A idade de ser nós mesmos

Tenho lido a obra completa de Paulo Leminski, tardiamente. Faço isso lentamente, às vezes voltando aos poemas anteriores, para relê-los com cuidado, sorvê-los com calma. Às vezes tenho postado um ou outro desses poeminhas no meu Facebook, como que a gritá-los aos quatro ventos, assinando embaixo. Afinal, fazia já um tempo que eu não lia… Continuar lendo A idade de ser nós mesmos

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O amor na dor

Para pegar na locadora: AMOR (Amour) Nota 9 É fácil amar quando somos jovens, saudáveis e estamos no começo de um relacionamento. Tudo anda às mil maravilhas. Mas e quando já passamos dos oitenta, temos netos e vivemos sob o mesmo teto há décadas? E quando, numa manhã corriqueira, um dos dois sofre um derrame… Continuar lendo O amor na dor

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Num belo dia, viramos uma página

Quando eu era bem pequena tinha o mesmo pesadelo todas as noites: uma agulha malévola perfurava meus olhos e me deixava cega, com direito a muito sangue jorrando para todos os lados. Até hoje, ficar cega é meu maior medo — como todos os medos, totalmente irracional. Quando eu tinha esse “sonho ruim”, ia até… Continuar lendo Num belo dia, viramos uma página

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Meu dia

Há um ano eu tinha que ficar fazendo balanços para entender onde tinha ido parar, o que estava fazendo e o que queria fazer da minha vida. Alternava momentos de melancolia com os de satisfação profissional. Agora, tantos vôos depois, com muito vento na cara, cheguei num ponto em que está tudo, subitamente, resolvido. E… Continuar lendo Meu dia

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