A saga de achar um lugar para morar

Como contei aqui no domingo, estou às voltas com aquela amolação pela qual (quase) todos nós passamos algumas vezes na vida: a de achar um novo lugar para morar.

Hoje tirei o dia para isso. Depois de 7,8 km andados pela região que me interessa, ao longo de quatro horas, com 13 apartamentos ao menos parcialmente visitados (em alguns casos já cheguei na porta e desisti, pela localização) e cinco imobiliárias consultadas, cheguei à seguinte situação:

Eles estão classificados de acordo com o valor do aluguel, desde aquele que custa o mesmo tanto que pago hoje mensalmente (incluindo aluguel, condomínio e IPTU) até um que custa quase R$ 500 a mais. Considerando que o proprietário do meu apartamento quer me enfiar a fac… ops, cobrar R$ 600 a mais, qualquer um desses seria, a princípio, vantajoso.

Mas é impressionante como a maioria ou é pequena demais (a ponto de não caber minha mesinha para trabalhar no computador, que é essencial para mim, ou minha máquina de lavar) ou está muito mal localizada. Nesses últimos casos, às vezes eu só chegava ao lugar e já descartava, porque parto do princípio que não dá para morar num lugar em que você se sente inseguro, por mais barato que fique.

Esse que teve a maior nota, 59 em 70, vai me custar, se tudo der certo (ainda estou aguardando confirmação), cerca de R$ 200 a mais do que pago hoje. Mas R$ 400 a menos do que estão me cobrando pelo novo contrato, então seria bem bom. É um apê maior que o meu atual, mais claro e o mais importante: apesar de ter sido só o terceiro que vi, foi aquele que fez meu coração disparar quando abri a porta.

Agora é torcer para dar certo, porque não gosto de ter pendências a resolver, isso me deixa angustiada e aérea. Se eu fechar esta semana, já quero me mudar no sábado! Se alguém estiver a fim de ser assaltado, me procure e passo o contato do meu atual locador.

P.S. Querem se divertir com o absurdo do preço do aluguel nos últimos meses, com essa bolha tenebrosa que está se formando ao nosso redor? CLIQUEM AQUI (dica do amigo Leonardo Kenji).

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