Cinco anos depois e, como sempre, alegria

Pra quem se preocupou com o poema de ontem, esclareço: foi escrito em algum momento aleatoriamente triste de 2006, que já nem lembro mais qual foi, porque todas as tristezas acabam sempre em um buraco negro da minha memória, depois de um tempo, junto com todas as sombrinhas que já perdi pelo caminho 😀

Meu estado de espírito atual é o mesmo desta maravilhosa cena do cinema mundial, de um dos meus filmes favoritos, com uma das minhas músicas favoritas, que melhor expressam a alegria — do barulho da chuva (tem coisa melhor que tomar chuva em dia quente?) ao sapateado inocente do Gene Kelly:

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