De que adianta fazer 30 anos?

De que adianta fazer 30 anos? Uma idade tão forte, redondinha, com cara de divisor de águas, será que divide algo mesmo? Ouvi amigas dizendo que, ao fazer 30, finalmente se sentiram “adultas”. O peso da vida adulta chegou para elas com as três décadas. Para mim, não. Eu já me sentia adulta desde que deixei… Continuar lendo De que adianta fazer 30 anos?

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Os 50 anos de Mary Poppins

Mary Poppins

Para ver no Disney+: MARY POPPINS Nota 10 Este clássico do cinema foi feito em 1964 – há 50 anos, portanto – e ainda é encantador para crianças e adultos. Dia desses assisti com minha sobrinha de 6 anos. Não sei qual das duas crianças se divertiu mais: eu ou ela. Nem piscávamos! 😀 Qual… Continuar lendo Os 50 anos de Mary Poppins

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Um post para as crianças maluquinhas

Hoje vou recomendar um post que publiquei em setembro de 2011, contando como foi o mês mais incrível e surreal da minha infância: o mês em que participei das gravações do filme “O Menino Maluquinho”, vivendo a doidinha Julieta. Ainda hoje, passados 19 anos do lançamento, e com surgimento de tantos desenhos ultratecnológicos e filmes cheios de… Continuar lendo Um post para as crianças maluquinhas

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Luzes do passado para o obscuro futuro

Tenho certa obsessão com a ideia de que estou perdendo memórias. Não é raro eu achar que lembrei de algo e essa lembrança entrar numa atmosfera de sonho tão grande que começo a duvidar de que realmente lembrei e pensar que estou inventando. Por exemplo: será que eu colocava meias mesmo, toda vez que ia… Continuar lendo Luzes do passado para o obscuro futuro

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Os sonhadores

1. Dona Filomena* era considerada rica na zona rural de Unaí, no Noroeste mineiro. Tinha terras e a sede de sua fazenda era a mais bonita da redondeza. Tinha televisão e um carro. Mas era analfabeta e não conhecia a “cidade grande”. Quando perguntavam a ela qual era seu maior sonho, respondia, sorriso com uns… Continuar lendo Os sonhadores

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Num belo dia, viramos uma página

Quando eu era bem pequena tinha o mesmo pesadelo todas as noites: uma agulha malévola perfurava meus olhos e me deixava cega, com direito a muito sangue jorrando para todos os lados. Até hoje, ficar cega é meu maior medo — como todos os medos, totalmente irracional. Quando eu tinha esse “sonho ruim”, ia até… Continuar lendo Num belo dia, viramos uma página

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