Cidade vazia

Diz o último Censo que São Paulo tem 11.244.369 filhos-de-deus espremidos. Daí que a frota de carros é de 7.000.000 e um filho-de-deus não acha por bem dar carona ao outro, então vai um enfileiradinho atrás do outro, em ruas malplanejadas ou seguindo aqueles GPS’s burros que, em vez de serem úteis para criar alternativas… Continuar lendo Cidade vazia

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A noite em que me vi num tiroteio (aleatório e banal, desses que ocorrem todas as noites em São Paulo)

Estou voltando de uma pauta, quase 23h desta quarta-feira, no carro do jornal. Passamos por ruas bonitas do Butantã e dos Jardins, com suas mansões para todos os gostos. Ruas escuras e desertas, em sua maioria. Eis que, na rua Estados Unidos, passam dois sujeitos correndo. — Pum! Sou meio lerda para perceber essas coisas,… Continuar lendo A noite em que me vi num tiroteio (aleatório e banal, desses que ocorrem todas as noites em São Paulo)

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Cantina DaGiovanni: trilha sonora involuntária, bom preço, “combo” farto e saboroso

Desta vez, ao contrário do outro único post que escrevi para a pastinha “bares e restaurantes”, o lugar não é badaladíssimo. Pelo contrário, suspeito que seja desconhecido do grande público, mesmo já estando de pé há respeitáveis 63 anos. Chama-se Cantina DaGiovanni e fica numa ruinha chamada Basílio da Gama (nr. 113), bem perto da… Continuar lendo Cantina DaGiovanni: trilha sonora involuntária, bom preço, “combo” farto e saboroso

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Não existe amor em SP

Pena que o Criolo descobriu antes de mim: Mas todos aqueles grafites têm razão: “O amor é importante, porra!”, gritam. “Mais amor, por favor”, pedem delicadamente. Ofereço todo o meu amor a São Paulo (juntando-a a Beagá e Rio e outras cidades lindas deste Brasil), e ofereço também à humanidade e às pessoas de bom… Continuar lendo Não existe amor em SP

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