Filmes em 2016, melhores e piores

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Este foi o ano em que menos fui ao cinema em toda a minha vida, desde que me entendo por gente: só UMA ÚNICA VEZ! Imagine o que isso significa para uma cinéfila? Bom, mas são os ossos do ofício de mãe de um bebê…

Felizmente, existem TV, Netflix e computador para nos salvar. Por isso, ainda consegui assistir a 36 filmes (bem menos que nos anos anteriores, mas tudo bem). Vou juntar todos numa lista só e ficam como sugestão para você assistir, mantendo mais uma tradição deste blog em dia 😉 A grande maioria merece ser vista, considerando cada gênero. Entre parêntesis, em boa parte dos casos, você pode acessar o link para a resenha completa de cada filme, com notas mais específicas:

Vale a pena ver: Continuar lendo

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Saiba como você pode contribuir com o blog

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A contribuição dos leitores sempre foi muito bem-vinda neste blog.

Na última quarta-feira, por exemplo, a leitora Dri contribuiu imensamente oferecendo uma sugestão de pauta, que depois virou post (e foi um dos textos que mais gostei de escrever nos últimos tempos!). Quem quiser enviar uma sugestão de pauta, pode registrar nos comentários dos posts ou me enviar por email.

Também adoro quando os leitores enviam um texto bacana, já pronto para publicação. Às vezes até pego comentários e os transformo em posts, como fiz com um comentário do Matheus no mês passado.

Além disso, é possível contribuir com ideias, não só para posts: outro dia, o leitor Gustavo me sugeriu fazer um concurso literário do blog e estou matutando como vou colocar o plano — que achei excelente — em prática.

Outro jeito de contribuir com o blog é divulgando os posts, seguindo a página nas redes sociais (Twitter e Facebook) e assinando o blog para receber os posts, de graça e diariamente, por email. Assim, os leitores contribuem aumentando a rede do blog e o alcance das publicações. Cá pra nós: a gente escreve para ser lido, né? Então, nada melhor que saber que um texto foi lido por muita gente 😉

E, a partir de agora, a página aceita outro tipo de contribuição: o patrocínio dos leitores. Quem quiser fazer doações ao blog, na quantia e na frequência que quiser, agora também será possível, como já acontece em vários outros blogs. Explico melhor numa nova aba que criei, que ficará fixa na coluna da esquerda, e também pode ser acessada AQUI.

Ficou interessado? Então é só clicar no botão abaixo e fazer sua doação, através de um canal de confiança, que é o PagSeguro. Não é preciso ter cadastro lá para doar:

Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!

Espero que o blog só cresça, cada vez mais, com todas essas contribuições dessa incrível rede de leitores que ajuda a construir este espaço comigo 😀 Obrigada por tornarem este projeto possível!

Desabafo de uma jornalista

A pessoa não vai ao médico com uma doença, é diagnosticada com uma bactéria na garganta, amigdalite, é receitada um antibiótico X e rebate: — Não é assim que deveria ser, doutor. Não é essa doença nem esse o melhor remédio. Receite outro.

A pessoa não contrata os serviços de um engenheiro eletricista e, no final, diz que as instalações não deveriam ser projetadas daquele jeito.

A pessoa não vai ao dentista com dor de dente, ouve que precisa fazer um canal, e retruca que não é nada daquilo, o dentista viajou, na verdade tem de pôr uma prótese.

Nem conheço aquele que manda devolver o prato ao chef de cozinha dizendo que ele usou os ingredientes errados, se pusesse tais e tais a iguaria ficaria bem melhor.

E alguém já parou um show de um músico no meio para reclamar do solo de guitarra, que está longo demais e deveria usar outros riffs e acrescentar um acompanhamento de saxofone, pra ficar melhor?

Por que é, então, que todo mundo, todo mundo mesmo, se acha profundo conhecedor do jornalismo, da produção de um jornal, de um programa de rádio ou TV ou um portal de notícias, e sai dando palpites sobre as reportagens, dizendo que deveriam ter abordado isso e aquilo, que deveriam ter sido escritas de tal maneira ou ter sido acompanhadas por outra fotografia, ou ter sido narradas com outra entonação?

Quantos realmente conhecem os limites de espaço (papel, tempo de locução), de recursos (tempo que se gasta para fazer uma infografia e mão de obra necessária para clicar a foto ideal, por exemplo), de tempo (deadline, horário de enviar para a gráfica, logística com distribuição) e todas as técnicas de apuração de uma reportagem? Aliás, quantos, mesmo com todas as informações à disposição, têm habilidade para interpretá-las, escolhê-las, hierarquizá-las, montarem um texto lógico e decente, editá-las e amarrá-las com alguma coerência final?

Nesse país onde as pessoas saem arrotando ódio pela internet, baseadas mais no que acreditam e no partido político que idolatram religiosa e cegamente do que no conteúdo das informações e no raciocínio lógico, acredito que apenas uma minoria. Não necessariamente de pessoas que se graduaram em Comunicação Social — porque mesmo entre elas há um despreparo absurdo –, mas certamente não toda essa legião que rosna e aponta o dedo para os que estão do lado de cá da produção da notícia.

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