
Eu ia escrever sobre como é chocante que até hoje o Sarney tenha tanto poder, a ponto de submeter o governo Dilma a esse vexame chamado Pedro Novais e depois a esse outro vexame que foi a troca por um desconhecido chamado Gastão Vieira, do mesmo Maranhão e da mesma trupe de Sarney, mas Ricardo Kotscho já disse tudo o que eu ia dizer.
Vejam AQUI.
Depois, relembrem ESTE post.
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Além desse constrangimento aqui, né, Cristina? (junto a outro queridinho do povo brasileiro)
Gente ruim demora ir embora desse planeta.
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E Maluf e tantos outros, né?
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O poder que ele detém hoje, não decorre do mandato que lhe foi conferido, mas da capacidade de aglutinar-se com seus iguais, para chantagear o governo a que diz respaldar. Na verdade é a troca de favores em benefício próprio.
Quando herdou o governo, com a morte de Tancredo, Sarney estava na outra ponta da relação com o Congresso, e naquela posição, não conseguiu fazer valer sua liderança, simplesmente porque não a tem, assim como não tem ideologia. Seu objeto de desejo é o poder pelo poder, para dele sacar benefícios licitos ou não, sem o menor pudor, como a utilização de helicóptero do Estado (des)governado pela filha oligarca, bem assim, pela nomeação da parentela.
O poder desse vetusto oligarca decorre de chantagem, e sua liderança se resume a distribuir butins.
Abraços, Cristina.
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bem colocado. bjos cris
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discordo completamente do artigo.
No próprio texto ele narra a trajetória do Sarney, citando as concessões de radio e tv e as alianças políticas, além de escrever que a escolha já era prevista, trocando seis por meia dúzia e mantendo o feudo de José Sarney intacto. Depois induz o leitor a relacionar a magnitude atual do poder do Sarney com as escolhas do governo.
A lógica colocada pelo Kotscho é totalmente inversa da realidade, a questão não é a pratica política de alianças, mas o “primitivismo” do povo do maranhão, o preconceito e a negligencia do povo “evoluído” do sudeste, a falta de acesso a informação e outros fatores muito bem conhecidos.
Não estou dizendo que é necessário ser conivente com a corrupção para se governar, mas o problema é que a sociedade confere poderes ao corrupto, a justiça absolve e a imprensa se omite ou se manifesta de acordo com os seus interesses políticos e econômicos.
Não sei se a Dilme é honesta, me parece que sim, mas independentemente disso, negociar com o collor, sarney, acm, o demônio e etc, é uma rotina básica para promover uma política nacional. Ignorar essa conjuntura e a nossa contribuição individual para sua manutenção é bastante cômodo, assim como o Kotscho faz, declarando toda sua indignação a submissão do governo ao poderoso Sarney.
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minha cabeça tá doendo muito pra entender um texto que discorde do outro com o qual concordei quando minha cabeça tava fresquinha, pela manhã 😉
mas tenho certeza que, vindo de vc, deve estar bem fundamentado. bjo
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