Bendito sonho bom

Na última noite meu subconsciente me recompensou pelo pesadelo da véspera.

Sonhei que estava a caminho de uma praia misteriosa, com meu pai, minha mãe e minha irmã do meio. Chegando lá na cidade de nome difícil, que agora me fugiu totalmente, descobrimos que uma das casas era nossa, tinha sido dada de presente por um tio! E a moda local fazia com que as salas e quartos das casas fossem verdadeiras piscinas gigantes e que as paredes fossem abertas e, como as casas ficavam dispostas parecendo um quebra-cabeças de Lego, via-se uma casa logo abaixo, outra logo ao lado, uma mais em cima, e todos nadando, felizes, sob o solão. Lá embaixo, um mar azul e a praia, mas todos preferiam pular de uma casa pra outra, nas piscinas encavaladas, como se fosse um parque de diversões.

Enfim, incompreensível, né? Como todo bom sonho tem que ser, como o Chapeleiro Louco que Alice conheceu. Só os pesadelos seguem a lógica feroz da vida e da morte.

E por falar em sonho bom — ou engraçado, no caso — ontem uma amiga me disse que sonhou que o Ronaldo tinha se apaixonado perdidamente por ela, no primeiro dia em que se conheceram, e a propôs em casamento. Ela aceitou, também se tornou empresária dele e, anos mais tarde, apareceu na capa de uma revista de negócios, tipo a Exame, posando sentada com os braços cruzados, cara de séria e terninho. E ele atrás dela, sorridente. Detalhe: diz ela que nunca foi fã do Ronaldo 😀

E os seus sonhos, não vão dividir aqui?

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