Frase do dia

Alguém compartilhou este grafite no Facebook há alguns dias, gostei, peguei pra mim. Coisas da internet. Quem souber onde foi feito e quem o fez, pode revelar aí pra gente nos comentários 😉 Parece até aqueles trocadilhos bem-humorados do Paulo Leminski 😀

Enquanto isso, neste dia ainda sem grandes inspirações, deixo com vocês:

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E, por falar em liberdade, leiam esta reportagem singela que a Juliana Baeta publicou no portal “O Tempo” e eu compartilhei na fan page do blog no Facebook: “Canário ganha liberdade e arruma namorada, mas não abandona antigo lar.”

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13 textos para refletirmos sobre o que é ser MULHER ainda hoje

Laerte, gênio.

Laerte, gênio.

Ontem foi comemorado o Dia Internacional da Mulher e acabei não abordando o assunto no blog. Mas, embora eu não seja uma feminista típica, o respeito às mulheres e a busca pela igualdade de gêneros e pelo fim do machismo são temas corriqueiros neste espaço. São assuntos que abordo com grande frequência, justamente porque acho que ainda temos um longo caminho pela frente e sempre há o que se dizer.

Quando uma atriz que leva o Oscar faz um discurso pregando que os salários de homens e mulheres sejam iguais, podemos perceber que nem na rica Hollywood o problema está solucionado. No Brasil, as mulheres ainda recebem, em média, 26,3% menos que os homens, segundo dados da Pnad divulgados no ano passado. Ou seja, se o homem recebe, em média, R$ 1.890, a mulher recebe apenas R$ 1.392 – R$ 498 a menos. E essa diferença ocorre mesmo em cargos ou funções equivalentes dentro de uma empresa.

Fora a questão do dinheiro, as mulheres ainda sofrem muito mais com a violência doméstica, com os estupros, com assédios no ambiente de trabalho e, claro, com a patrulha moralista do dia a dia. Não adianta a mulher trabalhar desde cedo (ganhando menos que os colegas homens), pagar as contas, ter um alto grau de escolaridade: ela não pode morar sozinha, não pode ter uma vida sexual ativa, não pode usar as roupas que quiser, porque tudo isso será vigiado e condenado pelo restante da sociedade. E principalmente pelas outras mulheres, porque o que mais existe neste mundo é mulher machista.

Enfim, acho que alguns posts que escrevi nos últimos anos merecem ser relidos neste “mês das mulheres” (calma, homens, vocês ainda têm 11 meses só para vocês), porque os assuntos debatidos neles ainda estão longe de terem sido contornados. Ou seja, eles continuam pertinentes e atuais. Separei meus 13 favoritos para nos ajudar nesta reflexão:

  1. Sim, existe machismo — detecte-o e combata-o neste “Dia das Mulheres” e nos demais, em que listo um apanhado de “pérolas” que as mulheres temos que ouvir todos os dias e registro situações machistas vivenciadas por amigas e amigos.
  2. Duas cenas de machismo em um dia qualquer – e a vingança de uma mulher, em que compartilho minha reação a dois episódios em que fui vítima de machismo, numa mesma manhã.
  3. A era da homofobia e do machismo incontestados, em que uma mulher apanha em pleno bar, à vista de todos, por ter se recusado a beijar um homem à força, e ainda fica se culpando.
  4. O machismo à espreita na primeira esquina, em que conto o diálogo que quase toda grávida de menina escuta.
  5. Sentaço em homenagem a Letícia Sabatella, em que participo de uma campanha pelo direito de as mulheres poderem fazer o que quiserem sem virarem motivo de chacota ou deboche de colunistas sociais e internautas mal-intencionados.
  6. Os estupros coletivos de jovens meninas ocorrem debaixo do nosso nariz, em que falo dos estupros nas repúblicas universitárias de Ouro Preto (que também acontecem em festas de universidades de todo o país).
  7. Foi estuprada? A culpa é sua!, em que compartilho um vídeo genial feito por indianas, que traz uma mensagem universal ironizando a ideia idiota de que a vítima do estupro “incitou” o estuprador.
  8. “É pelas mulheres que estão me agredindo que eu estou lutando”, em que entrevisto a ativista Nana Queiroz, que criou o movimento “Eu Não Mereço ser Estuprada” e passou a ser vítima do ódio de outras mulheres.
  9. Homenagem às mulheres guerreiras, em que compartilho o texto escrito por mulheres da periferia paulistana.
  10. Você sabe conversar com meninas de 5 anos?, em que compartilho um texto que critica a forma como incutimos valores machistas em crianças, desde pequenas.
  11. “Mamãe não trabalha”, em que compartilho um texto que nos faz valorizar o trabalho das donas de casa.
  12. Por que não devemos nos preocupar com a opinião dos outros, em que falo sobre a liberdade que temos quando paramos de nos preocupar com o julgamento alheio.
  13. O que todos os pais deveriam aconselhar a seus filhos, em que compartilho uma carta que F. Scott Fitzgerald escreveu a sua filha quando ela tinha 11 anos.

Dou meus parabéns às mulheres que enfrentam, todos os dias, esse “carma” de ter nascido mulher, e o fazem com altivez, com determinação e sem sucumbir às agressões e críticas externas. Não dou parabéns e não acho que este 8 de março seja para aquelas outras mulheres que apenas reforçam e repisam o machismo do mundo. Tenho um pouco de pena de vocês, mas acho que todas podem agir diferente, se quiserem.

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A província

A fábula abaixo dispensa comentários complementares, porque já traz, por si só, reflexões poderosas a quem a lê. Foi escrita pelo meu amigo e professor Marcelo Soares, premiado jornalista da “Folha de S.Paulo”, que sabe muito sobre tudo. Ele publicou em sua página no Facebook e, com sua autorização, reproduzo o conto aqui no blog. Boa leitura! 😀


 

“A notícia de que terroristas atacaram o semanário francês “Charlie” e mataram seis cartunistas que trabalhavam na publicação abalou o mundo. Abalou também as maiores autoridades de uma distante província.

Mal se soube da notícia, houve uma reunião urgente entre o governador, o bispo local, o presidente do Legislativo e o diretor da escola secundária local.

— Fato lamentável, mas percebam que eles mexeram com o sagrado, e com o sagrado não se mexe — disse o bispo.

— De fato, leio que publicavam coisas ofensivas e de mau gosto –, disse o governador. — Passarinho que come pedra sabe a dor que lhe advém.

Ninguém queria que algo semelhante ocorresse em seu território, porém, e medidas drásticas precisariam ser tomadas. Não era por ser distante que a província estaria a salvo.

Esses terroristas não respeitam fronteiras, lembrou o diretor da escola. Nada os impediria de tomar um dos três ônibus que paravam toda semana na rodoviária local, orgulho da província, e matar a população inteira em poucos minutos caso se sentissem ofendidos por algo publicado na “Trombeta”, o jornal local – que, como todos na reunião sabiam, não tinha jeito.

O presidente do Legislativo, sem demora, teve a ideia de criar uma lei que evitasse as causas do ataque. A lei criava um guichê onde toda a população da distante província informaria coisas que achassem ofensivas e de mau gosto.

A partir do registro no Grande Livro das Ofensas, algo que ofendesse uma pessoa sequer não poderia mais ser dito ou visto naquela distante província.

As primeiras contribuições foram quase de consenso.

Não pode falar mal de qualquer religião, o que implicaria também que não se pode falar bem de qualquer religião porque há quem se ofenda com a religião alheia.

Não pode ficar falando dos parentes de ninguém, isso é consenso, e como todo mundo tem família fica proibido falar de quem quer que seja.

Não se pode citar um fato desfavorável sem citar todos os fatos desfavoráveis sobre quaisquer outras coisas que possam ser vistas como relacionadas ou opostas. Por exemplo: para poder dizer que Fulano roubou, se Fulano não for parente de ninguém, é preciso lembrar também que Beltrano roubou, Sicrano roubou e seguir a listagem até chegar a São Dimas, o Bom Ladrão da Bíblia (lembrança do bispo). Sem essa longa ponderação, não se pode citar fatos desfavoráveis. Reduziu-se muito a fofoca.

Não pode olhar para as mulheres na rua. Olhar para homem também não pode. As mulheres também ficam proibidas de usar roupas muito olháveis (o diretor da escola era pai da moça mais cobiçada da província), e os homens ficam proibidos de sair malvestidos. Lactantes ficam proibidas de amamentar em público. Dirigir a palavra a estranhos é proibido.

Não pode falar mal do time dos outros. Bem do próprio time também não se pode falar, porque dizer “meu time foi campeão” ofende quem torce para o time que perdeu. Os dois times locais, que todo domingo disputavam o clássico da província no ginásio, sob intensa torcida, saíram contentes.

O governador e o presidente do Legislativo incluíram a provisão de que não se pode falar mal de político. Não se poderia falar bem de político também, porque todo político é adversário de algum outro e falar bem de um implica desfavor a outro.

Um ponto contencioso foi o musical. Muitos propuseram vetar o pagode. Outros propuseram vetar o rock também. Ainda outros vetaram a bossa nova. O governador, em sua sabedoria, propôs vetar a música como um todo, e portanto não se ouve mais música naquela província.

Beijar na rua: não pode. Usar pochete: não pode. Andar sem camisa: não pode. Rir alto: não pode. Rir baixo: menos ainda. Falar difícil: elitismo, não pode. Falar fácil: coisa de burro, não pode. Contar o fim do filme a quem não viu: NÃO PODE. Ler livros em público: ofende quem não tem o hábito da leitura, portanto não pode. Ler livros escondido: é suspeito, não pode.

Foram semanas de intensa deliberação, quando inclusive o nome daquela província foi considerado inadequado, e portanto não poderia ser dito. Foi apagado dali para a frente de todos os registros, e por isso não o mencionamos aqui.

Ao final da deliberação, decidiu-se que, em nome da paz, nada mais poderia ser dito a respeito de coisa alguma.

Parece que todos foram felizes depois — não há registros para garantir, porém.”

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Duros de matar – e a charge continua

Charge do ilustrador Nando Carvalho, do jornal "O Tempo"

Charge do ilustrador Nando Carvalho, do jornal “O Tempo”

 

Texto escrito por José de Souza Castro:

Conheci Wolinski, não sei se no final da década de 60 ou início de 1970, lendo “O Pasquim”. Este jornal nasceu em junho de 1969 para substituir “A Carapuça”, que era editado por Sérgio Porto – o Stanislaw Ponte Preta –, falecido no ano anterior. E morreu em novembro de 1991, no Rio, depois de enfrentar por muitos anos a ferocidade de censores oficiais que não tinham censo de humor.

Wolinski foi assassinado neste 7 de janeiro, em Paris, por desconhecidos igualmente mal-humorados que invadiram fortemente armados a redação do jornal satírico “Charlie Hebdo” e mataram ali outras 11 pessoas. Entre elas, quatro chargistas. Uma gente dura de matar.

Chamei os assassinos de mal-humorados. Não é um bom adjetivo, diante da gravidade do crime que cometeram. Vai muito além. A Associação Mundial de Jornais e o Fórum Mundial de Editores expressam isso bem melhor, na nota divulgada pouco depois do atentado em Paris:

“Com 61 jornalistas mortos em 2014 e o ano novo começando sob condições tão terríveis, nós observamos que um ataque desta natureza atinge o coração das liberdades que a imprensa da França defende tão apaixonadamente. Não é apenas um ataque contra a imprensa, mas também contra a sociedade e os valores pelos quais todos lutamos. Isto deve ser um alerta para todos nós nos impormos contra o crescente clima de ódio que ameaça fraturar nossa compreensão de democracia.”

A palavra democracia remete novamente a “O Pasquim”, que foi lançado no dia 26 de junho de 1969, com tiragem de 20 mil exemplares, exatamente 195 dias depois da publicação do Ato Institucional nº 5 que orientou o golpe militar de 1964 rumo a uma longa e sangrenta ditadura. E que instaurou a censura prévia e impôs uma coercitiva Lei de Imprensa ao país

Em novembro de 1970, depois que “O Pasquim” publicou uma sátira do quadro de D. Pedro I às margens do Ipiranga gritando “Eu quero mocotó” em vez de “Independência ou morte”, toda a equipe responsável pelo jornal foi em cana e só saiu da prisão em fevereiro de 1971.

Os militares que esperavam com a prisão matar o jornal se decepcionaram, pois ele continuou saindo com a ajuda de muitos colaboradores. Em alguns momentos, com mais de 200 mil exemplares.

É o que se espera que aconteça agora com o jornal francês, atacado, ao que parece, por causa de suas charges irreverentes do profeta Maomé.

“O Pasquim” só morreu três anos depois da Constituição de 1988. Já havia cumprido sua missão de castigar, pelo riso, os costumes vigentes durante a ditadura. E entrou para a história do jornalismo brasileiro, com os traços irreverentes de Jaguar, Henfil, Ziraldo, Millôr, Prósperi, Claudius, Fortuna, Gudacci, Redi, Laerte, Miguel Paiva, Angeli, Luscar, Coentro, Duayer, Nilson, Nani, Edgar Vasques, Lailson, Santiago, Mariano, Solda, Cláudio Paiva, Hubert, Alcy, Biratan, Mariza, Paulo e Chico Caruso, Bosc, Crumb, Quino, Steinberg.

E Wolinski.

Para rememorar tais nomes, me vali de um artigo de Gregório Macedo, comemorando os 40 anos de “O Pasquim”, em junho de 2009.

Aos ditadores, reacionários e fanáticos de toda ordem que buscam extirpar o humor da face da Terra, um aviso: não vão conseguir. Como mostra este artigo do “Portal O Tempo“, chargistas do Brasil e do mundo inteiro não se renderão.

Publicados no mesmo dia da matança…

Notável também o artigo do veterano jornalista brasileiro João Batista Natali sobre a história do jornal “Charlie Hebdo”. Ele nasceu de uma censura ao jornal satírico “Hara-Kiri”:

“Em novembro de 1970, morria aos quase 80 anos o general Charles de Gaulle, militar, estadista e ex-dirigente da Resistência à ocupação alemã. Ele se retirara, aposentado, numa pequena aldeia da Normandia, Colombey-les-Deux-Églises. O jornal satírico “Hara-Kiri” estampou em manchete: “Baile Trágico em Colombey: um morto.”

A publicação foi proibida de circular pelo então ministro do Interior, o gaullista conservador Raymond Marcellin, com o aval do então presidente Georges Pompidou, também gaullista.

Os jornalistas e cartunistas do jornal decidiram então contornar a proibição e lançaram o “Charlie Hebdo”, versão semanal do mensal “Charlie”, que mantinham em homenagem a Charles Brown, personagem de histórias em quadrinho do norte-americano Charles Schulz (1922-2000).”

Que o terror não venha jamais a matar esse Charlie! Que não aconteça com ele o mesmo que a “O Pasquim”, que só começou a morrer, já nos estertores da ditadura, quando terroristas passaram a incendiar bancas que vendiam esse jornal. Metade delas se submeteu à ameaça. As vendas despencaram. Mesmo assim, ele sobreviveu por mais alguns anos. Duro de matar!

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Cenas das férias: São Paulo

tarjaferiasNão resisti: retomei o blog uma semana antes do fim das férias. Mas, como vocês verão pelos próximos posts, o clima ainda será de descanso, por isso vou manter a tarja amarela acima do post. Vou trazer para cá dicas de viagem, de livros e filmes que me acompanharam nas últimas semanas e até de receitas que fiz. Os temas mais “hard”, como a Copa do Mundo, os protestos e as eleições, só voltarão pra valer em junho.

Nestas férias eu realizei um velho sonho: pegar o carro e sair percorrendo as estradas, como nos road movies que adoro assistir. Ainda sem cacife para percorrer a Route 66, fui de Fernão Dias mesmo. Ao longo de 12 dias, percorremos 2.800 km, por quatro Estados, passando por várias cidadezinhas, mas parando principalmente em quatro delas. Passamos por calorão e friozão, praia e montanha, cachoeira e comilança.

No final, voltei de alma lavada para Beagá (e é sempre bom voltar para a terrinha), bastante descansada. Contando que ficamos, em duas das cidades, em casa de amigos, posso dizer que foi uma viagem barata. Por isso, os posts a seguir têm a intenção principalmente de servir como roteiro para uma programação muito legal de ser feita a dois, que realmente compensa em todos os sentidos. Trarei algumas dicas úteis para os viajantes/aventureiros também.

***

É o tal negócio: morei quase cinco anos em São Paulo, saí de lá sem muita saudade da cidade em si, mas, nas primeiras férias que surgiram depois, quis passar dois dias na Terra Cinza. O motivo principal foi rever os amigos, mas aproveitei para revisitar alguns pontos turísticos de que sempre gostei na cidade.

Primeira noite: restaurante Mocotó. É parada obrigatória para quem gosta de boa gastronomia. Saiba mais CLICANDO AQUI.

Dia 1: passeio pelo centrão. Tenho um carinho especial por lá, porque foi onde morei primeiro. Sei como a praça da Sé, por exemplo, é degradada e abrigo de pessoas abandonadas; e como a Cracolândia é um horror. Mas convivi com essa realidade bem de perto, tendo trabalhado na Barão de Limeira e morado no bairro Santa Cecília (e, antes, por cinco meses, em pleno viaduto do Chá). E ainda acho charmosos aqueles prédios antigos da Líbero Badaró, as luminárias vermelhas da Liberdade, e as camisas e tênis coloridos da Galeria do Rock. Sem contar que tem o Bar Léo e o Ponto Chic e o sanduíche de mortadela do Mercado Municipal (já a 25 de Março é fria!). Percorremos todos esses pontos, sempre a pé, durante todo o dia. (Clique em alguma imagem para ver todas em tamanho real.)

Noite 2: Melhor pizzaria de São Paulo, na Santa Cecília. Ótimo lugar para reencontrar velhos amigos sumidos 🙂

Dia 2: Passeio pelo Museu do Futebol, o melhor museu da cidade. Mas vale uma observação: para um museu sobre o futebol, esporte super dinâmico e com dezenas de campeonatos por ano, ele está MUITO DESATUALIZADO. Para ficar em um exemplo simples, não acrescentaram o título de Campeão da Libertadores ao Galo até hoje, passado quase um ano desde a conquista. Notamos várias outras ausências, inclusive de jogadores que foram escalados pelo Felipão para a Copa deste ano, que não eram nem sequer lembrados pelo acervo do museu. Acho que tinha que ser feita uma atualização pelo menos semestral, ainda mais em ano de Copa no Brasil.

Depois, como um protesto fechava a avenida Paulista, dificultando a visita ao Masp, fomos à Vila Madalena, onde vimos as centenas de grafites do Beco do Batman e arredores. Dica boa: o bairro, que é muito charmoso, tem uma concentração impressionante de bares e restaurantes, quase todos com uma coisa em comum: o preço salgado. Por isso, para um almoço sem esbanjamento de quinta-feira, o melhor é ir ao Galinheiro Grill, na rua Inácio Pereira da Rocha com Fradique Coutinho. Vale a pena pedir acompanhamentos diferentes, porque a comida chega com muita fartura.

No próximo post, dica de uma praia linda e ainda pouco conhecida em Santa Catarina 😉

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