Em 5 anos, Carnaval de BH quintuplica número de foliões

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Te convido a dar uma boa olhada neste gráfico aí em cima, feito por mim a partir de dados da Belotur.

Repare que, em 2013, ano do “boom” do Carnaval de Belo Horizonte, a estimativa de público circulante (fluxo de pessoas) girava em meio milhão.

Naquele ano, a estrutura que a prefeitura tinha montado era para um Carnaval com até 150 mil pessoas. Afinal, até então, a capital mineira virava uma cidade-fantasma no feriadão, enquanto cidades como Ouro Preto, Diamantina, Tiradentes, Bom Despacho, Abaeté e outras bombavam de gente.

Carnaval de 2015: A multidão do bloco do Peixoto, no bairro Santa Efigênia. Foto: CMC

Carnaval de 2015: A multidão do bloco do Peixoto, no bairro Santa Efigênia. Foto: CMC

Depois do susto que a PBH notou com o público mais de três vezes maior que o previsto (leia AQUI uma notícia da época), BH passou a atrair mais e mais foliões e teve que repensar radicalmente sua relação com a data. Em 2014, o fluxo de pessoas ainda dobrou. Em 2015, aumentou mais meio milhão. Idem, em 2016. E, neste ano, a estimativa da Belotur já é de que 2,4 milhões de pessoas participem da festa, sendo 500 mil turistas.

Você tem o direito de duvidar desses números, porque a população moradora da cidade, segundo o IBGE, é de 2,5 milhões. Mas uma coisa é fato: nunca se viu Beagá tão lotada assim! E, a cada ano, nosso Carnaval bomba mais.

O que isso significa, na prática? Segundo o Observatório do Turismo de Minas Gerais, significa: Continuar lendo

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Grupos de WhatsApp: 10 dicas de BOM SENSO para seus participantes

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O post que entrou hoje no blog da Flexis merece ser compartilhado por aqui, porque é um assunto que eu queria abordar há séculos!

Confira as dicas de convivência e bom senso:

 

1. Não conversar especificamente com uma pessoa, sobre um assunto que só interessa a vocês dois, por meio de um grupo.

Se você está num grupo de trabalho, por exemplo, que tem uma equipe com dez pessoas, pense que, a cada mensagem que você enviar, estará fazendo com que outras nove pessoas pensem no trabalho mesmo fora do horário do expediente. Use esse grupo apenas para compartilhar o que pode interessar a todos! Você tem uma dúvida que diz respeito a apenas uma pessoa e não interessa a mais ninguém? Mande para o WhatsApp DAQUELA pessoa, e não para o grupo.

2. Evitar a formação de “panelinhas” dentro do grupo.

Imagine um grupo de amigos de infância que tem pessoas hoje morando em várias partes do Brasil. Metade delas está em São Paulo, o restante em outros Estados. E essas pessoas de São Paulo ficam o tempo todo marcando saídas para os botecos locais ou falando de situações locais que apenas interessam a elas. Ou um grupo de dez mulheres com três que já são mães e ficam falando sobre maternidade o tempo todo, assunto que não interessa às demais. Que tal formar outro grupo, menor, só para tratar desses interesses específicos? Assim você evita que uma porção de amigos se aborreça e perca tempo recebendo mensagens desinteressantes a toda hora.

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3. Não falar de política (futebol e religião) em grupos de trabalho.

Se nos grupos da família e dos amigos já é melhor evitar discussões, por ser o WhatsApp tão pouco adequado para um debate tranquilo, esta vira uma regra de ouro em grupos de trabalho. A tensão pode prejudicar toda a equipe e até criar problemas para a empresa. Se alguém tocar nos assuntos espinhosos, vale a pena desconversar ou responder de forma neutra.

4. Não compartilhar informações sigilosas pelo WhatsApp.

Já reparou que a coisa mais fácil do mundo é compartilhar uma mensagem do WhatsApp para outros usuários, né? Basta pressionar e apertar uma simples setinha para que os textos ou imagens vão parar em outra conta. Isso sem mencionar as capturas de imagem das telas do celular. Não se comprometa. Segredos, informações delicadas, fofocas, nada disso combina com esta rede social (ou com nenhuma rede social, podemos dizer).

CLIQUE AQUI para ler todas as dicas no post original.

 

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‘Sim, Papai Noel existe’: leia a carta escrita há 120 anos e que ainda comove

NOVIDADE NO BLOG: você também pode ouvir este post, além de lê-lo! Pretendo fazer essa experiência em outros posts do blog, por meio da plataforma gratuita Vooozer, mas começo por este, como um teste*. Espero que gostem! 😉

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Virginia O’Hanlon em 1897 | Foto: James Temple / Newseum

Virginia O’Hanlon em 1897 | Foto: James Temple / Newseum

O outono se iniciava em Nova York naquele ano de 1897 quando chegou ao jornal “The Sun” uma carta escrita por uma garotinha de 8 anos, chamada Virginia O’Hanlon, que dizia:

“Caro editor: eu tenho 8 anos de idade. Alguns dos meus amiguinhos dizem que não existe Papai Noel. Meu papai diz: ‘O que o jornal ‘The Sun’ disser é a verdade’. Por favor, diga-me a verdade: existe Papai Noel?”

A resposta foi escrita pelo editor Francis Pharcellus Church e publicada pelo jornal como um editorial, no dia 21 de setembro de 1897. Desde então, tornou-se o editorial mais importante da história do jornalismo mundial, com inúmeras traduções, tendo aparecido em vários livros e filmes e outras publicações ao redor do planeta.

Motivo: foi uma resposta tocante, inteligente e extremamente verdadeira. “Sim, Virginia, o Papai Noel existe.”

Se você já conhece esse texto, vale a pena ler de novo — quem sabe ao lado do seu filhote, desta vez? Se não conhece, que tal conhecer agora? Concordo com o Sun e reafirmo a todas as Virginias da atual geração de baixinhos hiperconectados: eu acredito piamente em Papai Noel! Sim, crianças, ele existe!

CLIQUE AQUI para ler o texto original, guardado no Newseum, o museu das notícias.

Abaixo, a tradução livre que eu fiz: Continuar lendo