Hoje presenciei uma cena que eu nem sabia que ainda acontecia. Quando eu era criança, era comum demais. Você podia estar no dentista, tomando um sorvete na esquina ou até dentro da escola e de repente ouvia um som altíssimo de alguma música cafona, o nome de alguém — geralmente mulher — sendo convocado por… Continuar lendo O amor é lindo (mas cafona)
Categoria: Crônicas e Contos
Crônicas e contos que às vezes me arrisco a escrever.
Foi em 1956 que JK inventou a “presidenta”
Lendo o artigo de Sandra Starling no jornal “O Trem”, de Itabira, encontrei uma história muito interessante sobre a origem do termo “presidenta”, que hoje é adotado por Dilma Rousseff e por algumas outras pessoas, geralmente feministas ou alinhadas — ideológica, política ou partidariamente — com a chefe de Estado. O que descobri, pelo texto… Continuar lendo Foi em 1956 que JK inventou a “presidenta”
Comprei uma cômoda, recebi um quebra-cabeças
Faltava a cômoda. A mudança já estava terminada havia três meses, mas ainda precisávamos de uma cômoda para toda a papelada e livraiada quem um casal de jornalistas acumula na vida. Depois de pesquisar entre topa-tudos, casas de antiguidades e lojas de móveis novos, achamos uma que parecia bonita, grande e tinha um preço justo.… Continuar lendo Comprei uma cômoda, recebi um quebra-cabeças
De essencial a obsoleto
Desci outro dia as escadas do prédio e meu coração ficou apertado ao vê-lo ali, totalmente abandonado, sobre a caixa de correios, ao lado do portão. Fazia tempo que eu não me lembrava de sua existência. E, ao vê-lo, depois de tantos anos sem pensar a seu respeito, me dei conta do peso da inutilidade… Continuar lendo De essencial a obsoleto
Um laboratório de tipos humanos
De vez em quando gosto de observar a natureza humana. E o melhor laboratório para isso é o trânsito. No trânsito, as pessoas liberam os animais que existem dentro delas. Tem uma porção de burros, de cavalos, de lesmas, de cachorros e outras espécies mais estranhas. Mas também tem as pessoas naturalmente cordiais, gentis, inteligentes… Continuar lendo Um laboratório de tipos humanos
A geração do Adryan e da Ayla
Quando eu estava na escola, os nomes mais comuns nas minhas salas eram Camila, Marina, Natália e Juliana, entre as meninas, e Rafael, Daniel, Thiago e Lucas, entre os meninos. Agora, descubro, bem surpresa, que, entre os mais comuns da nova geração que acaba de nascer estão nomes como Enzo, Nicolas e Heitor, entre os… Continuar lendo A geração do Adryan e da Ayla