Eu quero a minha mãããããe!

É engraçado como a gente cresce, entra na faculdade, entra no primeiro emprego, compra, parcelado, o primeiro carro, quita a dívida do carro, vai ganhando independência, muda de cidade, muda de emprego, consegue um apartamento para alugar, vende o carro, compra a mobília do apartamento, paga as contas mensais (cada vez maiores), completa mais de… Continuar lendo Eu quero a minha mãããããe!

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Enclausurados

Depois que até a Al Qaeda confirmou a morte de Osama Bin Laden (e disse que o sangue de seu líder não foi derramado em vão e que “ele permanecerá, com a permissão de Deus todo poderoso, uma maldição que persegue os americanos e seus agentes, e vai atrás deles dentro e fora seus países”), pensei… Continuar lendo Enclausurados

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Revolução de costumes

Lembram quando o divórcio foi permitido no Brasil? E quando os filhos “ilegítimos” passaram a ter os mesmos direitos dos filhos gerados em um casamento? Lembram quando a mulher começou a ter filhos sem estar casada e isso deixou de ser “pecado”? E quando as pessoas puderam optar por não se casar nem na igreja… Continuar lendo Revolução de costumes

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Cinco anos depois e, como sempre, alegria

Pra quem se preocupou com o poema de ontem, esclareço: foi escrito em algum momento aleatoriamente triste de 2006, que já nem lembro mais qual foi, porque todas as tristezas acabam sempre em um buraco negro da minha memória, depois de um tempo, junto com todas as sombrinhas que já perdi pelo caminho 😀 Meu… Continuar lendo Cinco anos depois e, como sempre, alegria

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A flor da fortuna

A flor da fortuna está improdutiva Empoeirada, no jarro, encolhida Representando, miúda, minha vida: Quebrada, salgada, esquecida. A flor da fortuna é amarela É emborrachada, é singela Brotando longe da janela: Sem vento, inseto, primavera. A flor da fortuna é dinheiro É amor e sorte por inteiro É sossego e paz em qualquer meio: Mas… Continuar lendo A flor da fortuna

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A estampa do jornal e minhas suspeitas de nada

Uma das coisas mais legais de acontecimentos com impacto mundial, como o 11 de setembro, a invasão do Iraque, o terremoto no Haiti e a (suposta) morte de Bin Laden, é poder comparar as primeiras páginas de todos os jornais do mundo e ver quem pisou na bola e quem acertou em cheio. (Na maioria… Continuar lendo A estampa do jornal e minhas suspeitas de nada

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