O pescoção da vizinha (ou: meu pescoço inchado)

Às vezes eu me deito, acordado, durante a noite, e pergunto: "Onde foi que eu errei?" Aí uma voz me diz: "Isso vai levar mais que uma noite."

Este post é aos que acompanharam a saga da minha garganta (este blog já está virando monotemático, que saco, né? Mas é que só tenho pensado nisso também).

Voltei ao hospital ontem à noite e descobri que: a faringite causada por vírus era, na verdade, uma amigdalite causada por bactéria. Tomando anti-inflamatório o troço foi só piorando e agora tenho que tomar antibiótico (que eu deveria estar tomando desde sexta).

Médicos…

Hoje achei que eu fosse acordar bem melhor, ainda mais porque tomei mais duas injeções, mas um lado da garganta amanheceu totalmente bloqueado. Espero ser só uma reação temporária das bactérias em sua luta pela sobrevivência dentro da minha garganta. Tive que fazer um negócio que não faço há tanto tempo, que nem lembro se já fiz alguma vez antes: faltar ao trabalho. E foi bom, porque dormi como uma pedra de novo e só acordei agora, às 13h, com um telefonema.

Eu nem ia postar nada, mas doença pra mim é um negócio tão inédito, que merece notícia 😉 Deixo vocês, então, com a bela reflexão do Charlie Brown, que tem me ocorrido cada vez com mais frequência (eu sou uma pessoa otimista, juro!), nestas vésperas de aniversário. E, pra alegrar um pouco mais esta semana fria, uma imagem inusitada, tirada do mesmo site:

What?

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