Ontem, dia de jogo (bonito) do Brasil, acho que 80% da cidade estava de folga. Parecia um feriado e, durante a partida, as ruas ficaram desertas, como se estivéssemos em uma cidade fantasma (veja AQUI!). Foi por isso, provavelmente, que vi uma cena que me transportou direto para meu passado. Estava eu seguindo pela avenida… Continuar lendo A Copa do Mundo me transportou para a infância
Categoria: Crônicas e Contos
Crônicas e contos que às vezes me arrisco a escrever.
Copa começa com revolta e festa
A avenida Amazonas é um dos principais corredores da cidade. Em cada semáforo dela (e são muitos os semáforos!), sempre vejo um vendedor ambulante, geralmente oferecendo água e pipoca doce. Já escrevi sobre eles, pois já fui salva por alguns, nos dias de mais calor. Pois ontem, quando eu passava por ali, vi um verdadeiro… Continuar lendo Copa começa com revolta e festa
A fábula do juiz que queria ser chamado de “doutor”
Ainda em 2007, escrevi sobre a história do juiz Antonio Marreiros da Silva Melo Neto. Vou refrescar a memória dos leitores: ele é um que queria obrigar o funcionário de seu condomínio a chamá-lo de “doutor” e “senhor”. Como não conseguiu fazer isso por meio da simpatia, pura e simples, apelou à máquina do judiciário (que… Continuar lendo A fábula do juiz que queria ser chamado de “doutor”
Carta a duas jovens com Charcot-Marie-Tooth
Breve explicação: na quinta-feira da semana passada, dia 10 de abril, recebi um email de uma leitora de Pernambuco, pedindo que eu escrevesse uma carta a suas sobrinhas, que nasceram com Charcot-Marie-Tooth e não aceitavam bem a condição. No mesmo dia, recebi a notícia de que uma pessoa muito importante na minha vida foi diagnosticada com… Continuar lendo Carta a duas jovens com Charcot-Marie-Tooth
A velhinha de vento e a desinformação da PBH
Estava saindo de casa para trabalhar quando a vi. Sentada de cócoras no chão da calçada, remexendo nuns restos de lixo que estavam caídos por perto. A pele era toda de mexerica: parecia ter uns 90 anos de idade. Cabelo curtos, branquinhos, e uma magreza subsaariana. Miudinha, ficava ainda mais encolhida e frágil naquela posição… Continuar lendo A velhinha de vento e a desinformação da PBH
O caso do misterioso assassinato de Yoko
Yoko era linda. Peluda, num tom cor de creme, olhos bem pretos e redondos, e um rabo enorme e permanentemente retorcido, como dos porcos de desenho animado. Recebeu este nome por ser da raça japonesa akita – caçadora, adepta do frio dos árticos, disciplinada e brincalhona. Quando ela chegou em minha vida, a primeira consequência… Continuar lendo O caso do misterioso assassinato de Yoko