A sina de quem ousa desafiar a tela branca (ou: falta de inspiração aguda)

Sempre achei o fim da picada quando meus cronistas favoritos — Rubem Braga e companhia — escreviam sobre a falta de assunto para escrever. Ora, sempre há assunto para se escrever! Você é um cronista, porra! Não precisa de pauta. Sua matéria-prima é a vida. Basta abrir a janela e ver o vizinho batucando no… Continuar lendo A sina de quem ousa desafiar a tela branca (ou: falta de inspiração aguda)

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Jogo da vida

  Uma fresta azul-azul na janela: felicidade. A irrelevância de um jeito frio: amor. O perfil mais bonito do mundo: aposta. Tudo isso junto, todos os dias: sorte. As mentiras implícitas em cada um: vida. (05/04/2009)

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As três cenas que fizeram o dia de hoje valer

Hoje foi um dia difícil, tenso, cansativo. Vocês podem ver por este post que escrevi agora no Novo em Folha. Mas foi recompensado por três cenas, que agora divido, resumidamente, com vocês: Cena 1 O céu de São Paulo estava lindo hoje. Azul, com várias nuvens em floquinhos pequenos, postados simetricamente, um ao lado do… Continuar lendo As três cenas que fizeram o dia de hoje valer

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Tento, tombo, insisto, caio — mas amo

Tento tento tento tento Mas, quanto mais eu tento, Maior o tamanho do lamento.   Tombo tombo tombo tombo E, quanto mais eu tombo, Maior o barulho do estrondo.   Insisto insisto insisto insisto Mas, quanto mais insisto, Mais tarde é a hora que eu desisto.   Caio caio caio caio Porém, quanto mais eu… Continuar lendo Tento, tombo, insisto, caio — mas amo

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‘Meia-noite em Paris’: a Paris de todas as belas épocas

Para ver no cinema: MEIA-NOITE EM PARIS (Midnight in Paris) Nota 9 Eu sempre disse que queria ter sido jovem nos anos 60 ou 70. Seriam meus anos de ouro. Depois, comecei a achar que outras épocas poderiam ser ainda mais interessantes, como os anos 20. Essa é a época de ouro do protagonista deste… Continuar lendo ‘Meia-noite em Paris’: a Paris de todas as belas épocas

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