Minha resenha de ‘Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar’

gilmore

Nesta sexta-feira (25), Luiz me acordou às 6h30 e, pouco tempo depois, estávamos eu e Beto assistindo ao episódio inédito “Inverno”, de “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”.

Fiquei emocionada, arrepiada e até chorei em alguns momentos, tomada pela nostalgia de ver como progrediram, quase uma década depois, personagens que acompanhei desde os meus 15 anos.

Quase em seguida, escrevi uma primeira resenha sobre essa temporada inédita (mas ainda sem ter visto “Primavera”, “Verão” e “Outono”).

Para quem quiser comentar comigo, dê uma espiada em minha resenha AQUI 😉

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Pare o que estiver fazendo!

É hoje!

😀

Aí um monte de memes das Gilmore Girls para entrarmos no clima:

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10 dicas e meia de filmes e séries para assistir na Netflix

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Contei aqui dia desses que eu só decidi assinar a Netflix por causa de “Gilmore Girls“, minha série favorita do universo. Além de as sete temporadas estarem disponíveis no serviço, eles ainda estão para lançar, AMANHÃ, quatro episódios inéditos das garotas Gilmore! \o/

Ou seja: minha dica número 1 para qualquer ser humano que tenha Netflix em casa é assistir à série Gilmore Girls.

Não sou alucinada com séries ou novelas, na verdade. Então, é muito difícil eu começar a ver, do nada, uma série nova. Muito menos assistir a ela toda de uma vez, fazer maratona etc. Mas foi o que fiz com a série “Stranger Things“, no início deste semestre. Se você gosta de suspense, sci-fi e nostalgia, tudo no mesmo pacote, fique com esta dica número 2 😉

A dica 3 é a série “Black Mirror“. Bom, na verdade esta é a dica 2,5. Porque eu só vi quatro episódios de Black Mirror até agora e ainda não tenho certeza de que gostei a ponto de recomendar. O roteiro é nota 10, as reflexões que ele traz sobre o uso da tecnologia são nota 11 e as atuações são, de um modo geral, legais. Mas é uma série absolutamente ANGUSTIANTE. Se você é do time que gosta de pensar que o mundo está caminhando para se tornar um filme de terror, vai fundo! Se você prefere pensar em um futuro menos sombrio, solitário, claustrofóbico e egoísta, então talvez seja melhor assistir a outro programa.

Agora vamos às oito dicas de filmes disponíveis na Netflix, alguns relativamente antigos, mas que sempre valem a pena de serem vistos e revistos. Vou colocar em ordem cronológica: Continuar lendo

Falta menos de 1 mês para o evento mais esperado de 2016!

As Gilmore Girls! Foto: Reprodução

As Gilmore Girls! Foto: Reprodução

Em 2015, o evento que eu mais esperava, com mais ansiedade, era o nascimento do Luiz.

Neste ano de 2016, o evento que eu mais espero, ansiosamente, é o lançamento dos quatro episódios inéditos da melhor série já criada e exibida na história da humanidade: “Gilmore Girls“!

Esta é a única série que já vi, inteirinha, de cabo a rabo, mais de uma vez (na verdade, umas cinco vezes), e a única que tenho todos os DVDs, na esperança de rever outra penca de vezes. Até assinei o Netflix SÓ POR CAUSA de Gilmore Girls, acreditam? E já apliquei meu marido no vício; um dia, quem sabe, o Luiz também vai assistir ao nosso lado e se apaixonar por esses diálogos rápidos e sensacionais dessas duas garotas e de todos os doidinhos que as cercam.

No dia 25 de outubro, a Netflix, que vai lançar os inéditos, soltou o trailer dessa nova minitemporada. Por um lado, achei ruim, porque estragou várias surpresas. Então, se você for como eu, que adora surpresas, é melhor não ver. Por outro lado, fiquei até arrepiada revendo aqueles rostos conhecidos, agora nove anos mais velhos, e imaginando o que terá acontecido naquelas vidinhas durante quase uma década de separação.

Assista (ou não, rs):

Enfim, agora, estou, literalmente, contando os dias para a estreia.  Falta menos de 1 mês. Já dá para fazer risquinhos na parede tipo presidiário? 😀

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As Stars Hollow de Minas

Gonçalves, em Minas, uma das cidadezinhas encantadoras onde eu adoraria viver. Foto: CMC

Gonçalves, em Minas, uma das cidadezinhas encantadoras onde eu adoraria viver. Foto: CMC

Quem nunca pensou em morar numa cidadezinha, em algum momento da vida?

Eu adoro morar na capital, em uma cidade com boa infraestrutura e quase tudo de que preciso, mas, vez por outra, preciso me refugiar em alguma rocinha para descansar de um jeito que em Beagá eu não consigo. Ir para o sítio, a Serra do Cipó ou algum mato qualquer, onde dê para enxergar mais estrelas durante a noite, menos prejudicadas pelo excesso de luzes no chão.

Quando chego nessas cidades, fico encantada com a tranquilidade, com a sensação de que todos se conhecem, com o artesanato local, com as comidas deliciosas e simples, com o preço mais barato de tudo. As pessoas se cumprimentam mais, são mais cordiais, menos apressadas. Há um outro ritmo, outros passos para a vida.

Mas logo sinto necessidade de me acelerar de novo e voltar à minha rotina frenética.

Fico me perguntando se um dia, quando eu tiver me aposentado, vou querer me esconder em um desses recantos pacatos. Se sim, vou buscar a lista de possíveis cidades para morar nesta reportagem AQUI, que fala das 156 cidades mineiras que não tiveram nenhum homicídio registrado em cinco anos, segundo os dados do Mapa da Violência.

Ajudei a fazer a matéria e, enquanto procurava as fotos dessas cidades, me espantei com a tranquilidade que existe até nas imagens. A padaria chama só “padaria”, o casamento é um evento local que lota a igreja, a iluminação da pracinha é amarela, há pessoas sentadas nos banquinhos das praças, namorando ou conversando — e uma infinidade de belezas naturais.

Todas elas, com cerca de 4.600 habitantes em média, lembram a cidade fictícia de Stars Hollow, do meu seriado favorito, “Gilmore Girls”, onde a graça da vida está fundamentalmente nas pessoas, nos doidinhos e estranhos, e nos festivais locais, que mobilizam todo mundo. Também me lembram as cidadezinhas que eram cenários dos livros de Agatha Christie — onde, curiosamente, os piores assassinatos aconteciam.

Pode ser que o mundo da ficção seja melhor do que a realidade que eu encontraria nesses refúgios, mas, pelo menos, tenho certeza que lá não ouvirei o barulho de britadeiras em todas as esquinas. E passarinhos são muito mais inspiradores do que marteladas de obras, então é possível que, morando lá, eu finalmente encontre um jeito de escrever meu livro. Quem sabe quando eu me aposentar…

E você, tem um refúgio favorito? É uma dessas cidades da reportagem?


 

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