Crônicas do fim do mundo: o desperdício de água

Que desperdício de água!

Pra mim não há nada mais medonho do que ver alguém lavando a calçada com mangueira. Em 15 minutos, a pessoa desperdiça nada menos que 280 litros d’água. Esse volume é quase três vezes o que a ONU considera suficiente para uma pessoa consumir ao longo de todo um dia, incluindo o gasto d’água com… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo: o desperdício de água

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Crônicas do fim do mundo — no trânsito

Existe uma coisa que o Código de Trânsito Brasileiro garante e que parece que o pessoal ignora: todas essas vias que permeiam a cidade, que chamamos de ruas e avenidas, devem ser COMPARTILHADAS. Entre carros, ônibus, caminhões, bicicletas e, sim, pedestres também. Os pedestres têm preferência nas faixas, que funcionam como uma extensão das calçadas,… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — no trânsito

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Crônicas do fim do mundo — as pessoas folgadas

CINEMA Estava eu, lá pelos idos de 2005, assistindo ao filmaço “Diários de Motocicleta”, em algum cinema de rua de Beagá. Sozinha. Nas fileiras da frente do cinema. Concentradíssima e emocionada por estar vendo um filme tão bom. Até que, numa das cenas mais tensas da história, ouço uma dupla gargalhar. Gargalhar. Olhei para o… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — as pessoas folgadas

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Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

Sempre fui defensora da resistência do jornal impresso diante de novas mídias. Ele pode até perder uma fatia do público, mas vai continuar firme e forte por vários anos, como o rádio e até a já idosa TV — era o que eu sempre dizia. Mas uma conversa no táxi ontem me desiludiu: — Você… Continuar lendo Crônicas do fim do mundo — o jornal impresso

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Elefantes com o bumbum pra porta

Outro dia minha mãe, que é muito antenada com novas modas, deixou escapar que estava querendo comprar um elefante indiano, de decoração, para colocar na mesa da sala, com o traseiro voltado para a porta. Diz que atrai fortuna (só não sei por que o bumbum tem que estar posicionado assim). No aniversário dela, eu… Continuar lendo Elefantes com o bumbum pra porta

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A cadeira cor de imbuia

Hoje eu estava saindo de casa quando vi uma enorme caixa de papelão deitada no corredor. A própria presença desta caixa, embrulhada como se fosse um depósito de lixo, já me pareceu meio insólita. Mas toda a minha curiosidade migrou de lugar no mesmo momento em que vi escrito: cadeira-da-marca-tal e, abaixo, uma lista de… Continuar lendo A cadeira cor de imbuia

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