Filmes em 2016, melhores e piores

Este foi o ano em que menos fui ao cinema em toda a minha vida, desde que me entendo por gente: só UMA ÚNICA VEZ! Imagine o que isso significa para uma cinéfila? Bom, mas são os ossos do ofício de mãe de um bebê… Felizmente, existem TV, Netflix e computador para nos salvar. Por… Continuar lendo Filmes em 2016, melhores e piores

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Ao menininho de Aleppo

Texto escrito por Eduardo Augusto*:   Tudo estava claro. Depois veio um estrondo. Tudo ficou escuro. Homens gritam lá fora. Um deles me pegou no colo, me sentou numa cadeira. O lugar está muito claro. Meu cabelo tá sujo. Sujou. Tem uma coisa escorrendo no meu rosto… (Os militares sírios realizaram um ataque aéreo onde… Continuar lendo Ao menininho de Aleppo

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6 anos de blog em 10 estatísticas

Quando o Luiz nasceu, achei que este blog poderia acabar de vez. Afinal, tornou-se muuuuuito difícil manter este hobby, continuar no sufoco do jornalismo e ainda ser a melhor mãe do mundo para meu bebê — tarefa que, principalmente, toma um tempo danado. Mas, eeeêêê!, não acabou! Diminuí a quantidade de postagens, principalmente nos primeiros meses… Continuar lendo 6 anos de blog em 10 estatísticas

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‘Sim, Papai Noel existe’: leia a carta escrita há 120 anos e que ainda comove

O outono se iniciava em Nova York naquele ano de 1897 quando chegou ao jornal “The Sun” uma carta escrita por uma garotinha de 8 anos, chamada Virginia O’Hanlon, que dizia: “Caro editor: eu tenho 8 anos de idade. Alguns dos meus amiguinhos dizem que não existe Papai Noel. Meu papai diz: ‘O que o… Continuar lendo ‘Sim, Papai Noel existe’: leia a carta escrita há 120 anos e que ainda comove

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Para que as crianças aprendam desde cedo a valorizar o cabelo que têm

Mais uma vez, me vi na obrigação de compartilhar aqui um dos textos da escritora e jornalista Sílvia Amélia. Ela escreveu sobre um assunto que já abordei aqui no blog: a importância de valorizarmos os diversos tipos de cabelos e pararmos com essa história (idiota) de que um tipo de cabelo é “bom” e o… Continuar lendo Para que as crianças aprendam desde cedo a valorizar o cabelo que têm

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Natal no pé de amora

Um dos motivos que me motivaram a entrar nesta vida maluca do jornalismo foi a possibilidade de ouvir e transmitir boas histórias. Contar causos, eis a primeira função do repórter. Se eles vão derrubar ministros ou apenas emocionar e provocar reflexões no leitor, para mim é uma questão secundária. Quando uma boa história cai no… Continuar lendo Natal no pé de amora

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