros Dilma Rousseff e Fernando Pimentel tenham se surpreendido. Não faltaram alertas, ao longo de 2014. Li-as até mesmo em editoriais de um jornal tido como aliado ao governo de Minas – o “Hoje em Dia”.

Não pretendo que tão altas autoridades da República leiam os editoriais desse ou de qualquer outro jornal, mas a questão não ficou restrita a editoriais. Quem leu o que se escreveu, certamente, não se surpreendeu.

No dia 27 de janeiro, ao discorrer sobre o projeto de construção do mineroduto de 482 quilômetros pertencente ao Grupo Votorantim e a uma empresa chinesa, a Honbridge Holding, para ligar uma usina de beneficiamento de minério de ferro em Grão Mogol, no Norte de Minas, e um porto em Ilhéus, no Sul da Bahia, o editorial daquele jornal que não era mais do bispo Edir Macedo, mas de um amigão da família Neves que governava então o Estado, alertou: “Muito já se disse sobre a inconveniência do transporte por mineroduto, em vez de ferrovia, numa região em que a água é escassa.”

Pelo projeto aprovado pelo então governador Antônio Anastasia, segundo o editorial, “12 milhões de metros cúbicos de água seriam consumidos anualmente pelo mineroduto, num prazo mínimo de 25 anos”. Pior, o empreendedor não precisaria mais investir na construção de duas barragens, porque a SAM – nome da empresa constituída para tocar o projeto – “conseguiu junto à Agência Nacional de Águas (Ana) outorga para captação de 6.200 metros cúbicos de água por hora na represa de Irapé, no município de Berilo”. E não deixou de lembrar que essa barragem foi construída pela Cemig, empresa controlada pelo governo mineiro, que aparentemente havia concordado com a tramoia.
E Pimentel, que anteontem pediu à presidente recursos para obras emergenciais, a serem feitas até novembro próximo para aumentar a captação de água da bacia do Paraopeba, para abastecer o sistema Rio Manso, na região metropolitana, será que ele concorda em se usar a água escassa para transportar minério de ferro?

Será que ele vai tomar conhecimento desta reportagem publicada ontem pelo O Tempo e orientar a bancada governista na Assembleia Legislativa a aprovar os projetos de lei que pretendem acabar com o uso da água escassa para transportar minério em Minas?

Será que vai cair a ficha, finalmente, após a chuva teimar em não cair na quantidade necessária para aplacar a sede dos mineiros? O governador empossado neste mês disse em Brasília que os reservatórios que compõem o sistema de abastecimento na região metropolitana de Belo Horizonte apresentavam 70% da capacidade em janeiro de 2014 e que, um ano depois, o nível caiu para 30%. “Essa situação já podia ter sido detectada em meados do ano passado”, disse.

Não foi? Mas, então, por que um editorial do “Hoje em Dia”, de 6 de fevereiro, já apontava a possibilidade de apagões de energia elétrica no país, em razão da provável escassez de água nos reservatórios das hidrelétricas? Aliás, pouco antes, já se registrara apagões em cidades de 11 estados, deixando 6 milhões de consumidores sem energia, por algum tempo. Em Minas, segundo a Cemig, lembrou o editorial, o corte durara 56 minutos, atingindo 230 mil moradores de 63 municípios de cinco regiões. E mais: “O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, informou ontem que o volume de água que entrou naqueles reservatórios no mês passado foi o pior desde 1954”.

Não era uma situação suficientemente grave para que o Planalto tivesse tomado conhecimento dela, há quase um ano? E iniciasse uma campanha de esclarecimento e conscientização da população.
Por que só agora, segundo o mesmo Blog do Planalto, o governador Pimentel veio a público informar que estão em curso campanha de conscientização para uso racional de água e cobrança de sobretaxa para quem consumir acima da média? Essas medidas, disse Pimentel, já podiam ter sido adotadas há seis ou oito, meses atrás, e não foram. “Vão ter que ser adotadas agora com atraso e, portanto, com mais intensidade.” Fica difícil, até mesmo para ele, que não governava o Estado naqueles meses, lavar suas mãos com tão pouco.

Pergunta-se: por que só agora ele vem a público para tratar dessa importante questão? Em 2014, não era Pimentel ministro influente do governo e, em seguida, candidato a governar Minas?
Se houvesse se informado, ele poderia, por exemplo, ter lido outro alerta num editorial do “Hoje em Dia” – um jornal que, por ser ligado a Aécio Neves, não poderia ter passado despercebido ao futuro candidato petista ao Governo de Minas – publicado no dia 17 de fevereiro. Aliás, não faltaram entrevistas exclusivas de Pimentel àquele “jornal pequeno” (como classificou Aécio o ex-jornal do bispo, durante a campanha eleitoral), quando elas lhe foram convenientes.

O novo editorial dizia que o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, acabara por admitir riscos de apagões de eletricidade no Brasil, dependendo da entrada ou não de grande volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, nos próximos meses. “Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde se localiza grande parte desses reservatórios, o período de chuvas geralmente acaba com as águas de março”, escreveu o artigo de opinião do jornal, acrescentando:

“E os reservatórios dessas regiões, que abastecem cerca de 70% das hidrelétricas brasileiras, estão com volume de água abaixo do normal nessa época do ano. Na quinta-feira, sua capacidade de armazenamento estava ociosa em mais de 64%. O volume de água das represas é o mais baixo desde fevereiro de 2001, quando foi decretado racionamento de energia no Brasil pelo governo Fernando Henrique Cardoso” […). “Não é o caso de decretar racionamento agora, porque hoje o país dispõe de número maior de usinas que não utilizam a força das águas para gerar eletricidade. Elas podem ser acionadas para poupar água dos reservatórios, mas a energia é mais cara e bem mais poluidora. Há outra providência que o governo pode tomar sem mais demora: convocar a população para poupar água. Se avisadas do risco, certamente as pessoas vão colaborar.

Em Belo Horizonte, por exemplo, é muito comum ver moradores desavisados, varrendo despreocupadamente as calçadas com jatos de água tratada da Copasa. É uma questão que não pode ser deixada exclusivamente por conta da empresa, para que faça uma campanha publicitária para alertar a população. Mesmo porque, diminuindo o consumo, cai o faturamento e o lucro de uma empresa que, embora controlada pelo governo de Minas, tem um grande número de acionistas privados e ações negociadas nas bolsas de valores.

No entanto, bem orientada pelo governo, a Copasa pode buscar soluções para um problema com potencial para afetar milhões de consumidores.”

No dia 11 de março, após a presidente Dilma Rousseff afirmar que não haveria problemas para o fornecimento de energia elétrica no país, o jornal voltou ao assunto, afirmando que “são preocupantes os níveis dos reservatórios de água que abastecem a população e as hidrelétricas da região Sudeste do país”. O editorial exemplifica com a represa de Furnas, que registrava “o nível mais baixo dos últimos 13 anos, para essa época do ano. “Ele baixou um metro e meio nas duas últimas semanas, chegando no domingo passado a 17,4%, apesar das chuvas nas bacias dos rios Grande, Paranaíba e Paraná, onde se localizam oito hidrelétricas que recebem água de Furnas”. E acrescenta:

“A escassez de chuvas pode não apenas causar futuramente o racionamento de energia, como o de água. Algumas cidades mineiras, como Pará de Minas, já enfrentaram em fevereiro esse problema, que agora está afligindo moradores da Região Metropolitana de São Paulo, maior concentração populacional do país.” E concluí: “É melhor prevenir do que remediar. Adiar medidas para evitar falta de luz e de água, por medo de exploração política de adversários, pode ter um preço alto em outubro.”

No dia 7 de junho, outra profecia que começa a se realizar:

“Mas outra espécie de bomba pode estar sendo armada, com grande possibilidade de explodir no ano que vem, meses depois das eleições presidenciais. O governo estaria represando os preços da gasolina e da energia elétrica. Esta última, pelo menos, deveria estar custando mais, pois aumentou o uso de energia mais cara, a termoelétrica, em substituição à produzida pelas hidrelétricas, para poupar água. O governo adiou a cobrança da fatura para o ano que vem, depois de empossado o presidente eleito em outubro.”

O mesmo “jornal pequeno” voltou a insistir sobre a necessidade de economizar água – ou de preservá-la – nos editoriais de 23 e 30 de março, nos dias 2, 9, 17 e 27 de abril, no dia 12 de maio e no dia 6 de junho. No texto de maio, afirmou-se que a Petrobras teria no futuro a mesma importância da Agência Nacional da Água (Ana), pois a água doce seria tão valiosa, escassa e necessária, como o petróleo.

Ninguém discute o valor da Petrobras. Mesmo aqueles que tentam desvalorizá-la com denúncias e mais denúncias de corrupção para comprá-la barato dos brasileiros. Quanto a isso, pouco resta a fazer, a não ser botar um pouco de juízo na justiça e na imprensa. E torcer para que a ANA não passe pelo mesmo processo. Pois, em se procurando, é possível que ali também a Polícia Federal encontre a ação de corruptos e corruptores. A explicar, por exemplo, por que se autorizou construir minerodutos em regiões em que já se sabia ser bastante escassa a água.

Pimentel pode, sim, ter um papel importante na busca de solução para a água, pois, além de governar Minas – a antiga “caixa d’água do Brasil” – ele tem excelente relacionamento com a presidente Dilma. Que, bem informada, finalmente, não se negará a agir corretamente com os mineiros.


 

Nota da Cris: Era meu pai quem escrevia os editoriais do jornal “Hoje em Dia” nos períodos citados, e abordou a crise hídrica diversas vezes, por considerar um assunto de grande importância. Infelizmente, parece que nossos governantes não têm a mesma consideração pelo tema que a gente tem…

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Um dia na roça

Nesses tempos de seca (agora finalmente alternada com uma chuvinha), coloco algumas fotos para arejar este blog um pouquinho. Que ajudem a descansar a vista de todos vocês, como descansaram a minha 😉

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20 ferramentas para te ajudar no trabalho

Você pode ser jornalista, dentista, engenheiro ou advogada. Não importa muito a profissão: hoje em dia quase todo mundo usa o computador em algum momento do expediente. (Ok, não dá para generalizar, porque alguns trabalhos são mais manuais, mas, ainda assim, é muita gente). E, seja qual for a tarefa que você executa, alguns aplicativos e sites podem te ajudar a organizar melhor suas atividades.

Selecionei alguns bem básicos para você ver se eles podem se encaixar em suas necessidades:

GOOGLE DOCS e AGENDA

O Docs é o pacotão “Office” do Google. Ou seja, é o Excel e o Word com a vantagem de estarem na nuvem, podendo ser acessados de qualquer computador com internet. Vale muito a pena usar o Docs para guardar sua agenda de contatos profissionais, por exemplo, ou ao menos fazer o backup dela. Assim, se você estiver na rua e algum cliente ou alguma fonte (no caso dos repórteres) te ligar, você pode acessar a internet pelo celular e fazer o registro daquela ligação, ou buscar um contato, de maneira mais ágil. No meu Docs, por exemplo, eu guardo minha escala de plantões (para eu me organizar de qualquer lugar), minha agenda de telefones de fontes, a agenda dos telefones dos colegas de trabalho, dentre outros documentos. Se você for usar mais especificamente como agenda/calendário (por exemplo, se quiser uma ferramenta para anotar o horário marcado para seus clientes ou pacientes), o Google Agenda é mais útil que o Docs.

fontesFEEDLY

Já fiz um post só sobre os leitores de feeds, de tanto que gosto deles. Veja AQUI. Depois que fiz o post, acabei adotando o Feedly como meu leitor oficial, por ser o mai rápido e estar aceitando algumas buscas internas mesmo para quem não tem a versão paga. O legal desses leitores é que você pode selecionar aqueles sites de notícias, blogs ou páginas que divulgam assuntos ligados à sua profissão e ler tudo no mesmo lugar. Por exemplo, se você for médico, pode colocar no seu feedly as páginas do CRM, do CFM, de revistas científicas, de laboratórios, de sites de profissionais da sua área (enfim, do que quer que você costume usar como fonte de informação), além de criar uma pastinha para colocar seus sites de jornais favoritos e outra para colocar os blogs que mais gosta de ler, extraofício (tipo o “blog da kikacastro” ;)). Aí você pode aproveitar todos os seus momentos de folga, ou tirar uma hora por dia para ler todas as informações do Feedly, inclusive do smartphone.

feedly

TRELLO

O Trello é sensacional! É um site que permite que você se organize, mesmo se você trabalhar em uma grande equipe. É prática, fácil de usar e evita o retrabalho, que é uma das piores coisas do mundo. Funciona assim: você adiciona todas as pessoas da sua equipe. E cria colunas, do tipo: “Para fazer”; “Em processo”; “Pronto”; “Pendências” etc. Daí você cria um card com o trabalho que precisa ser feito e o coloca na coluna “Para fazer”, por exemplo. Uma das pessoas da equipe coloca a carinha dela lá, indicando que pegou essa tarefa para ela. E, depois de pronta, arrasta para “Pronto”. Ela pode inserir comentários naquele card, colocar outras pessoas nele, marcar alguém, colocar etiquetas de cor para indicar se uma tarefa é mais ou menos urgente etc. E só as pessoas cadastradas naquele “board” têm acesso ao que está sendo executado ali. Enfim, acho que pode ser muito útil pra todo tipo de profissional. Inclusive para quem trabalha sozinho. Para vocês terem uma ideia, criei um trello só para colocar as ideias de posts para este blog, para não esquecer. Se tenho uma ideia legal, mesmo no meio da rua, acesso o trello no celular e crio um card para ela. Se tenho novas ideias relacionadas àquela primeira, faço comentários no card. E arquivo ele toda vez que o post vai ao ar. Vejam a aparência do Trello do meu blog (este card marcado de vermelho foi uma sugestão da leitora Dri, que ainda não consegui fazer):

trello

 

DICIONÁRIOS ONLINE

Se seu trabalho envolve lidar com palavras (por exemplo, se você também for jornalista, ou se for advogado), há alguns sites que são muito úteis. O Dicionário de Sinônimos Online oferece sinônimos para as palavras, para você não ficar repetindo o mesmo termo o tempo todo, empobrecendo o texto. Ou quando foge a palavra na hora da pressa…. O Volp é o dicionário oficial da Academia Brasileira de Letras, que é a melhor forma de consultar todos os verbetes da língua portuguesa de acordo com a nova ortografia. Por exemplo, se você está em dúvida se infravermelho agora se escreve com ou sem hífen, pode colocar a palavra lá e ele te informa qual é a forma oficial da nova ortografia. Também é possível buscar parte da palavra. E agora existe o aplicativo do Volp, para smartphones e tablets. Se você quiser um dicionário da língua portuguesa, com os significados mesmo, meu favorito é o Dicio. Além de trazer o significado da palavra, ele traz alguns sinônimos, as conjugações, palavras que rimam e até anagramas!

dicio

Ainda estou testando, mas por enquanto gostei do Wikcionário como opção de dicionário para smartphones. Ele funciona até offline, o que é uma grande vantagem. E tem muitos vocábulos.

O melhor dicionário de tradução, na minha opinião, é o WordReference. Ele faz a tradução de váááários idiomas. O legal é que traz várias alternativas de tradução, incluindo as gírias e mais coloquiais. E, em alguns casos, traz até um áudio com alguém falando aquela palavra, para mostrar como se pronuncia.

MULTIMÍDIA

Precisa de fotos ou trilhas para algum projeto, reportagem ou apresentação, por exemplo, mas não quer ter problemas com direitos autorais? O site Fotos Públicas oferece diversas fotos gratuitas, do mundo todo. E o FreePlayMusic traz mais de 15 mil músicas que podem ser colocadas no seu arquivo de Youtube ou vídeo e não te darão problema com gravadoras. O legal é que você pode escolher pelo gênero musical e até pelo clima que você precisa (por exemplo, uma música que seja “alegre” ou que seja “tensa”).

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PHOTOSHOP

Sabia que existe um Photoshop Online Grátis? É só o que eu falo: bom demais 😀

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BUSCA DE ESPECIALISTAS

Várias universidades já fizeram sistemas de buscas de especialistas. Um dos meus favoritos é o da PUC Minas: você pode escolher um especialista por nome do professor, por curso ou faculdade e até por assunto. Por exemplo, precisando de algum professor para falar sobre recursos hídricos, nesses tempos de seca (uma fonte para reportagem ou um palestrante para sua empresa, por exemplo), você faz essa busca e aparece o nome de um professor, seu currículo, seu telefone e email:

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GRAVADOR DE ÁUDIO

Várias pessoas precisam de um gravador em suas profissões. Além dos repórteres, também os advogados, pesquisadores, cientistas e outros profissionais precisam de gravar constantemente. Eu custei a encontrar um aplicativo bom para gravar, que permitisse gravar inclusive ligações. Finalmente encontrei um para Android. Anotem aí: Easy Voice Recorder. É gratuito e muito fácil de usar. Tanto a sua voz quanto a do interlocutor ficam com o áudio muito claro, sem interferências.

BACKUP DE SITES

Você tem um site ou um blog, onde armazena diversas informações profissionais importantes. Não quer correr o risco de perder tudo. Que tal fazer um backup e, ao mesmo tempo, guardar tudo aquilo em um arquivo PDF único, como se fosse um livro? Vale também para seus tweets. O site BlogBooker faz isso de um jeito muito simples. Já fiz um post a respeito, veja AQUI o passo a passo.

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JUNTAR E SEPARAR PDFs

Você tem um documento gigante de PDF e precisa quebrá-lo em vários documentos menores? Ou o contrário: te passaram 100 páginas de PDF e você precisa reuni-los num só documento? Um bom programinha para fazer isso é o Gios PDF, que você pode baixar AQUI, por exemplo.

PORTFÓLIO ONLINE

Se você já tem um material farto de seu trabalho e quer montar um portfólio online, para ser compartilhado junto com seu currículo, em seu site ou encaminhado por email, o melhor jeito de reunir tudo é pelo Issuu. Já fiz um post sobre isso. CLIQUE AQUI para ler.

ARMAZENAMENTO DE DADOS

Existem vários serviços para guardar arquivos na internet (na nuvem). Mas o Dropbox é reconhecidamente o melhor e é gratuito. É um jeito simples de compartilhar arquivos pesados, como áudios, vídeos, fotos e livros inteiros. Tanto para outras pessoas como para que você mesmo possa acessar tudo de qualquer computador conectado à internet. É ele que uso, por exemplo, para compartilhar as barbearias de blues do blog 😉

drop


 

Bom, é isso! Espero que as dicas sejam úteis em seu dia a dia. Se precisar de algo mais específico que ainda não está listado aqui, me fale o que é e posso correr atrás 😉

Por que manter nossos cabelos cacheados

Foto de ontem, com o cabelo na altura dos ombros.

Foto tirada ontem, com o cabelo na altura dos ombros e um resquício de franja.

É a segunda vez que assisto a uma campanha publicitária da Unilever (neste caso específico, da marca Dove) e tenho vontade de chorar de emoção. A anterior era sobre a real beleza (veja AQUI). Agora foi sobre um assunto que me toca ainda mais: os cabelos cacheados.

Assista abaixo (em inglês):

O que mais me chamou a atenção neste vídeo foi a visão das crianças. Nunca tinha me passado pela cabeça, já que não tenho filhos, mas elas devem se sentir mais feias por terem cabelos enrolados, já que veem suas mães e ídolas — de cabelos naturalmente enrolados — fazendo de tudo para deixá-los mais lisos.

Eu tenho cachos e gosto deles. Nesses tempos de métodos japoneses infalíveis, em que 90% das mulheres estão com os cabelos alisados, acho que os cachos se destacam ainda mais na multidão. E já existem N produtos próprios para eles, então não é difícil manter o cabelo natural e, ao mesmo tempo, bem cuidado. (Belo Horizonte já até ganhou um centro especializado em cabelos crespos, veja AQUI).

Se você tem cabelos cacheados, e os mantém lisos há muito tempo, que tal fazer uma “experiência” neste começo de ano novo? Deixe seus cabelos voltarem ao normal, faça um corte que combine com seu rosto (veja sugestões AQUI e AQUI) e celebre seus cachos, que são cada dia mais raros — mas também já li que voltaram a ser “tendência” 😉 Acho que o importante é a gente se sentir bem com a gente mesma, então, se a experiência não te agradar, nada impede que você volte a alisá-los…

Na minha cabeça, só muda o corte: os cachos continuam por lá em 99% do tempo. E, nos últimos cinco anos, tenho mantido o cabelo mais curto (quando ele cresce, os cachos diminuem…). Como sou eu mesma que corto meus cabelos, o resultado quase sempre é imprevisível e inimitável, rs. Veja algumas das carinhas irrepetíveis neste período de tempo:

cachos

 

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