Como prometi no post de ontem, segue um trecho do discurso “Como comecei a escrever”, que Gabriel García Márquez fez em 1970, que contém, dentro de si, um romance inteiro em forma do seguinte conto: Imaginem um povoado muito pequeno, onde existe uma senhora velha que tem dois filhos, um de dezessete e uma filha… Continuar lendo “Algo muito grave vai acontecer”
Categoria: Crônicas e Contos
Crônicas e contos que às vezes me arrisco a escrever.
O homem que enxergava
(Leia antes ESTE post) Ele respirou fundo e desligou o celular. Tinha acabado de ver uma atualização de status de sua ex-namorada: “em um relacionamento sério”. Maldito Facebook. Sua primeira reação foi querer deletar a conta naquela rede social estúpida. Pra que ficar se inteirando da vida de pessoas que deveríamos esquecer que existem? Mas… Continuar lendo O homem que enxergava
De como não sentimos falta daquilo de que não precisamos
Todo santo dia eu ouvia minha colega dizer que tinha parado o carro “depois do orelhão”. Mas que orelhão é esse?, eu perguntava. É tão longe que você nunca deve ter visto ele, ela respondia, rindo, e ia lá buscar o carro. Quando era minha vez de buscar meu carro, algum tempo depois, minha memória… Continuar lendo De como não sentimos falta daquilo de que não precisamos
A história real do homem que vestia saia
Leia primeiro: Não matou, mas nunca mais vestiu calças de homem Texto escrito por José de Souza Castro: Surpreendido pela indiscrição de meu irmão – e minha – sobre o homem que não matou, mas nunca mais vestiu calças de homem, o bravo advogado Aristoteles Atheniense – aquele que, presidente da OAB-MG, enfrentou a ditadura… Continuar lendo A história real do homem que vestia saia
Não matou, mas nunca mais vestiu calças de homem
Texto escrito por José de Souza Castro: Moro em Belo Horizonte há 50 anos, vindo de uma cidadezinha do Oeste de Minas, mas conheço pouco a região. Não sabia que minha ignorância era tamanha, até que na semana passada soube, pela primeira vez, da existência de Santana dos Montes. Uma cidadezinha de 2.500 moradores, a… Continuar lendo Não matou, mas nunca mais vestiu calças de homem
Por que não busquei meus R$ 23 milhões da Mega Sena*
Se alguém tivesse me contado essa história há quatro meses, eu nunca acreditaria. Mas foi o que aconteceu comigo, juro que foi. Era o dia 10 de julho, o último para apostar naquele sorteio. Comprei um bilhete da Mega Sena. Nem sou muito de apostar, mas estava duro, cheio de dívidas para pagar, e resolvi… Continuar lendo Por que não busquei meus R$ 23 milhões da Mega Sena*