Lá vem mais um passaralho Movimentando a Redação Boatos, cochicho, azia, Cada dia mais tensão. O próximo será quem? Nunca se sabe ao certo. O critério é manter refém Aquele que é mais esperto. E vai o salário alto, E o último prêmio Esso O que derrubou ministro O inconformado confesso. Um… Continuar lendo Mais um passaralho
Categoria: Memórias
Você ainda se lembra de como sonhar?
Desde pequena, eu sonho muito. E não é raro eu me lembrar de vários detalhes dos meus sonhos. Eles às vezes são pesadelos cruéis, às vezes são repetições ansiosas de preocupações com coisas do dia (como um trabalho pendente), às vezes se concretizam em gestos do lado de cá da consciência (o sonambulismo) e, noutras… Continuar lendo Você ainda se lembra de como sonhar?
A nadadora dentro de mim – parte 3 (e fim?)
Como eu dizia, evoluí muito em meu segundo dia de volta às piscinas. Mantive a meta de nadar os 500 metros. Mas, desta vez, consegui fluir muito bem nos primeiros 200 e nadei sem parar até os primeiros 400. Achei um bom método para manter meu ritmo sem cansar muito e, ao mesmo tempo, facilitar… Continuar lendo A nadadora dentro de mim – parte 3 (e fim?)
A nadadora dentro de mim – parte 2
Como escrevi ontem, resolvi, depois de 13 anos longe das piscinas, voltar a nadar. Foi uma decisão que levou quase quatro meses para se concretizar, mas saiu. Anteontem, eu me decidi. Não tinha mais nem maiô, nem óculos, nem touca. Já me desfizera muito antes das nadadeiras, palmares, boia e prancha, que eu também tinha… Continuar lendo A nadadora dentro de mim – parte 2
A nadadora dentro de mim
Pois bem, a esta altura acho que muitos de vocês já terão lido o texto que indiquei ontem. Eu o li ainda em janeiro, de uma sentada, e lembro que, durante a leitura, experimentei várias sensações, ao lembrar da minha própria saga como aprendiz de nadadora, atleta de uma das maiores equipes de natação do… Continuar lendo A nadadora dentro de mim
Num belo dia, viramos uma página
Quando eu era bem pequena tinha o mesmo pesadelo todas as noites: uma agulha malévola perfurava meus olhos e me deixava cega, com direito a muito sangue jorrando para todos os lados. Até hoje, ficar cega é meu maior medo — como todos os medos, totalmente irracional. Quando eu tinha esse “sonho ruim”, ia até… Continuar lendo Num belo dia, viramos uma página