O pedestre estava certo

São 23h30, ruas meio desertas, e eu impaciente por estar voltando mais tarde para casa, depois de um dia de muito trabalho, doida para chegar logo. Paro o carro no sinal vermelho, no cruzamento de duas grandes avenidas, já perto do meu destino. E fico olhando, ansiosa, para o semáforo dos pedestres, à espera do… Continuar lendo O pedestre estava certo

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Carta a Sasha Meneghel

Olá, Sasha, Queria fazer uma pequena provocação para você. Não do tipo que você recebeu quando postou tweets com “erros gramaticais”, aos 11 anos de idade. Como se todos os brasileiros fossem letradíssimos, ainda mais nessa idade. Aquele bullying virtual que você sofreu foi um absurdo, principalmente por ser direcionado a uma criança. Agora minha… Continuar lendo Carta a Sasha Meneghel

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O que aprendi com meu pai*

Aprendi a ser otimista. Toda vez que solto um “tomara que”, ele retruca com um animado: “Isso mesmo! Somos otimistas!”, me lembrando e impedindo que eu esqueça jamais que sou uma otimista nata, impedindo que eu recaia no pessimismo desalentador. Aprendi a ser bem-humorada. A rir até das desgraças da vida, porque só o bom… Continuar lendo O que aprendi com meu pai*

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Oito motivos para deletar a conta do Facebook (mas nunca deletamos)

1. A pessoa postou uma foto no Facebook. Minha amiga, distraída e despretensiosamente, “curtiu” a foto. Sem querer, a pessoa deletou a foto. Posta de novo. E escreve para minha amiga: “Oi, fulana, tudo bem? Deletei sem querer aquela foto que você tinha curtido. Será que você poderia curtir de novo, por favor?” 2. A… Continuar lendo Oito motivos para deletar a conta do Facebook (mas nunca deletamos)

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Oito assaltos, oito reações (mas não devemos nunca reagir)

1994 Minha irmã está voltando da escola, quando é abordada por um garoto, que anuncia o assalto. “Me passa a mochila”, diz ele. Ela abre a mochila, mostra que estava vazia, rasgada, sem qualquer atrativo. Ele pede, então, o tênis. Apesar de ser de marca, acho que Nike, também não estava nas melhores condições. Ela… Continuar lendo Oito assaltos, oito reações (mas não devemos nunca reagir)

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A banca da Creusa e a informação inflacionada

Quando eu era criança, ao longo de vários anos, ia passear com a Kika (meu apelido surgiu dessa minha querida vira-lata) até a padaria, para comprar pão, e depois ficava no mínimo uns 30 minutos batendo papo com a Creusa, dona da banca de revistas em frente. Fiz amizade com vários vizinhos ali na banca,… Continuar lendo A banca da Creusa e a informação inflacionada

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