Duas coisas me chamaram a atenção no desenhozinho singelo acima, que encontrei no blog da minha amiga Alice. A primeira é como me causa certo estranhamento meu próprio nome impresso nos lugares. No jornal é o de menos, porque passa batido por mim, já que nunca leio minhas próprias matérias depois de impressas. Mas em… Continuar lendo Da Cristina que não gosta de ficar só de meias
Categoria: Divagações
Pensamentos ao léo, que não são nem crônica, nem noticiário, nem poema, nem, necessariamente, memória… Aquilo que mais faço, quase sempre: divago.
Suspiro, cansada, contra os donos da verdade
1. Entro no táxi da USP e o motorista dispara: “Esses estudantes têm medo da polícia por quê? Devem ter algo pra esconder, né? Se um policial me para, não vejo problema algum em mostrar o documento. Aqui estão meus documentos, senhor policial, e pronto. Se eles têm algo a esconder, aí tá explicado por… Continuar lendo Suspiro, cansada, contra os donos da verdade
Gentileza urbana e conversa de elevador
Cheguei ao prédio e a vizinha, que não conheço, segurava o portão aberto para eu passar. “Gentileza urbana”, como gostavam de dizer as campanhas publicitárias da prefeitura de Beagá (será que ainda dizem?). Cruzamos o hall e, do elevador, ouvimos que vinha outra vizinha, conversando com alguém. Portanto, seguramos a porta do elevador para ela… Continuar lendo Gentileza urbana e conversa de elevador
Ocupe Wall Street ou a mulher na medicina
Texto de José de Souza Castro: “Toda grande ideia apareceu, aos que temem o futuro, como loucura. Por isso, deixemos os jovens pensarem. Eles sabem o que fazem”. Desse modo conclui o filósofo Vladimir Safatle o seu artigo desta terça-feira na Folha de S. Paulo, em que comenta movimentos como o Ocupe Wall Street que… Continuar lendo Ocupe Wall Street ou a mulher na medicina
Sobre como eu queria saber proteger seu Antonio
Hoje vou sonhar com o seu Antonio. Ele me apareceu todo ensanguentado. Debaixo dos olhos, onde a ruga da olheira se firma depois de certa idade. No nariz. Nos lábios. A manga da blusa rasgada. “Fui espancado.” A informação já despertaria toda a minha compaixão vinda de qualquer pessoa, mas ainda mais daquele senhor frágil,… Continuar lendo Sobre como eu queria saber proteger seu Antonio
O show do Eric Clapton: na minha cabeça e na vida real.
Quando o Eric Clapton veio ao Brasil pela última vez, em 2001, eu ainda estava no colégio, não tinha um tostão e morava em Minas, sem conhecidos nas cidades da turnê, para me receber. Ou seja, apesar de ter ficado tristíssima por isso, não tive nenhuma condição de ir vê-lo. E já adorava seus principais hits… Continuar lendo O show do Eric Clapton: na minha cabeça e na vida real.