Um refúgio de paz e alegria, cercado pela natureza, a 48 km de Beagá

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Um pedaço de roça, cercado de natureza exuberante, com serras e vegetação de Mata Atlântica, em que não pega nem telefone.

Para chegar até lá, uma BR em boas condições, uma MG simpática, rodeada por linda paisagem, e uma estrada de terra num curto trajeto de 7 km, mas que, percorrida devagarinho, como a prudência e o sabor obrigam, leva cerca de meia hora de direção.

Uma pousada bem simples, que nos faz sentir em casa imediatamente, com almoço bem temperado, uma coxinha deliciosa de lanche, cerveja gelada, animação e música à noite e, no café da manhã, hummm, quitutes maravilhosos como pão de queijo caseiro, biscoito quebra-queixo, biscoito frito da roça, bolo com calda de chocolate — tudo quentinho, quentinho, feito na hora mesmo.

Um curso d’água limpo que margeia a pousada e, lá dentro, numa pequena represa artificial, vira uma cachoeirinha agradável, de água nem tão gelada assim, em que alguns sentam para conversar e comer um churrasco, e pais e filhos brincam ou relaxam, verdadeira piscina de hidromassagem natural.

Bem perto, cachorros, galinhas, um galo cantador, um pato, dois gansos muito estressados, cavalos de passagem, bois nos pastos distantes, mil passarinhos.

Não tem nenhum luxo, não tem um super parque para as crianças, a piscina não é aquecida. Os brinquedos, tirando a cama elástica, já estão bem desgastados (escorregador, totó, sinuca, balanço de pneu). Mas seu filho fica numa alegria que você nunca viu antes, encantado com a natureza, deixando brinquedos de plástico e celular de lado para catar pedrinhas, sementinhas, folhinhas e galhos, brincar na areia, ver os bichos, nadar e cantar! Continuar lendo

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Sejamos mais cachorros!

Einstein

Einstein

Um amigo meu, que preferiu não ser identificado no post, escreveu uma mensagem tão inspiradora que resolvi compartilhá-la aqui no blog. Para pensar:

“Decidi falar aqui da morte do Einstein, que já rolou há um tempo, para pedir para vocês serem mais cachorros. É que bateu uma saudade imensa dele e o tempo nunca foi muito importante entre a gente. Tive na vida a oportunidade de ir aprendendo com os cachorros a ser mais descalço, mais pelado, mais carinhoso e mais alegre. A gente já vive num mundo tão humano, somos tão obcecados com objetos e eletricidade que nos esquecemos do maravilhoso mistério de nossas próprias biologias. Nossa amizade com os cachorros é em seus poucos milhares de anos talvez a mais profícua relação entre duas espécies, basta olhar e ver. Que no mundo de curtições, catucações e bajulações narcisísticas possamos sempre olhar para nossa ancestralidade comum com os cachorros e, ao invés de fantasiarmos eles como pessoas, possamos ver em nós os mamíferos que somos. Sejam mais cachorros e me chamem para que juntos uivemos sob a lua.”

O lindo cachorro Einstein e seu dono, em foto de arquivo pessoal dele.

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Um dia na roça

Nesses tempos de seca (agora finalmente alternada com uma chuvinha), coloco algumas fotos para arejar este blog um pouquinho. Que ajudem a descansar a vista de todos vocês, como descansaram a minha 😉

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