Quando o Eric Clapton veio ao Brasil pela última vez, em 2001, eu ainda estava no colégio, não tinha um tostão e morava em Minas, sem conhecidos nas cidades da turnê, para me receber. Ou seja, apesar de ter ficado tristíssima por isso, não tive nenhuma condição de ir vê-lo. E já adorava seus principais hits… Continuar lendo O show do Eric Clapton: na minha cabeça e na vida real.
Mês: outubro 2011
Receita de sobremesa
Abaixo, outra receita facilíssima, desta vez de uma sobremesa. Com as medidas abaixo, dá para servir num almoço com umas 15 a 20 pessoas. Se quiser fazer para menos pessoas, basta comprar potes/latas menores. Ingredientes: Uma lata de doce de leite grande (pode ser daqueles com sabor de chocolate e também pode trocar pela mesma medida… Continuar lendo Receita de sobremesa
Coisas da justiça, de Brasília aos cafundós do País
Texto de José de Souza Castro: Um grupo de pessoas participou nesta segunda-feira de manifestação diante do fórum de Bom Despacho, no interior de Minas, para pedir pressa no julgamento do pedido de afastamento do prefeito municipal. O vereador Fernando Cabral (PPS) entregou aos juízes e promotores da comarca uma carta, dizendo: “Meses atrás, num… Continuar lendo Coisas da justiça, de Brasília aos cafundós do País
Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)
Um dia, Vovó Paterna foi à casa de uma amiga, visita de praxe. Lá na roça, antigamente, era costume visitar os parentes e amigos com alguma frequência, como já não se faz mais hoje. Era até comum ter um “quarto de hóspedes” na casa, quando a visita vinha de outra cidade. E, ao receber o… Continuar lendo Fábula da sinceridade (ou: sobre cafés e sorrisos educados)
Escadarias
A revista sãopaulo do domingo passado pediu fotos de escadarias. Esta eu fotografei em Santa Tereza, Rio de Janeiro: E esta, alguém quer adivinhar de onde é? E vocês, andaram passando por muitas escadarias ultimamente? Querem enviar algumas pra gente publicar? 🙂 Fotos da primavera Fotos de janelas
Tchekhov propõe um concurso literário!
— Ficou assim depois que ganhou uma fortuna no cassino –, cochichou a senhoria, a escada rangendo atrás de si. — Acabrunhado, com medo de todos, sabe? Entra aqui, tira o chapéu com esse olhar vazio, sobe para o quarto, bate a porta. Às vezes passa dias sem comer. Não agüento ver isso. Acho que… Continuar lendo Tchekhov propõe um concurso literário!