Quanto mais Facebook, mais infelizes somos (ou não)

Quanto mais usamos o Facebook, mais infelizes e solitários nos sentimos. Quem diz isso não sou eu, mas um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Michigan e muito bem relatado em reportagem de Eduardo Graça, publicada pela “Carta Capital”. Os argumentos desfiados na matéria são, em resumo: a rede social estimula o isolamento e… Continuar lendo Quanto mais Facebook, mais infelizes somos (ou não)

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Sobre empréstimos e devoluções — um Conto de Natal inacabado

Trabalhando em dia de Natal pela segunda vez na vida (geralmente meus plantões caem no Réveillon), não consegui deixar de pensar no clássico de Charles Dickens, “Um Conto de Natal”. Ebenezer Scrooge, o muquirana, economizava até no carvão pra aquecer a salinha onde o pobre Bob Cratchit trabalhava até tarde na véspera de Natal. Claro… Continuar lendo Sobre empréstimos e devoluções — um Conto de Natal inacabado

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A geração do Adryan e da Ayla

Quando eu estava na escola, os nomes mais comuns nas minhas salas eram Camila, Marina, Natália e Juliana, entre as meninas, e Rafael, Daniel, Thiago e Lucas, entre os meninos. Agora, descubro, bem surpresa, que, entre os mais comuns da nova geração que acaba de nascer estão nomes como Enzo, Nicolas e Heitor, entre os… Continuar lendo A geração do Adryan e da Ayla

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A época do ano para agradar aos estranhos

Pelo menos duas vezes por ano, separo um tempo para abrir meu guarda-roupas e fazer uma verdadeira “limpa” nas gavetas e cabides. Separo não só as roupas velhinhas, mas também algumas em ótimo estado que, por uma razão ou outra, eu quase nunca uso. Depois de fazer a seleção, que costuma chegar a umas 20 peças,… Continuar lendo A época do ano para agradar aos estranhos

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Brincar também é para adultos

Era a festa de um aninho da minha prima de segundo grau. Tudo decorado e bonito, em bufê infantil. Os adultos dispostos em mesas, tomando a cerveja do fim de semana, comendo salgadinhos. A criançada, sem tempo pra lembrar de comer ou tomar refri, deliciada com a casinha de bonecas, o mercadinho, o pula-pula, a… Continuar lendo Brincar também é para adultos

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Três gênios desacreditados

Aquela jovem de 26 anos, que trabalhava em um hospital e numa farmácia, tinha, na verdade, o sonho de se tornar escritora. Escreveu seu primeiro romance, com 223 páginas, e, sendo aquele o início do século 20, parecia chocante que aquela moça tivesse escrito, na verdade, um texto policial, com assassinatos cruéis, e daquela cabeça… Continuar lendo Três gênios desacreditados

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