Como escrevi ontem, resolvi, depois de 13 anos longe das piscinas, voltar a nadar. Foi uma decisão que levou quase quatro meses para se concretizar, mas saiu. Anteontem, eu me decidi. Não tinha mais nem maiô, nem óculos, nem touca. Já me desfizera muito antes das nadadeiras, palmares, boia e prancha, que eu também tinha… Continuar lendo A nadadora dentro de mim – parte 2
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
A nadadora dentro de mim
Pois bem, a esta altura acho que muitos de vocês já terão lido o texto que indiquei ontem. Eu o li ainda em janeiro, de uma sentada, e lembro que, durante a leitura, experimentei várias sensações, ao lembrar da minha própria saga como aprendiz de nadadora, atleta de uma das maiores equipes de natação do… Continuar lendo A nadadora dentro de mim
Num belo dia, viramos uma página
Quando eu era bem pequena tinha o mesmo pesadelo todas as noites: uma agulha malévola perfurava meus olhos e me deixava cega, com direito a muito sangue jorrando para todos os lados. Até hoje, ficar cega é meu maior medo — como todos os medos, totalmente irracional. Quando eu tinha esse “sonho ruim”, ia até… Continuar lendo Num belo dia, viramos uma página
Você também é racista
Aquele meu post de anteontem, “Nem todo negro no restaurante é o garçom“, rendeu uma ótima reflexão da jornalista Larissa Veloso. Hoje o post é só para indicar a leitura, mais uma vez. Por favor, CLIQUEM AQUI e descubram como ela descobriu que é racista. … Leram? Agora convido vocês a lembrarem de outras situações… Continuar lendo Você também é racista
Nem todo negro no restaurante é o garçom
O título do post é para provocar mesmo. Mas, por mais óbvia que seja a constatação, por incrível que pareça, é comum as pessoas verem um negro “dando sopa” em um restaurante e já irem pedindo um chopp ou uma cadeira. (Ou verem uma negra num clube e acharem que é a babá da filhinha… Continuar lendo Nem todo negro no restaurante é o garçom
O índio que virou médico, as cotas e um programa bem-sucedido do governo federal
Quais as chances de um índio, nascido e criado numa aldeia dentro de uma reserva no sertão pernambucano, distante 12 km da única escola disponível, se graduar em medicina por uma das melhores universidades do país, a UnB? Eu diria que nulas. Não fosse um convênio firmado entre a Universidade de Brasília, que é pública,… Continuar lendo O índio que virou médico, as cotas e um programa bem-sucedido do governo federal