Tem pauta quicando no/em Minas

No post de ontem puxei a orelha, entre colchetes, das editorias de cidades dos jornais de Minas, que ignoram em suas páginas o Minas Tênis Clube, complexo com quatro unidades em Belo Horizonte e 73 mil sócios. Segundo dados do próprio site do clube, se fosse uma cidade mineira, as unidades que somam 470 mil… Continuar lendo Tem pauta quicando no/em Minas

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Os caixotes sombrios da cidade

Outro dia li um editorial da Folha que criticava os shoppings e empreendimentos mais parecidos com “bunkers”, fechados para a rua. São agressivos e tornam cidades como São Paulo pouco convidativas para os passeios a pé. Acho que Belo Horizonte, ao menos em suas regiões centro e sul, ainda é muito convidativa para o deleite… Continuar lendo Os caixotes sombrios da cidade

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Minha mensagem de Natal

Natal é a única época do ano que, só por existir, independente do mau humor de algumas pessoas, da religião e do consumismo, promove um estado de espírito generalizado que envolve, dentre outras coisas boas: A reunião da família A lembrança dos vários amigos, novos e velhos, que tanto amamos A generosidade A doação A… Continuar lendo Minha mensagem de Natal

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O verdadeiro espírito de Natal

Já falei desse espírito NESTE post. E acabo de receber um email do Bernardo Porto, o rapaz que organizou a vaquinha, com a seguinte boa notícia: “É com muita alegria que envio este e-mail! Conseguimos R$ 2.024,71 em doações. O valor já foi transferido para o Frei Antônio e irá ajudar no Natal deste ano. O comprovante segue… Continuar lendo O verdadeiro espírito de Natal

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As duas faces do Natal (qual é a sua favorita?)

Todo mundo condena o Natal pelo excesso de consumismo etc e tals. É verdade, consome-se bem mais nesta época do ano: gasta-se com presentes, com comilança, e, como é de praxe, só gasta quem pode, os pobres ficam no desejo. Por isso Papai Noel é visto como o rei do capitalismo, com sua roupa vermelha… Continuar lendo As duas faces do Natal (qual é a sua favorita?)

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O dia entre o mau humor e a felicidade simples

Estamos doando as roupas da minha avó, recém-morta, mas eu não parecia ter 11 anos, e sim algo próximo dos atuais 26. Encho sacolas e sacolas, como sempre faço quando separo minhas roupas para doação, e estou com a minha mãe, que não cria objeções. Num sítio. E aparece um cachorro, acho que alguém deu… Continuar lendo O dia entre o mau humor e a felicidade simples

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