Músicas para Luiz, meu bebê de 1 ano

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Nesta última semana estou totalmente emotiva, chorando à toa. Toda hora lembro de alguma coisa que aconteceu no último ano. Ao mesmo tempo que “passou voando”, como todos dizem, parece que foi há uma eternidade aquela madrugada na sala de parto, ao lado do Beto. Tanta coisa aconteceu nesse período!

E, se eu aprendi um monte e me surpreendi com a capacidade de lidar com uma exaustão muito diferente da que eu conhecia até então, imaginem o Luiz. Em apenas 12 meses ele já teve que aprender a chorar para se comunicar, mamar no peito, mamar na mamadeira, se acalmar para dormir sozinho, rolar, se sentar, arrastar, engatinhar, ficar de pé sozinho, andar (por enquanto, só com apoio), experimentar novos sabores, lidar com a dor do dente nascendo, bater palminha, dar tchau, apagar e acender a luz, mostrar onde está a própria cabeça, comer sozinho (algumas comidas), além de uma infinidade de outras coisas dificílimas, que a gente faz no automático, mas que demandam uma energia incrível!

Pelo menos, Luiz ponde contar com a presença constante da mamãe, do papai e dos avós e tias, que acompanham cada uma dessas conquistas de perto, e o incentivam. Minha forma de incentivar, e ao mesmo tempo registrar esses momentos na memória, é inventando musiquinhas para marcar cada fase. Nem sempre a letra é das melhores, porque elas são criadas no improviso, e a voz definitivamente é das piores. Mas o importante é o registro, que espero que o Luiz curta bastante no futuro. Fica sendo meu presente especial pelo primeiro aniversário do Luiz: mais dois CDs novinhos, que se juntam aos dois anteriores e fecham esta “coletânea” Músicas para Luiz, com 62 canções.

Compartilho no blog para que outras mães e pais que vivem o mesmo momento com seus filhos também se divirtam bastante, como nós nos divertimos por aqui 😀

 

 

Feliz aniversário, Luiz! Mamãe te ama muitão! ❤

 

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Dez anos de jornalismo (com nova mudança de emprego)

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São mais de 13 anos como blogueira, mas 10 como jornalista mesmo. Um mochilão que só cresce!

Foi em agosto de 2006, há exatamente dez anos portanto, que comecei meu estágio da rádio UFMG Educativa, dando a largada para minha carreira como jornalista. Lá aprendi um monte de coisas com a Tacy Arce e a Grazi Mendes, amigas até hoje.

Desde então, completei a graduação, tirei o diploma de Comunicação Social pela UFMG em julho de 2007, entrei no programa de trainees da “Folha de S.Paulo” em março de 2008, fiz um monte de coisas naquele jornal — até um livro! — até setembro de 2012, voltei a Beagá, passei rapidamente pelo G1, e, nos últimos três anos e meio, estive no jornal “O Tempo”.

Nessa caminhada, continuei aprendendo mais um bocado — assim como há dez anos — e fiz uma das coisas que mais gosto no universo: repassei adiante o que eu tinha aprendido (já falei que um dia quero ser professora, né?).

Agora, com 10 anos de profissão nas costas (um verdadeiro mochilão, que encheu rápido demais!), comecei um novo desafio: virei editora da revista “Canguru“, cujo projeto me encantou desde o primeiro momento em que vi. Além de assumir uma função diferente das que já experimentei, vou tratar de temas nos quais estou mergulhada até o talo: a maternidade e a criação de filhos.

Eu não podia deixar de dividir isso aqui no blog, como fiz quando tomei a decisão de pedir demissão da “Folha” e sair de São Paulo. Já até atualizei a seção “Quem somos nós?“.

Que venham mais dez anos de jornalismo — e mais dez, e mais dez, e mais dez…! 😀

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Músicas para Luiz, meu bebê de 6 meses

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O tempo é implacável: hoje Luiz completou seis meses de vida às 4h50 da madrugada — pouquinho antes de meu despertador tocar para eu começar a labuta do dia. Às 5h50, já de banho e café da manhã tomado, fui até o bercinho dele e o encontrei todo sorridente, em posição de gatinhas, com a cabeça erguida, “falando” na língua dele. Às 15h20, cheguei em casa do trabalho, depois de pegar um trânsito bizarro, e o encontrei com o mesmo sorrisão, numa felicidade que apaga até a raiva do congestionamento. Agora, quando finalizo este post, são 22h40. Já brincamos bastante, dei várias mamadas, Luiz fez uma sonequinha, vimos desenho animado, dei banho, pus Luiz para dormir, passei toneladas de roupas, tomei meu banho. Estaria pronta para dormir às 21h30, mas eu não podia deixar este dia terminar sem antes publicar meu presente para Luiz. Continuar lendo

Músicas para Luiz, meu bebê de 3 meses

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Luiz completa hoje 3 meses de idade.

Nesse período, enquanto eu descobria como ser a melhor mãe possível para ele, e passava por algumas dificuldades esperadas, eu também tentei me divertir ao máximo — e, de quebra, alegrar também o dia do meu bebê.

Um dos nossos passatempos favoritos era inventar musiquinhas para todas as horas: do choro, do sono, da mamada, do banho, da dor, do soluço, do cocô, do arroto, e assim por diante. Quando a inspiração batia, eu ligava o gravador do celular e começava a cantarolar, enquanto o Luiz acompanhava tudo com atenção.

As musiquinhas são paródias de canções dos Beatles, do Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Jorge Ben Jor, de canções infantis tradicionais, de uma marchinha de Carnaval e até de um pagode clássico. Todas elas inventadas na hora, com rimas improvisadas, tentando alegrar o Luiz.

Decidi gravá-las para serem uma pequena lembrança dessa fase do meu bebê e também para divertirem outras mães e pais que estão passando por esta mesma época maravilhosa da vida! 🙂

Luiz, meu amor, este é seu presente de mesversário que mamãe te dá, em 17 faixas 😀

As faixas são as seguintes:

  1. Pra que chorar (versão da música do Vinícius de Moraes e Baden Powell, para a hora do choro do bebê)
  2. Hora da Fome (versão do Pintinho Amarelinho para a hora da mamada)
  3. Mistério do Choro ( versão de Escravos de Jó para a hora da dúvida dos pais quando o bebê não para de chorar)
  4. Solução pro soluço (versão de In My Life, dos Beatles)
  5. A Dor da Vacina (versão de Vai Passar, do Chico)
  6. Boa Noite, Luiz (uma canção de ninar)
  7. Canção de ninar baixinha (pra quando o bebê já está quaaaase dormindo)
  8. Banho de Sol (versão de Here Comes the Sun, dos Beatles)
  9. Andar para arrotar (uma canção de ninar para a andadinha depois da mamada)
  10. Lá vem o arrotão (versão do pagode Lá vem o negão, em processo de criação)
  11. Luiz elétrico (música que inventei, a única que não é paródia de nenhum outro ritmo, para quando o bebê está agitadão — o que pode acontecer por mil motivos)
  12. Dor de Barriga (versão da marchinha Alalaô para a hora do cocô)
  13. Balança as Perninhas (versão de Balança Pema, do Jorge Ben, para várias situações)
  14. Delícia de Banhozinho (versão de Teresinha, que conheço na voz de Maria Bethânia)
  15. Música pra aprender o nome (versão de Hey Jude, dos Beatles)
  16. Hora da Fotografia (versão de Quem Tem Medo do Lobo Mau pra distrair o Luiz enquanto envio as fotos para o pai, via WhatsApp)
  17. Pra que chorar (outra versão da primeira faixa, inclusive com letra um pouco diferente, em ritmo mais lento, pra quando o bebê está chorando de sono).

Ah, e vale registrar aqui como é impressionante o tanto que os bebês desenvolvem em tão pouco tempo! Todo dia acontece alguma coisa pela primeira vez, e eu anoto as novidades a toda hora, tentando registrar cada nova habilidade adquirida pelo meu filho. Ele já sorri faz tempo, mas recentemente também gargalhou fazendo barulhinho, já tem um leque de barulhinhos legais que usa para se comunicar, já aprendeu a virar e até rolou uma vez, já brinca com os móbiles, já segura objetos com firmeza, já sabe tirar o bico da boca (mas ainda não consegue colocar de volta), já mama com mais rapidez, já dormiu algumas noites inteiras sem acordar (embora ainda não seja o padrão), já interage com muito mais frequência, já tem toda uma personalidade. Isso sem falar nas dobrinhas das pernas e braços, nos bochechões, na fofura generalizada ❤ Já que o tempo passa tão depressa, vamos tentando guardar cada pedacinho da memória de todas as formas possíveis, não é mesmo? 😉

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Uma revista para jornalistas

Enquanto ainda sigo sendo jornalista, acho estimulante ver a trajetória de profissionais incríveis que abraçam esta profissão. Tenho a sorte e o privilégio de conviver com um dos melhores, que é o meu pai, coautor deste blog. Eu nunca trabalhei diretamente com ele, em uma Redação, mas conheço várias pessoas que trabalharam e depois vieram comentar comigo o quanto foi bom aprender com meu pai, especialmente nos 25 anos em que ele exerceu a função de chefe. Eu também tive (e ainda tenho) bons chefes no jornalismo e sei da importância que isso faz na vida de quem está começando na profissão, principalmente do repórter. Lamento muito ao ver pessoas totalmente desqualificadas em postos de chefia, desanimando os subordinados de todas as formas possíveis.

Falo isso tudo para recomendar que todos leiam um texto que meu pai escreveu com o título “Ser Chefe”. Foi publicado na primeira edição da nova revista “Pauta”, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais. Pode ser lido NESTE LINK, na página 31.

Reproduzo abaixo, para os que tiverem vista boa (se não for seu caso, melhor ler o original mesmo):

 

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A revista também conta com outros jornalistas que têm muito a ensinar, como Ricardo Kotscho, Mauro Santayana, Carlos Cândido, Maurício Lara, João Carlos Firpe Penna, Fernanda Odilla, etc. Tem até um textinho meu, sobre a blogosfera 😉

Fica como sugestão de leitura para este fim de semana, especialmente para os estudantes de jornalismo, os professores de jornalismo, os que já estão na labuta e qualquer outro que tiver interesse por esta profissão.

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