Pica-Pau: mocinho ou bandido?

Eu estava tomando café da manhã e, sem nada melhor passando na TV, como é hábito aos domingos, fui ver os desenhos do Pica-Pau. Quando a gente vê esses desenhos quando criança, só temos em mente que existe um herói, o Pica-Pau, e seus inimigos, que são malvados e ele precisa combater. Com a vantagem… Continuar lendo Pica-Pau: mocinho ou bandido?

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Em defesa da leveza na vida e da permissividade no humor

É um show de piadas. Comédia stand up, como se diz. O auge da moda. O cara é pago para ficar num palco, de frente para um público de negros, gays, mulheres, nordestinos, gaúchos, cruzeirenses, são-paulinos, judeus, gordos, carecas, pobres e loiras e contar piadas, por duas horas seguidas, muitas vezes sobre negros, gays, mulheres,… Continuar lendo Em defesa da leveza na vida e da permissividade no humor

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Qual o seu nome mesmo?

Sempre tive problema para lembrar os nomes dos outros. (As fisionomias também, o que me torna a pior repórter do planeta, mas elas serão tema de um post à parte.) Às vezes até me lembro, mas muuuuito depois que a pessoa já soltou seu “Oi, Cris!” — e eu tive que responder com um daqueles… Continuar lendo Qual o seu nome mesmo?

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Post dedicado aos solteiros desesperados para estarem com alguém

Olha como as coisas são: quando eu tinha lá pelos três a quatro anos, aprendi uma música com a minha mãe, que ela adorava cantarolar. Para mim, a letra dizia apenas o seguinte: “Papai do céu, me dá um namorado lindo, fiel, gentil e tarado.” Esqueci completamente disso e agora só lembrei por causa daquele… Continuar lendo Post dedicado aos solteiros desesperados para estarem com alguém

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Sete anos depois, o fim do Orkut

Não tenho como jurar, mas é quase certo que criei minha conta no Orkut em junho de 2004. Há, portanto, sete anos. Alguns amigos descriaram suas contas no meio-tempo, voltaram, ou não voltaram, e eu fiquei com a mesmíssima conta durante todo esse tempo, inclusive com poucas modificações no perfil, nas comunidades e tudo o… Continuar lendo Sete anos depois, o fim do Orkut

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Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

A última edição do caderno Equilíbrio, da Folha, abordou um assunto que sempre me intrigou: onde vão parar nossas memórias de quando temos cinco anos pra baixo? Por que não podemos simplesmente registrá-las, como fazemos em qualquer época da vida? Todos os pesquisadores, embora tenham explicações diferentes para o fenômeno, são unânimes ao concordar que… Continuar lendo Primeiras memórias – parte 1 (filosófica, depressiva, angustiante e instigadora)

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