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“Sarney não teve tanto poder nem no governo dele”

Foto do blog do Lucas Figueiredo: http://lfigueiredo.wordpress.com/2011/09/15/o-novo-ministro-da-sarneylandia

Eu ia escrever sobre como é chocante que até hoje o Sarney tenha tanto poder, a ponto de submeter o governo Dilma a esse vexame chamado Pedro Novais e depois a esse outro vexame que foi a troca por um desconhecido chamado Gastão Vieira, do mesmo Maranhão e da mesma trupe de Sarney, mas Ricardo Kotscho já disse tudo o que eu ia dizer.

Vejam AQUI.

Depois, relembrem ESTE post.

Cristina Moreno de Castro Ver tudo

Mineira de Beagá, jornalista, blogueira, poeta, blueseira, atleticana, otimista, aprendendo a ser mãe. Redes: www.facebook.com/blogdakikacastro, twitter.com/kikacastro www.goodreads.com/kikacastro. Mais blog: http://www.otempo.com.br/blogs/19.180341 e http://www.brasilpost.com.br/cristina-moreno-de-castro

6 comentários em ““Sarney não teve tanto poder nem no governo dele” Deixe um comentário

  1. O poder que ele detém hoje, não decorre do mandato que lhe foi conferido, mas da capacidade de aglutinar-se com seus iguais, para chantagear o governo a que diz respaldar. Na verdade é a troca de favores em benefício próprio.
    Quando herdou o governo, com a morte de Tancredo, Sarney estava na outra ponta da relação com o Congresso, e naquela posição, não conseguiu fazer valer sua liderança, simplesmente porque não a tem, assim como não tem ideologia. Seu objeto de desejo é o poder pelo poder, para dele sacar benefícios licitos ou não, sem o menor pudor, como a utilização de helicóptero do Estado (des)governado pela filha oligarca, bem assim, pela nomeação da parentela.
    O poder desse vetusto oligarca decorre de chantagem, e sua liderança se resume a distribuir butins.
    Abraços, Cristina.

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  2. discordo completamente do artigo.

    No próprio texto ele narra a trajetória do Sarney, citando as concessões de radio e tv e as alianças políticas, além de escrever que a escolha já era prevista, trocando seis por meia dúzia e mantendo o feudo de José Sarney intacto. Depois induz o leitor a relacionar a magnitude atual do poder do Sarney com as escolhas do governo.

    A lógica colocada pelo Kotscho é totalmente inversa da realidade, a questão não é a pratica política de alianças, mas o “primitivismo” do povo do maranhão, o preconceito e a negligencia do povo “evoluído” do sudeste, a falta de acesso a informação e outros fatores muito bem conhecidos.

    Não estou dizendo que é necessário ser conivente com a corrupção para se governar, mas o problema é que a sociedade confere poderes ao corrupto, a justiça absolve e a imprensa se omite ou se manifesta de acordo com os seus interesses políticos e econômicos.

    Não sei se a Dilme é honesta, me parece que sim, mas independentemente disso, negociar com o collor, sarney, acm, o demônio e etc, é uma rotina básica para promover uma política nacional. Ignorar essa conjuntura e a nossa contribuição individual para sua manutenção é bastante cômodo, assim como o Kotscho faz, declarando toda sua indignação a submissão do governo ao poderoso Sarney.

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