O dia em que nosso bebê adoece pela primeira vez

Meu filhote chegou aos 15 meses de idade sem nunca ter tomado antibiótico. Sempre foi muito saudável, e isso sempre foi motivo de alívio para nós.

Mas, com a escolinha, chegou junto o primeiro resfriado, que, sei-lá-se-tem-a-ver, logo virou uma baita sinusite com tosse catarrenta por um mês seguido.

Como sou da turma que detesta tomar remédio, também fui adiando o momento de levar Luiz ao médico. Ele ficava bom durante o dia, e eu sempre me enchia de esperança de que ele já estava sarando sozinho, só com os próprios anticorpos e tal. Mas à noite voltava a tosse, até o dia em que tivemos mesmo que levá-lo à pediatra.

No meio disso tudo, ele teve que tomar as quatro vacinas próprias da idade. Quase sempre que Luiz toma vacinas, fica meio “chatinho” até o dia seguinte, sentindo dor no local da injeção e até com uma febre baixinha. Mas desta vez foi punk: Continuar lendo

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Vencemos a guerra!

Palmas para meus soldados (inclusive os que vieram por meio de receita errada)!

Clap, clap, clap, clap, clap...

E a esta altura já estou vendo o céu mais azul do mundo, matando as saudades e ficando de todo saudável 😀

O pescoção da vizinha (ou: meu pescoço inchado)

Às vezes eu me deito, acordado, durante a noite, e pergunto: "Onde foi que eu errei?" Aí uma voz me diz: "Isso vai levar mais que uma noite."

Este post é aos que acompanharam a saga da minha garganta (este blog já está virando monotemático, que saco, né? Mas é que só tenho pensado nisso também).

Voltei ao hospital ontem à noite e descobri que: a faringite causada por vírus era, na verdade, uma amigdalite causada por bactéria. Tomando anti-inflamatório o troço foi só piorando e agora tenho que tomar antibiótico (que eu deveria estar tomando desde sexta).

Médicos…

Hoje achei que eu fosse acordar bem melhor, ainda mais porque tomei mais duas injeções, mas um lado da garganta amanheceu totalmente bloqueado. Espero ser só uma reação temporária das bactérias em sua luta pela sobrevivência dentro da minha garganta. Tive que fazer um negócio que não faço há tanto tempo, que nem lembro se já fiz alguma vez antes: faltar ao trabalho. E foi bom, porque dormi como uma pedra de novo e só acordei agora, às 13h, com um telefonema.

Eu nem ia postar nada, mas doença pra mim é um negócio tão inédito, que merece notícia 😉 Deixo vocês, então, com a bela reflexão do Charlie Brown, que tem me ocorrido cada vez com mais frequência (eu sou uma pessoa otimista, juro!), nestas vésperas de aniversário. E, pra alegrar um pouco mais esta semana fria, uma imagem inusitada, tirada do mesmo site:

What?