#Playlist: a trilha sonora do festival de blues de Rio das Ostras

Vanessa Collier é esta detonando no sax!

Pensa só. Fã de blues como eu sou, e nunca pude ir ao maior festival de jazz e blues do país, o de Rio das Ostras. Geralmente ele era em agosto, se não me engano, quando eu nunca estava nem de férias nem de folga. Neste ano, em sua 15ª edição, o evento vai acontecer no feriado de Corpus Christi: daqui a pouco, entre os dias 31 de maio e 3 de junho. Adivinha só… também não vou poder ir.

E a organização chamou muita gente fera para tocar em 2018, viu. A programação já inclui, de cara, três blueseiros brasileiros das antigas, de quem sou muito fã: o gaitista Jefferson Gonçalves, o guitarrista Igor Prado e Big Gilson, que era da ótima banda Big Allambik.

Além deles, estarão lá, entre uma porção de gente legal, o guitarrista de Chicago Stanley Jordan, acompanhado de Armandinho, e a saxofonista Vanessa Collier, que adorei conhecer agora, enquanto montava esta playlist.

Sim, porque, se eu não vou poder ir ao festival, que ele venha até minha casa. Se você puder ir, vá! Rio das Ostras eu já tive o prazer de conhecer e, só pelas praias, já valeria a visita. Com música boa – e gratuita –, então, nem se fala. Mas se você estiver na mesma que eu, aproveite para curtir as músicas do pessoal que vai se apresentar por lá, e que reuni aí embaixo em uma playlist de 55 minutos de duração:

 

 

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Trilha sonora de ‘Hidden Figures’: 15 canções para você ouvir

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Como comentei ontem, na resenha de “Estrelas Além do Tempo” (Hidden Figures), a trilha sonora é um dos pontos fortes do filme.

Consegui encontrar uma lista com todas as músicas no YouTube e compartilho minha descoberta com vocês agora. São canções de soul, groove, blues, músicas maravilhosas! Destaque para “Isn’t This The World”, “Crystal Clear”, “I See a Victory”, “Runnin'” e “Mirage”. Mérito principal de Pharrell Williams, responsável pela trilha do filme.

Bom começo de fim de semana: Continuar lendo

La La Land: um brinde aos que sonham!

Para ver no cinema: LA LA LAND: CANTANDO ESTAÇÕES
Nota 10

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“As pessoas amam o que as outras pessoas fazem com paixão.”

Esta frase, que aparece em um dos vários ótimos diálogos de “La La Land” me leva a crer que Damien Chazelle e seu precioso elenco e assistentes colocaram toda a paixão que tinham neste filme maravilhoso. Saí da sala do cinema sem fôlego.

“La La Land” é uma overdose de emoções em 128 minutos. Sorri, ri, chorei, fiquei arrepiada, pensei, segui os compassos das canções, praticamente dancei na poltrona, completamente esquecida de quaisquer outras pessoas sentadas ao redor. Tive uma verdadeira experiência cinematográfica, como há muito tempo não vivia.

Escrevo este texto logo depois de ver o filme, ainda em uma espécie de estupor. E ainda sem saber a quais categorias do Oscar ele será indicado, mas torcendo para que sejam todas, todas as principais, porque é o que este filme merece. Merecem Ryan Gosling e Emma Stone por suas atuações talentosas (com direito a sapatear, bailar, cantar), merece o diretor de fotografia Linus Sandgren (o mesmo de “Trapaça” e “Joy”), merece Justin Hurwitz pela linda trilha sonora e merece Damien Chazelle por este roteiro leve e maravilhoso, que ao mesmo tempo nos faz pensar tanto sobre as escolhas que tomamos e sobre as infinitas possibilidades que cabem em uma só vida.

(Parêntesis para destacar que “La La Land” bateu recorde no Globo de Ouro, levando sete prêmios. Nesta terça-feira conheceremos os indicados do Oscar 2017, finalmente! Atualização em 24/1: o filme foi indicado a 14 categorias do Oscar, u-hu!!)

Trata-se também de um filme para os amantes do cinema, um filme que presta uma homenagem a Hollywood, fazendo referências mil a clássicos como Casablanca, Cantando na Chuva, Cinderela em Paris, Os Guarda-Chuvas do Amor, Sinfonia de Paris, Meia-Noite em Paris, e tantos outros. Daí que, apesar de se passar nos dias de hoje, o longa guarde um clima de nostalgia, até pelo gênero escolhido, o bom e velho musical.

Por falar nisso, não posso deixar de destacar que boa parte da exuberância de “La La Land” se deve à sua trilha deliciosa, cheia de jazz. É um daqueles filmes a que podemos assistir de olhos fechados. O figurino é lindo, a paisagem do filme é sempre vibrante, ensolarada, colorida, é como se sempre fosse verão em Los Angeles (o que, dizem, não deixa de ser verdade). Mas é a música que dá o tom principal. A música iletrada do jazz e as belas canções de palavras doces, como nesta interpretada por Emma Stone:

“Here’s to the ones who dream / Foolish as they may seem. / Here’s to the hearts that ache. / Here’s to the mess we make.”

Um brinde, portanto, a todos esses que sonham e que bagunçam — e transformam — nossas vidas para sempre!

Ouça a trilha sonora do filme:

 

Assista ao trailer do filme:

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Be hopper, be happy :)

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Acho legal demais quando um grupinho, com interesses ou gostos em comum, se reúne para promover aquele interesse ou simplesmente compartilhar dele juntos. Pode ser o clube dos motociclistas, a reunião dos fumantes de cachimbo, a quarta-feira dos jogadores de buraco, o grupo dos fãs de blues ou o das pessoas que adoram dançar um lindy hop.

Não sabe o que é lindy hop? É uma dança alegre, descontraída e suingada que surgiu no Harlem entre os anos 1920 e 30, ao som das Big Bands de jazz. Eu conhecia como swing jazz ou jive, mas acho que são todos ritmos irmãos, de toda forma. São coreografias maluquinhas, cheias de saltos e sapateado, que a gente vê em alguns filmes, como “Cantando na Chuva”, e que depois deram origem às danças do rock’n’roll de Elvis e Chuck Berry.

Pois bem, em 2012, alguns belo-horizontinos fãs do lindy hop se uniram para montar o grupo BeHoppers (com as iniciais de BH), de que só fui tomar conhecimento no último fim de semana, graças ao amigo Leonardo Kenji.

Na última sexta-feira, eles lançaram o clipe “I Charleston Belo Horizonte”, que levou um ano para ser filmado, e tem como cenários os principais cartões postais da capital mineira (destaquei alguns na galeria acima). O grupo pratica seus passinhos alegres ao som de uma das músicas mais alegres que existem também: “When You’re Smiling”. Veja que legal que ficou:

Dá para ver mais vídeos deles AQUI.

Ficou interessado em aprender mais sobre o lindy hop? Vai ter um workshop no próximo sábado! Mais informações AQUI.

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Dois showzaços em Belo Horizonte neste mês

tarja

Interrompo a pausa de férias para deixar duas dicas de shows ótimos que vão acontecer em Beagá neste mês, nos próximos fins de semana.

Anotem aí:

ladeumlugarNeste sábado, 9 de maio: show de lançamento do novo CD do Affonsinho, “Lá de um Lugar”, com folk, pop, rock e até um blues sensacional fechando o disco, que tem dez músicas inéditas (veja AQUI onde comprar). É o décimo disco autoral do cantor e compositor mineiro (veja AQUI uma descrição do álbum). O show também vai ter participação da cantora mineira Marina Machado. Vai ser no Teatro Bradesco (Rua da Bahia, 2244, Lourdes, BH), às 21h, com ingressos a R$ 30 (R$ 15 meia), que podem ser comprados na bilheteria ou pela internet.

Ouça algumas músicas do novo CD:


Cover-Keep-Me-300No domingo, 17 de maio: show da norte-americana Madeleine Peyroux, a Billie Holiday dos nossos dias. Ela está na turnê do novo disco “Keep me in your heart for a while”, uma coletânea com suas melhores músicas dos 20 anos de carreira — e algumas das minhas favoritas, como “I’m alright”, “Instead” e “Walkin after midnight” (clique AQUI para comprar o CD pela internet e saber mais sobre ele). O show vai ser no Palácio das Artes, às 20h, com ingressos de R$ 50 (para quem tem Vale Cultura), R$ 120 e R$ 160, com as respectivas meias-entradas. Clique AQUI para comprar pela internet (só cartões de crédito) ou compre na bilheteria do teatro.

Ouça algumas músicas presentes na coletânea:

Fica a dica 😉

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