De BonitoBH para Delegata*

“Olá, AdvoGata! Pelo trocadilho que fiz com seu apelido, logo no começo da nossa conversa, você já sabe que sou eu mesmo, né? O BonitoBH. Engraçado é que, em todas aquelas horas de conversa no chat, em nenhum momento nós falamos nossos nomes. Bom, melhor manter o mistério… Inclusive porque, tenho que admitir, não fui… Continuar lendo De BonitoBH para Delegata*

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Cada prédio tem um estado de espírito

Nos últimos seis anos, tive que morar em sete lugares diferentes. E uma coisa eu aprendi, nesse período de mudanças constantes (fora a constatação óbvia de que o processo de mudança é uma trabalheira sem fim!): cada prédio tem um estado de espírito particular. É claro que esse estado de espírito reflete o perfil dos… Continuar lendo Cada prédio tem um estado de espírito

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Os sonhadores

1. Dona Filomena* era considerada rica na zona rural de Unaí, no Noroeste mineiro. Tinha terras e a sede de sua fazenda era a mais bonita da redondeza. Tinha televisão e um carro. Mas era analfabeta e não conhecia a “cidade grande”. Quando perguntavam a ela qual era seu maior sonho, respondia, sorriso com uns… Continuar lendo Os sonhadores

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O pedestre estava certo

São 23h30, ruas meio desertas, e eu impaciente por estar voltando mais tarde para casa, depois de um dia de muito trabalho, doida para chegar logo. Paro o carro no sinal vermelho, no cruzamento de duas grandes avenidas, já perto do meu destino. E fico olhando, ansiosa, para o semáforo dos pedestres, à espera do… Continuar lendo O pedestre estava certo

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Carta a Sasha Meneghel

Olá, Sasha, Queria fazer uma pequena provocação para você. Não do tipo que você recebeu quando postou tweets com “erros gramaticais”, aos 11 anos de idade. Como se todos os brasileiros fossem letradíssimos, ainda mais nessa idade. Aquele bullying virtual que você sofreu foi um absurdo, principalmente por ser direcionado a uma criança. Agora minha… Continuar lendo Carta a Sasha Meneghel

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O que aprendi com meu pai*

Aprendi a ser otimista. Toda vez que solto um “tomara que”, ele retruca com um animado: “Isso mesmo! Somos otimistas!”, me lembrando e impedindo que eu esqueça jamais que sou uma otimista nata, impedindo que eu recaia no pessimismo desalentador. Aprendi a ser bem-humorada. A rir até das desgraças da vida, porque só o bom… Continuar lendo O que aprendi com meu pai*

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