
Felicidade é sair do cinema (um filme muito melhor do que o nada que era esperado, prova de que Harrison Ford e Diane Keaton ainda têm muito charme e que jornalismo ainda é bom tema para filmes), pedir um sundae de Chokito e ganhar o triplo da calda de chocolate (quase metade do copinho) porque a lanchonete está fechando e não querem desperdiçar — e, claro, porque a atendente é gente fina e adivinhou que hoje foi um mau dia.
O curioso, e até mágico, é que essas felicidadezinhas singelas, despretensiosas, costumam nos acontecer justo nos dias ruins. Como um lembrete amigo, um sopro de sax, um acordeonista alegre, a nos recordar que somos seres otimistas — e assim devemos permanecer (mesmo aos domingos).





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