12 posts sobre o AMOR para os românticos do Dia dos Namorados

Nunca tive muita paciência com o Dia dos Namorados, nem quando solteira, nem quando namorando, nem hoje, casada. Mas sempre gostei de falar sobre o amor! Já foi tema de diversas reflexões aqui do blog, tanto pelo lado mais otimista quanto pelo mais desalentado do sentimento – porque eu já vivi as duas extremidades (e quem nunca?).

Separei meus favoritos aí embaixo, para quem estiver no clima hoje, só ou bem acompanhado:

  1. Neste Dia dos Namorados, inspire-se com o amor real
  2. 147 maneiras de chamar o seu amor
  3. Post dedicado aos solteiros desesperados para estarem com alguém
  4. Mas “eu te amo”
  5. Dia do amor
  6. Erro de digitação: uma história de amor real
  7. Equação do amor
  8. Flanando sem rumo, esbarrei no amor alheio
  9. Procura-se um amor
  10. “Descontratando” o pedido de casamento
  11. O amor é lindo (mas cafona)
  12. 10 textos para refletirmos sobre o respeito a TODA FORMA de amor

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Com qual apelido carinhoso você chama seu amor?

Há quase 3 anos, fiz essa pergunta aos amigos nas redes sociais e recebi nada menos que 147 apelidos carinhosos como resposta à enquete. Alguns mais comuns, como “linda”, “gatinho”, “baby” e “mozão”, e outros mais inusitados ou divertidos, como “bumbumbejito”, “monstrinha”, “nojento” e “chucruta”.

Contei as histórias por trás desses apelidos AQUI.

Quanto maior o tamanho da letra, mais vezes o apelido foi repetido.

Como hoje é Dia dos Namorados, além de ressuscitar tal post tão romântico, aproveito para repetir a pergunta, à espera de novos apelidos incríveis. Deixem aí nos comentários ou, se preferirem, enviem por e-mail ou deixem uma mensagem privada no Facebook 😉 Depois farei um apanhadão de tudo o que chegar e vou acrescentar à lista anterior, para multiplicar ainda mais esses vocativos apaixonados pela internet afora! ❤

E aí, conte pra gente: como você chama seu eterno namorado ou namorada?


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A uma semana do Dia dos Namorados…

Na falta do jasmim, vai a rosa do pequeno príncipe mesmo ;)

Na falta do jasmim, vai a rosa do pequeno príncipe mesmo 😉

Falei aqui outro dia do lançamento do novo CD do músico Affonsinho, “Trópico de Peixes“. Uma das músicas que mais tem tocado nas rádios é “Astronauta e Jasmim”, cantada junto com Verônica Ferriani, que fala da mulher que “deu seu ‘aceitei’ pro namorado”.

Ajudei a editar o “clipe” da música, a partir de fotos do casamento do músico com a minha irmã, Viviane Moreno. Ali está o “aceitei” dela, em fotos que eu fiz durante a celebração. No fim, o desenho da filha do casal, retratando toda a família.

Fica como homenagem, a uma semana do 12 de junho, aos namorados, noivos, casados ou bem-intencionados que leem este blog. Também aos enamorados, solteiros ou não, que passarem por aqui:

Que todos os que assim desejarem encontrem o astronauta ou “a” jasmim de suas vidas 🙂

***

Para comprar o CD: Acústica CDs (Rua Fernandes Tourinho, 300, Savassi – 3024.6724 e 3281.6720); Discomania (Rua Paraíba, 1378, Savassi – 3227.6696); Discoplay (Rua Tupis, 70, Centro – 3222-0046) – e em poucos dias na Livraria Leitura do Pátio Savassi (3288.3800 e 3287-2002). Pela internet dá para comprar a R$ 23,90 (ou R$ 0,99 por faixa) AQUI.

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Post dedicado aos solteiros desesperados para estarem com alguém

Olha como as coisas são:

quando eu tinha lá pelos três a quatro anos, aprendi uma música com a minha mãe, que ela adorava cantarolar. Para mim, a letra dizia apenas o seguinte:

“Papai do céu, me dá um namorado lindo, fiel, gentil e tarado.”

Esqueci completamente disso e agora só lembrei por causa daquele post sobre amnésia infantil.

Pela primeira vez na vida, fui dar um Google para descobrir de quem é essa música, crente que seria de alguma marchinha antiga de Carnaval, de alguma cantora desconhecida. Quase caí pra trás ao ver que é da minha querida Rita Lee, aquela mesma de quem tenho um ímã de geladeira e quase toda a discografia no computador, desde os Mutantes. Por alguma razão obscura, justo a música da minha infância passou batido durante todos esses anos, mesmo com o grande contato que tive com as músicas da Rita.

Após esse reencontro emocionado, que me revelou que a canção se chama Xuxuzinho e a letra é muito maior do que esses versinhos, comecei a pensar no significado deles.

É basicamente uma moça pedindo aos céus para ter um namorado. Ela nem é muito exigente: não precisa ter dinheiro, não precisa ser muito inteligente, nem o cara mais legal do mundo. Não precisa ter bom gosto musical, adorar cinema e torcer pro mesmo time de futebol. Não precisa estar bem informado, saber trocar o chuveiro queimado ou cozinhar arroz. Basta ser bonito, fiel, gentil e tarado.

Lembro nitidamente que eu perguntei à minha mãe o significado dessa última palavra. Droga, não lembro o que foi que ela respondeu pra mim! 😉

O importante é que essa memoriazinha fugaz, que recuperei justo agora, veio a calhar para este dia 12 de junho. Porque neste dia de mil propagandas e celebrações comerciais só me vêm a cabeça certos tipos de pessoa: aquelas desesperadas para estarem com alguém. Não falo dos solteiros convictos, nem dos solteiros satisfeitos com a fase da vida em que estão. Mas daqueles que estão angustiadíssimos, como no poema abaixo:

Lua cheia
Hoje todos os casais da cidade
saíram às ruas.
E me espiavam, de mãos dadas.
Abraçavam apertado e cochichavam,
olhando para mim.
Todos os olhares eram para mim.
Todos estavam apaixonados
— e me olhavam.
E eu fui encolhendo e apequenando
e tornei-me miúda com tantos olhares
de tantos casais de mãos dadas e abraço apertado.
E tornei-me sozinha.
E o único olhar que eu queria olhava pra lua.
Por sinal, cheia – belíssima.

Já repararam que essas pessoas geralmente são as que ficam insatisfeitas em qualquer fase da vida? As que estão sempre brigando com o namorado ou pensando em se divorciar do marido?

Penso nelas com certa piedade.

Estão sempre esperando por uma vida friamente imaginada ou planejada — que nunca vai acontecer — em vez de desfrutar das oportunidades que a vida real lhes oferece a todo momento, em cada fase.

É por isso que dedico este post aos solteirões e solteironas insatisfeitos do mundo. Desejo que eles saibam encarar esta data com o mesmo bom humor da Rita, porque é preciso que saibam que todas as fases da vida — do casamento, do namoro, do rolo e, claro, da solteirice — têm lados positivos muito aproveitáveis.

E desejo àqueles solteirões e solteironas, que não desejam mais esse status social, que sejam menos exigentes e olhem as pessoas ao seu redor, porque bastam quatro belas virtudes para que elas se tornem uma companhia perfeita.

Não fazem questão da beleza, gentileza, fidelidade e taradice? Escolham seu cardápio particular!

(Eu fico com a lealdade, a boa conversa, o bom humor e a simplicidade. O resto é resto ;))