A flor da fortuna está improdutiva
Empoeirada, no jarro, encolhida
Representando, miúda, minha vida:
Quebrada, salgada, esquecida.
A flor da fortuna é amarela
É emborrachada, é singela
Brotando longe da janela:
Sem vento, inseto, primavera.
A flor da fortuna é dinheiro
É amor e sorte por inteiro
É sossego e paz em qualquer meio:
Mas não pra mim, que não rego seu leito.
(Por despeito)
7.8.2006
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Deixe o despeito de lado,
senão pela beleza da flor,
ao menos para buscar,
sorte, dinheiro e amor!
Linda sua poesia, Cristina. Abraços.
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Ótimos versinhos, José!
Engraçado é que escrevi esse poema em 2006, em algum momento de muita tristeza, e postei agora em 2011, em um momento de muita alegria! 😀
bjos
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Assim caminha a vida; ainda bem que evoluiu da tristeza para a alegria. Fico feliz por isso. Como é bom ver a felicidade dos amigos!
Quanto ao meus versinhos, foram feitos com palavras suas. Mas os meus são do tipo “batatinha quando nasce….) rsrs.
Abraços, Cristina.
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são nada! =)
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