A estampa do jornal e minhas suspeitas de nada

Uma das coisas mais legais de acontecimentos com impacto mundial, como o 11 de setembro, a invasão do Iraque, o terremoto no Haiti e a (suposta) morte de Bin Laden, é poder comparar as primeiras páginas de todos os jornais do mundo e ver quem pisou na bola e quem acertou em cheio.

(Na maioria desses episódios, que geralmente envolvem grandes tragédias, dá pra dizer que é a única coisa legal também…)

E cá estamos de novo com uma dessas oportunidades que, a bem da verdade, se for mesmo verdadeira, nem chega a ser trágica, em se tratando de um (suposto) líder terrorista.

Acabei de postar alguns exemplos de primeiras páginas no blog Novo em Folha, vejam AQUI.

Outros podem ser vistos no sempre ótimo site Newseum, que, além de mostrar as capas de veículos de todo o mundo diariamente, armazena aquelas dos eventos marcantes como os que citei acima.

Alguns exemplos:

  

Eu ia colocar mais exemplos, mas o processo está muuuuito lento, vejam vocês mesmos lá no site, sim? 😉

Por fim, mas sem mudar totalmente de assunto: alguém se convenceu com a desculpa dos EUA para não mostrar o cadáver do defunto? Isso não é MUITO suspeito? Se era pra evitar visitas de fanáticos ao túmulo, mostrasse de forma segura para vários órgãos internacionais e, depois de se formar todas as provas possíveis, inclusive visuais, jogasse o corpo ao mar ou ao fogo, whatever. Mas, não. Foi tudo na butuca.

Aliás, não sou adepta de todo tipo de teoria da conspiração (tipo esses emails que recebemos sobre saidinha de banco, o novo golpe do cinema, o quanto a Fanta Uva faz mal e afins), mas o 11 de Setembro, as invasões ao Afeganistão e Iraque e as aparições de Bin Laden sempre me levantaram suspeitas de toda sorte, nunca plenamente satisfeitas pelos fatos oficiais.

Mas é o tipo de lebre que não adianta nem levantar, porque nunca se poderá provar. Então, vida que segue, com ou sem Osamas.

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