O que responderam os leitores: Médico particular ou plantonista? Parto normal, natural ou cesárea?

Astaffolani/ Wikimedia Common

Astaffolani/ Wikimedia Common

Há exatamente uma semana, fiz uma enquete aqui no blog. Comecei expondo minha grande dúvida sobre se deveria pagar para ter o acompanhamento da minha médica do pré-natal na hora do parto ou se seria melhor ter o atendimento de uma equipe de plantonistas, seja de hospital público ou privado. E terminei pedindo para as mães e pais compartilharem suas experiências, que poderiam ajudar a mim e também a outras grávidas de primeira viagem que possam estar com a mesma dúvida.

Como prometido, separei algumas das respostas que recebi aqui no blog e nas redes sociais e compartilho com todos. Muitos acabaram abordando a questão de ser parto normal ou cesárea também, vejam só:


MÉDICO PARTICULAR

1) Silvana – “A natureza é sábia e os partos normais, são normais… meu marido nasceu em casa, 1967, uma vizinha da roça fez o parto. Minha mãe teve dois partos normais em hospital público, 1969 e 1970, estamos bem. Naquela época não existiam livros e redes sociais, os partos eram normais 🙂 Meu médico era empregado de um hospital, se o parto fosse por esse hospital não haveria custo, como optei por outro hospital onde ele era cadastrado mas não empregado paguei a diferença. Achei justo e me senti confortável, pois ele me acompanhou o tempo todo. Por isso, algumas mamães optam primeiro pelo hospital e depois veem quais os médicos que atendem por ele. Meu médico foi muito sincero na primeira consulta, trabalho e atendo aqui, se você optar por outro hospital existe um custo. Sei que não ajudei muito, mas se você está em dúvida e com receio, siga o seu coração e veja qual a opção que lhe agrada mais, você está no comando. A pior coisa na vida da gente é o “e se…”. Paguei R$ 300,00 numa vacina de pneumonia que para o meu filho que é eficaz em 80% dos casos, ele nunca teve pneumonia e muitos amiguinhos tiveram, e se eu não tivesse dado essa vacina? Como me sentiria se ele tivesse pneumonia? Siga seu coração :)”

2) Fabrício – “Davi nasceu de parto normal. Chegamos à maternidade meia-noite daquele dia, a bolsa tinha acabado de romper, e, em menos de uma hora desde a chegada, fomos pro centro, Davi nasceu fortão e tudo correu muitíssimo bem. O parto normal é fantástico, pelo menos no nosso caso. (…) Ao optarmos pelo obstetra oficial, pagamos uma quantia boa pelo serviço num dia atípico. Valeu pelo conforto de saber que viria uma pessoa antenada com toda a gestação, de confiança, e isso tranquiliza. Ao tempo que foi tão rápido, tão tranquilo, que cheguei a pensar, confesso: “Poxa vida, ele nasceria sozinho rsrs, e eu economizaria muito, rs”. Mas foi fantástico e quem puder, acho que vale a pena sim, pela sensação de segurança mesmo. O principal detalhe que acho que tem que ser analisado é: A gravidez é uma gravidez tranquila? Tem algum probleminha do tipo pressão elevada ou baixa demais, essas peculiaridades todas. Caso tenha, um médico por dentro de tudo seria melhor, acho. Caso não, caso esteja tudo em ordem, vale a torcida para chegar a hora em uma hora que o obstetra oficial esteja no hospital haha, e segue a vida, estando ou não, a gravidez tranquila é praticamente garantida. Deus quem fez.”

3) Bruna – “Eu compartilho do seu drama entre pagar o parto particular e optar pelos plantonistas do convênio. No meu caso optei por pagar pelo médico particular para garantir o tipo de parto que eu quero (pelo menos tentar) com o mínimo de intervenções possíveis. No caso de um plantonista o atendimento varia muito, você pode pegar um médico ótimo e mais humanizado ou um bem cesarista. Tenho dois planos de saúde e estou tentando minimizar o prejuízo olhando qual faz um reembolso melhor do parto. Boa sorte na sua escolha.”

4) Ludmila – “Eu paguei para garantir a presença da obstetra que me acompanhava. Com isso fiquei mais tranquila e tive meu direito a um parto normal respeitado. Mas não evitei a violência obstétrica que quando tive a Teresa nem sabia que era violência, só depois de ter que conviver com as consequências que me informei e descobri. Então eu acho que depende muito do grau de informação que vc tem e que pretende priorizar. E em termos de ética médica, a cobrança da taxa ‘por fora’ é a ponta de um iceberg. É uma conversa longa que dificilmente vai se resumir a um faça x ou faça y.”

5) Tatiana – “Eu optei por fazer o parto com a minha médica mesmo. No fim das contas descobri que foi a melhor coisa que eu fiz. Porque liguei pra ela no sábado falando que a Taís estava mexendo pouco. No domingo ela me encontrou para fazer uma série de exames e detectou que o líquido estava diminuindo muito e era arriscado para o bebê. Daí tive que fazer o parto no dia seguinte e não tive nem um centímetro de dilatação. Ao longo da gravidez fiz pilates, caminhada, tratei de engordar pouco, tudo pensando no parto normal. E tive que fazer cesárea no fim das contas. Me senti mais segura com ela, uma vez que conhecia todo meu quadro e acompanhou minha gravidez. Um plantonista certamente não teria feito meu parto naquele dia porque eu estava mto bem. Mas qdo abriu minha barriga a médica viu que eu estava com muito pouco líquido e que de fato estava entrando em uma fase perigosa para o bebê. E eu já estava com 41 semanas. Em outra situação daria para esperar até a 42. Mas minha médica soube avaliar bem. Mas tbm sei casos de partos bem sucedidos com plantonista. O problema de não ser sua médica ao meu ver é que fica muito loteria. Ou seja, se der sorte, cai em um médico ótimo. Mas ficamos mto sensíveis na gravidez. Vc ter a segurança que a qualquer hora que entrar em trabalho de parto seu médico vai te ajudar é ótimo. No fim das contas achei que valeu a pena o dinheiro investido. Não passei por nenhum constrangimento ou violência obstétrica. O bom é q com seu médico vc pode dizer antes o q não quer. Tipo eu não queria usar fórceps e sei que ainda é muito usado. Penso que tudo o que puder fazer pela tranquilidade vale. Se for fazer com plantonista, escolha de maternidade e não hospitais que tbm fazem parto.”

6) Cynthia – “O Rafa teve que nascer um tiquim mais cedo… Meu médico me acompanhou na semana e quando vimos que ele devia nascer, tive confiança e o parto foi excelente. O pós também foi muito bom e o Rafa, apesar de pequeno, nasceu saudável 🙂 No próximo eu espero conseguir o parto normal. E provavelmente vou ter com o meu médico de novo.”

7) Clarissa – “Meu parto foi feito pela médica que me acompanhou toda gravidez, custeado pelo convênio médico da empresa que trabalhava. Foi ótimo, deu super certo e eu me senti muito bem por estar com quem confiava. Foi cesárea.”

8) Alexandre – “Qualquer atendimento de plantonista em emergência será menos individualizado. Afinal ele está ali não só para resolver o seu problema mas de todos que estão passando pelo plantão. Sem dúvida, fazer com o médico que acompanhou minha esposa durante toda a sua gravidez a foi muito melhor. Os dois partos foram muito tranquilos. Porém se tivesse que fazer com um plantonista ou um médico que nunca vi, acho que o stress seria grande….”

9) Tacy – “Eu não paguei extra para ter minhas filhas. As duas nascidas de parto normal, as duas com diferentes médicas, as duas médicas que me acompanharam desde o início da gestão. Como isso é possível? Meu plano de saúde – que não é nenhum desses grandões que dizem que não, mas fazem vista grossa para a cobrança por fora – simplesmente descredencia quem cobra por fora. E uma assistente social do plano de saúde me ligava todo mês para saber se a médica havia mencionado, sugerido, dado a entender, que cobraria para fazer o parto. Mas deixava claro que a médica tinha o direito de não querer fazer o parto. Minhas médicas – tive que trocar de uma para a outra por que a primeira se acidentou e deixou de fazer partos normais 😦 – nunca me cobraram. Nunca ameaçaram não aparecer na hora do parto. Pelo contrário. A minha segunda médica não pegou o pré-natal de uma amiga que teria bebê três meses depois de mim porque a DPP dessa amiga dava nas férias da médica. Uma médica mais atenciosa impossível. O que eu vou falar aqui vai soar extremamente radical. Se um médico cobra para fazer parto normal, me parece que os interesses dele estão em outro lugar. Acho justo ele dizer que não tem condições de se dispor a atender o parto normal em função de seus compromissos profissionais. Mas se ele poderia estar disposto em troca de uns tantos dinheiros… bem, não é pra mim. Mas a história que você perguntou não foi essa. Foi sobre ter ou não com o plantonista. Bom. Isso depende de uma série de fatores. É um plantonista de uma Maternidade que faz jus ao nome? Porque há maternidades em BH e RMBH que estão com índices acima de 90% de cesarianas. São as maternidades que vendem “kits maternidade”, que levam a grávida para um tour pelas suas instalações destacando o conforto da hotelaria e oferecendo a sala de parto que tem uma pequena arquibancada para os demais familiares assistirem aquele momento. Mas avisam: essa sala de parto apenas para cesarianas, pois é necessário programar. Nessas maternidades, é altíssima a chance de o plantonista nunca ter feito um parto normal. Eu não faria ou meu. Mas se estamos falando de Maternidades com taxas melhores de partos normais (não são taxas boas, porque isso não existe o Brasil, infelizmente), aí eu me entregava num parto com platonista. Tive várias colegas que fizeram isso, porque seus médicos pagavam a parte. E deu tudo certo. Hoje, passados dois partos… No primeiro, aconteceu o que minha médica morria de medo que acontecesse. Eu e a outra parturiente entramos em trabalho juntas. Ela duas horas antes de mim. Resultado: minha médica estava lá, mas não estava comigo. Quem era meu companheiro, quem me acalmava, me dava força, era meu marido. E, claro, minha filha não esperou na fila bonitinha. Acabei indo para o parto… com o plantonista. Minha médica chegou na hora que a criaturinha tava, literalmente, pulando pra fora…”

10) Alice – “Minhas duas gestações foram acompanhadas pelo mesmo médico do início até a hora do parto e foi por meio de plano de saúde Unimed, cobriu tudo. No primeiro parto fiquei em trabalho de parto durante 24 horas aguardando para que fosse parto normal, havia contração, dilatação chegou até um certo ponto que não evoluía mais bolsa rota e bebê bradicardíaco, não dava pra esperar mais e a opção foi cesárea. Tudo correu bem, filhão nasceu super saudável, foi amamentado logo em seguida. Recuperação de cesárea que é mais complicada para a mãe. Na segunda gestação, a mesma coisa, tudo correu bem, trabalho de parto longo, bolsa rota, e bradicardia do bebê. Cesárea novamente. Em ambos os casos tudo foi planejado para o parto normal, mas devido aos bebês estarem com o cordão umbilical enrolado no pescoço, fez com que fosse necessária a cesárea.
Claro que gerou muita insegurança e medo quando tive que ir para o centro cirúrgico sabendo que algo não ia bem, mas tudo deu certo e a tempo. Cesárea é pra quando se necessita realmente. Desejava normal, mas não deu, antes de mais nada a saúde e bem estar dos meus filhos!”

11) Ana Paula – “Na minha primeira gravidez eu tinha muito medo de parto normal. Muito mesmo. A médica não teria a menor dificuldade em me convencer a fazer uma cesariana, mas ela é uma médica do tipo parto normal futebol clube, uma raridade na rede particular, ainda mais há sete anos, quando o assunto não era a bola da vez. Ao longo da gestação ela foi me convencendo de que era possível, até que eu aceitei tentar. E foi um parto ótimo. Fui para uma consulta, com 38 semanas e 5 dias, e já estava com cinco centímetros de dilatação. Ela achou que era hora de ir para a maternidade e foi também. Era por volta de 17h. A bolsa estourou às 18h45. Foi aí que eu comecei a sentir dor. Muita, mas rápida. Beatriz nasceu às 19h30. Com a Helena foi mais ou menos a mesma coisa. Como a médica já conhecia meu histórico, passei a ir às consultas de dois em dois dias desde a 37ª semana para monitorar a dilatação. Na consulta de 38 semanas e dois dias eu também estava com dilatação de 5 centímetros e fui para a maternidade. Cheguei às 14h30, a bolsa estourou às 17h e Helena nasceu às 17h25. Nas duas gestações eu paguei para fazer o parto com a minha médica e isso foi muito importante para mim. Tenho certeza de que sem minha médica minha história teria sido outra e eu estaria na estatística da maioria, das cesáreas agendadas. A confiança que eu tenho nela foi fundamental para enfrentar meus medos, principalmente na primeira gravidez.”


PLANTONISTA

1) Ivona (minha mamãe!) – “Minha experiência diz o seguinte: dos meus quatro partos, três foram com plantonistas. Não vi diferença entre eles e o particular, que foi quando vc nasceu. Gostei tanto dos médicos que me atenderam que acabei adotando-os como meu obstetra no parto seguinte.”

2) Taby – “Eu tive meu filho com plantonista mesmo. Não tinha condições de pagar minha medica e ela me indicou ir a cada 2 dias na maternidade aonde o bebe nasceria pra fazer acompanhamento depois que fizesse 39 semanas (ela ficou comigo até então). Não tenho o que reclamar. Fiquei 2 semanas indo no plantão e fui muito bem atendida por todos os médicos. Meu parto foi maravilhoso e eu pude ficar com meu filho na sala de cirurgia e no pós operatório! Posso dizer que nessa escolha fui feliz.”

3) Graciele – “Tive meu parto com os plantonistas do hospital público, mesmo tendo feito pré natal pelo convênio, fui muito bem tratada. Minha filha saiu com todos os exames de lá, inclusive rx da coluna e eletrocardiograma.”

4) Hanna – “Meu parto foi normal e por uma plantonista. Foi perfeito. Acho que, se vc tem uma saúde boa e confiança em si mesmo, vale.”

5) Relato da Paola AQUI.


PARTO NATURAL

Você quer ter um parto natural, sem qualquer tipo de intervenção (como anestesia, por exemplo)? Leia AQUI o depoimento de uma mãe que decidiu que seu segundo filho nascesse dessa forma (o primeiro foi por cesárea), e fez todo um planejamento para que tudo corresse como ela sonhava. O relato é bastante detalhado e acho que pode ajudar as outras mães que queiram seguir o mesmo caminho.


CONTE SUA EXPERIÊNCIA! 😀

Você também é mãe ou pai e quer compartilhar sua experiência? Será muito bem-vinda. À medida que mais relatos forem chegando ao blog, vou acrescentando todos eles neste post. Você pode comentar aí no campo de comentários ou enviar para meu email.

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O céu do outono no olhar dos leitores do blog

Neste domingo, 21 de junho, mais precisamente às 13h38, o inverno dará fim à estação mais bonita do ano. Há dez dias, pedi aos leitores do blog para enviarem fotos do céu do outono, para nos despedirmos apropriadamente. Então, vamos aproveitar essas últimas horinhas com estas imagens tão bonitas, enviadas de várias partes do Brasil (clique sobre qualquer foto para ver todas em tamanho real):

Você também fez alguma foto bonita do céu de outono? Envie para mim ainda hoje, com a data do clique, o local (cidade, bairro) e o nome de quem fez a foto, e eu acrescento à galeria! 😉

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Blogueira há 12 anos!

Há exatamente 12 anos, em 20 de março de 2003, coloquei no ar meu primeiro blog. Eu tinha 17 anos (quase 18) e estava começando na faculdade de jornalismo. De lá pra cá, tive muitas experiências na blogosfera e posso dizer que blogar é um dos meus hobbies favoritos, uma das coisas que me dão mais prazer de fazer nas horas vagas. E estou prestes a completar 30 anos (ô, tempo, pega leve aí! 😛 ), formada há oito e já no meu terceiro emprego como jornalista.

Meu primeiro blog era principalmente sobre política e durou de março de 2003 a setembro de 2008. Era bastante amador, mas tenho orgulho do aprendizado que conquistei com esse exercício de pensar sobre política e até consegui que ele fosse reproduzido na revista digital NovaE e, algumas vezes, no Observatório da Imprensa. Encerrei em 2008, porque eu estava começando minha atribulada vida de repórter na “Folha de S.Paulo” e achava que não conseguiria sustentar o blog. Além disso, foi quando comecei a colaborar mais frequentemente com o blog Novo em Folha, da editoria de Treinamento do jornal, tarefa que assumi mais de perto a partir de fevereiro de 2009. Fiquei mais diretamente responsável pelo NEF até agosto de 2010, quando fazia pelo menos 4 posts por dia, inclusive várias séries de videoaulas. Mas continuei colaborando até setembro de 2012, quando me despedi de vez.

Antes disso, no Natal de 2010, resolvi criar este blog. Minha ideia original era fazer um espaço bem leve, para descarregar minhas crônicas, contos, poemas, resenhas e fotografias, sem tanto compromisso, como devem ser os hobbies. Mas acabou virando um lugar também para publicação de reportagens, entrevistas, análises e outras coisas próprias do ofício de uma jornalista. Assumi um compromisso com meu blog, de postar ao menos uma vez por dia, e acabei expandindo a página com a reprodução no portal O Tempo e no Brasil Post.

O que é blogar? Para mim, é poder escrever sobre tudo o que me dá na telha, num espaço dinâmico, que comporta todas as mídias, e extremamente interativo. Um espaço onde os comentários dos leitores são essenciais e fornecem subsídios para novos posts. Outro dia um leitor me perguntou porque tenho tanta “determinação” em responder aos comentários. Veja o que respondi a ele.

Não é à toa que ontem, ao listar as dicas para quem quiser criar o próprio blog, eu frisei a importância de se valorizar os comentaristas. Eles são o maior patrimônio de um blog. E posso dizer, vendo em portais de notícias e nas redes sociais, que bons comentaristas estão em extinção. Mas, por grande sorte minha, alguns dos melhores sempre aparecem para comentar aqui e deixar meu dia mais alegre 🙂

Aprendo muito fazendo o blog e interagindo com as pessoas inteligentes que passam por aqui. São leitores muito qualificados: segundo o censo do blog, a maioria tem entre 25 e 45 anos, a maioria tem alta escolaridade (40% com pós-graduação, 28% com curso superior, 7% com mestrado, doutorado ou pós-doutorado — totalizando 75% com pelo menos um diploma universitário), há pessoas de várias regiões do país e de várias áreas profissionais. Eu me sinto privilegiada por ter atraído um público tão eclético e especial 😀

Apesar das dificuldades e dos momentos de desânimo, prevejo vida longa para o blog — este ou outros que surgirem no futuro. Que venham mais 12 anos!

Um brinde!

Um brinde!

Leia também:

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Saiba como você pode contribuir com o blog

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A contribuição dos leitores sempre foi muito bem-vinda neste blog.

Na última quarta-feira, por exemplo, a leitora Dri contribuiu imensamente oferecendo uma sugestão de pauta, que depois virou post (e foi um dos textos que mais gostei de escrever nos últimos tempos!). Quem quiser enviar uma sugestão de pauta, pode registrar nos comentários dos posts ou me enviar por email.

Também adoro quando os leitores enviam um texto bacana, já pronto para publicação. Às vezes até pego comentários e os transformo em posts, como fiz com um comentário do Matheus no mês passado.

Além disso, é possível contribuir com ideias, não só para posts: outro dia, o leitor Gustavo me sugeriu fazer um concurso literário do blog e estou matutando como vou colocar o plano — que achei excelente — em prática.

Outro jeito de contribuir com o blog é divulgando os posts, seguindo a página nas redes sociais (Twitter e Facebook) e assinando o blog para receber os posts, de graça e diariamente, por email. Assim, os leitores contribuem aumentando a rede do blog e o alcance das publicações. Cá pra nós: a gente escreve para ser lido, né? Então, nada melhor que saber que um texto foi lido por muita gente 😉

E, a partir de agora, a página aceita outro tipo de contribuição: o patrocínio dos leitores. Quem quiser fazer doações ao blog, na quantia e na frequência que quiser, agora também será possível, como já acontece em vários outros blogs. Explico melhor numa nova aba que criei, que ficará fixa na coluna da esquerda, e também pode ser acessada AQUI.

Ficou interessado? Então é só clicar no botão abaixo e fazer sua doação, através de um canal de confiança, que é o PagSeguro. Não é preciso ter cadastro lá para doar:

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Espero que o blog só cresça, cada vez mais, com todas essas contribuições dessa incrível rede de leitores que ajuda a construir este espaço comigo 😀 Obrigada por tornarem este projeto possível!

O que os leitores vão fazer se ganharem na loteria

dinheirao

Recebi algumas respostas para meu post de ontem (não leu? VEJA AQUI) e resolvi compartilhá-las aqui no blog.

Veja como tenho leitores cheios de sonhos e planos! 😀

Celso: “Cristina, com certeza, neste próximo sorteio, vou ajuda-la, adquirindo esta casa para você.” [Oba!]

Lu Menezes: “Ah que sonho!!!! rsrsrs, primeiramente viajaria… reformaria a casa da minha mãe, estudaria administração e abriria um negócio pra mim e meu esposo!” [Boas ideias!]

Adir Tavares: “Olha, ainda não ganhei, mas vou fazer o que estou fazendo depois que me aposentei, NADA, vou pescar quase todos os dias, só isso!!!” [Será? 🙂 ]

Gabriel: “Muita coisa da pra fazer…muita coisa…acho que ia cair na estrada por um ano inteiro…num motorhome….ia ser divertido” [Ia mesmo!]

Cleberson: “Se um dia eu ganhar muito dinheiro na loteria , só vou comprar uma coisa, uma passagem que me leve aonde quer que eu queira ir. Se der, levar comigo amigos especiais, se não der, ir sozinho, mas levá-los no meu Coração. E tirar um monte de fotos de jeito que eles também caibam, e a gente fique junto para sempre naquele momento, naquele lugar…” [Que poético!]

Pacífico Guerra: “Compraria uma casa. Não compraria um carro, já que não gosto. Aplicaria meu dinheiro para ganhar juros. Nem pensar em trabalhar(rs). Olha, eu tentaria viver da maneira mais simples possível, bem discreto. Até mesmo a casa que eu compraria, seria simples. Escolheria a dedo, um local bem sossegado e seguro, sem barulho. Acho que eu moraria na roça(rs). Vivo só. Tenho poucos parentes e apenas um irmão. Não contaria pra ninguém. No entanto, por mais que a gente pense, como no meu caso, de viver com simplicidade, procurando não modificar a rotina, nossos hábitos, acabam mudando e as pessoas percebem. Eu compraria produtos mais caros nos super mercados; compraria roupas mais sofisticadas; beberia campari; compraria discos caros importados e, certamente, notariam que mesmo morando numa casa simples, ela não é um casebre, daí, apareceria uma mulher a me “amar” (rs). Mesmo com minha experiência de homem maduro e sendo uma pessoa muito desconfiada, eu não resistiria aos seus encantos e me casaria com ela. Pra piorar, mesmo não tendo vontade alguma de ser pai, cederia a seus apelos e teria filho(s). Aí, meu sossego se acabaria. Melhor não ganhar na loteria (rs).” [Talvez seja melhor mesmo, né!]

Thaís: a primeira coisa que eu faria era comprar uma casa pra mim e uma pra minha mãe. E uma pro meu pai no interior, pq ele sempre quis ter uma casinha em alguma cidade mais tranquila. E ia dar um dinheirinho pra ele complementar o da venda do apartamento pra poder comprar um no Barreiro, porque ele é doido pra voltar a morar aqui. Também montaria uma loja pra minha mãe, pois ela trabalha em casa e sozinha, fica difícil aumentar a renda pra montar um negócio e contratar mais gente. E, pessoalmente, faria minha cirurgia de redução de mama, que não é barata e já tá meio urgente. Depois, começaria os preparativos pro meu casamento. Porque depois de ganhar essa grana toda não é possível que meu namorado ainda vai continuar me enrolando! kkkkk [Eu também duvido que ele te enrole, hehehehe!]

Jaime Guimarães: se eu ganhasse na loteria todo esse dinheiro… nem sei o que faria. Provavelmente não escaparia dos sonhos que envolvem casa (pertinho da praia, claro) e viagens – nem ligo para automóvel, talvez continuasse com o meu “velhinho 2007” ou compraria um novo modelo popular; no entanto três coisas eu faria com toda a certeza: 1) ajudaria algumas pessoas – inclusive com tratamento de saúde; 2) trabalharia apenas um turno (e dedicaria o restante do tempo ao ócio criativo, cursos livres, atividade física…) e 3) entraria nas livrarias com AQUELE SORRISO no rosto! 😀 [Essa ideia de trabalhar só um turno é mesmo a melhor!!]

Leonardo Shikida: se eu ganhasse na sena, meus planos sao antigos e notórios: vou mandar um red label pelo correio pros amigos; comprar um pálio; vou pagar as dívidas da nossa diarista, coitada; vou garantir uma renda mínima pros parentes mais próximos e mais apertados; aplicar o que sobrar; produzir meu cd kenji & friends 🙂 e colocar na web [Pode trocar meu red label por uma cesta de cervejas artesanais? 🙂 ]

Elisa: Cris, quero dar uma sugestão para quando VOCÊ ganhar: como vai sobrar muito dinheiro depois da compra e reforma da casa da Av. Amazonas, você distribui o resto entre seus leitores. Como são muitos e não dá para saber quem são, você distribui entre os que, até a data em que você foi contemplada no sorteio, deixaram comentários no blog, que tal? ¨-) [Espertinha!! hehehe]

Ontem mesmo um felizardo de Uberlândia ganhou mais de R$ 16 milhões na Mega Sena. Será que é um desses leitores aí de cima? Se for, espero que seja o Celso 😀 😉

E você, já pensou no que faria se ganhasse na loteria? Deixe aí nos comentários ou envie por email, e eu acrescento aqui no post 😉

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