Trilha sonora de ‘Hidden Figures’: 15 canções para você ouvir

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Como comentei ontem, na resenha de “Estrelas Além do Tempo” (Hidden Figures), a trilha sonora é um dos pontos fortes do filme.

Consegui encontrar uma lista com todas as músicas no YouTube e compartilho minha descoberta com vocês agora. São canções de soul, groove, blues, músicas maravilhosas! Destaque para “Isn’t This The World”, “Crystal Clear”, “I See a Victory”, “Runnin'” e “Mirage”. Mérito principal de Pharrell Williams, responsável pela trilha do filme.

Bom começo de fim de semana: Continuar lendo

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Trilha sonora do fim de semana :)

Johnny Cash e June cantando "Jackson" no Ralph Emery Show, em 1967

Johnny Cash e June cantando “Jackson” no Ralph Emery Show, em 1967

Neste sábado eu assisti a um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, sobre o qual já escrevi aqui no blog: “Histórias Cruzadas” (The Help).

CLIQUE AQUI para ler a resenha do filme e saber por que dei nota 10 a ele 😉

Naquele post mal citei a trilha sonora do filme, que também é sensacional. Com direito a blues, rockzinho, soul, country e todas aquelas maravilhas dos anos 60, que floresciam nos Estados Unidos.

Tem Bo Diddley, Chubby Checker, Bob Dylan, Lloyd Price, Ray Charles, Johnny Cash… CLIQUE AQUI para ver todas as músicas e artistas que participaram dessa trilha.

Você pode baixá-la a US$ 9,99 no iTunes, CLICANDO AQUI. Ou de graça, mas ilegalmente, em uma porção de outros sites. Abaixo, deixo alguns vídeos do YouTube para quem não fizer questão de baixar, mas quiser começar a semana já escutando boa música  😉

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Mais pelo disco que pelo filme

Para ver no cinema: TRAPAÇA (American Hustle)

Nota 7

trapacaO que torna este filme legal, merecedor de sua nota 7, são esses dois atores aí em cima, que formam um casal atípico de trapaceiros (ou fraudadores, pra falar em bom Português). Sydney e Irving, interpretados respectivamente por Amy Adams (“Na Estrada“) e Christian Bale (“Psicopata Americano“), dão um show. São personagens sensacionais em sua falta de escrúpulos, daqueles que a gente simpatiza com facilidade, mesmo sendo bandidos. A recriação impecável dos charmosos anos 70 e a trilha sonora deliciosa — que inclui Duke Ellington, Frank Sinatra, Thelonious Monk, Ella Fitzgerald, Temptations, Elton John, Santana, David Bowie e Paul McCartney — são um espetáculo à parte.

Os dois, Adams e Bale, concorrem ao Oscar como melhores atores principais — merecidamente, embora acho que tenham chances nulas de levar a estatueta. E os dois atores coadjuvantes — a dupla já famosa Bradley Cooper e Jennifer Lawrence — também estão concorrendo em suas categorias. Aqui vai o parêntesis: apesar de eu adorar o trabalho de Lawrence e ter dito até que ela merecia muitos prêmios por sua atuação em “O Lado Bom da Vida” (em que ela contracena com Cooper e atua de novo sob a direção de David O. Russell), aqui, neste filme, ela está sendo, definitivamente, supervalorizada. Seu papel e sua atuação são caricatos e inverossímeis demais, o que fica óbvio na cena em que ela canta o clássico “Live and Let Die”. Vejam e tirem suas próprias conclusões 😉

Mas a nota minorada nem é por conta da mais nova queridinha da América. O que me irritou foi o final. Previsível, desses que a gente já viu em dúzias de roteiros de filmes do gênero. “Nove Rainhas“, pra ficar em um exemplo, daria um banho em “Trapaça” — mas passou longe de qualquer indicação ao Oscar, ainda mais de melhor filme. Mas, no fim das contas, é a melhor trilha sonora desde “Quase Famosos“, e agradeço os trapaceiros por me proporcionarem um clipe divertido para este fabuloso disco de jazz e rock.