Li os jornais de hoje contando como a Virada Cultural teve confusão, muvuca e problemas para atender o público, principalmente na parte gastronômica. Bom, a minha não teve nada disso. E acho que cada um faz a Virada que quer 🙂 Justamente para fugir da muvuca e não cansar muito — porque, como eu disse,… Continuar lendo Virada sem muvuca
Autor: Cristina Moreno de Castro (kikacastro)
Mineira de Beagá, escritora, jornalista (passagem por Folha de S.Paulo, g1, TV Globo, O Tempo etc), blogueira há mais de 20 anos, amante dos livros, cinéfila, blueseira, atleticana, politizada, otimista, aprendendo desde 2015 a ser a melhor mãe do mundo para o Luiz. Autora dos livros A Vaga é Sua (Publifolha, 2010) e (Con)vivências (edição de autor, 2025). Antirracista e antifascista.
O melhor da Virada Cultural
Desde que cheguei a São Paulo, não perdi nenhuma Virada Cultural. Ali vi dois shows dos Mutantes e um dos Novos Baianos, duas das minhas bandas brasileiras favoritas. Também vi Buena Vista Social Club e Cesaria Evora. Ouvi a Gal Costa. O John Lord (Deep Purple) tocando com a orquestra de São Paulo. Geraldo Azevedo… Continuar lendo O melhor da Virada Cultural
Mais uma noite a menos de vida…
Barulhos noturnos Tic tic tic tic Em algum lugar perto do meu olho esquerdo eu sinto esse estalar. Tic tac tic tac tic tac O relógio é insistente e incômodo. Minha insônia, como louca, me incorpora cada poro está aceso, está em guarda. Toc toc toc toc: o coração compassado com os segundos… Continuar lendo Mais uma noite a menos de vida…
Teologia infantil
Ontem fui procurar o poema que escrevi para Maria e, embora não tenha encontrado (estava no primeiro caderninho de poemas), achei meu segundo caderninho de poemas, escritos entre 1994 e 1997. Um deles me chamou a atenção, porque refletia sobre vida após a morte e deus, e foi escrito quando eu tinha 12 anos: Existe céu?… Continuar lendo Teologia infantil
Por que terei filho em escola pública
Hoje ouvi “Maria Maria”, do Milton Nascimento, e lembrei que esta foi uma das músicas mais antigas que aprendi de cor. Eu tinha 8 ou 9 anos de idade quando a Escola Estadual Barão do Rio Branco, onde eu estudava, resolveu fazer uma festa de despedida para a Maria, a servente (ainda se usa esse… Continuar lendo Por que terei filho em escola pública